Translate

domingo, 27 de março de 2011

Os sonhos imperiais

Ninguém que siga os acontecimentos na Líbia através dos media (ou até de de jornais de referência estrangeiros e portugueses) conhece o programa político dos revoltosos. Muito menos os países atacantes dão a conhecer os seus verdadeiros propósitos. Todas as guerras de rapina têm esta característica : parecem ser por causa de qualquer coisa. A coisa é também aparência.

A França foi a primeira a atacar. Percebe-se: a Argélia ficou-lhe entalada na garganta (perdeu-a, levou uma sova e saíu de lá humilhada). A França sempre teve um problema com a África: comeu-lhe uns bocados, gostou, está lá metida até aos ombros (grandes negócios), cobiça mais do que a boca lhe permite, detesta a crescente presença da China.
Se a França sempre foi colonialista mas nunca conseguiu um verdadeiro império, a Inglaterra sempre foi imperialista. Sobram-lhe recordações no seu álbum de família (o avôzinho com grandes bigodes, heróico militar da Ìndia) e umas ilhas àsperas chamadas Maldivas ( a que os ingleses baptizaram com um nome diferente) em cuja defesa obstinada investiram todo o seu potencial patriótico imperialista. Tornaram-se a muleta dos E.U.A., porque a língua em que os negócios se exprimem é a mesma.

Sem comentários:

Viagem à Polónia

Viagem à Polónia
Auschwitz: nele pereceram 4 milhôes de judeus. Depois dos nazis os genocídios continuaram por outras formas.

Viagem à Polónia

Viagem à Polónia
Auschwitz, Campo de extermínio. Memória do Mal Absoluto.