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quinta-feira, 7 de julho de 2016

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  Engels, Friedrich
logo (1820-1895): Fundador, juntamente com Marx, do socialismo cientifico e expositor brilhante de sua filosofia: o materialismo dialético. Seu pai era fabricante de tecidos, e a difícil situação dos operários da fabrica paterna bem cedo feriu a sua sensibilidade. Nas Cartas de Buppertal, que escreveu em 1839, descrevia e criticava as condições de miséria em que viviam os trabalhadores da industria têxtil alemã. Democrata, revolucionário, desde muito jovem ingressou Engels no movimento socialista. Em 1842, transferindo-se para Londres, acompanhou de perto a luta cartista, e aí realizou o seu famosa estudo sobre a Situação da Classe Operaria na Inglaterra, publicado em 1845. Já antes, em 1844, publicara um trabalho critico sobre a Economia Politica, nos Anais Franco-Alemães, revista editada em Paris por Marx e Ruge. Em ambos esses trabalhos formulara Engels alguns dos elementos teóricos do socialismo cientifico. Cheglov observa que Engels chegou, como Marx, ao comunismo e ao materialismo antes de sua colaboração comum, isto é, independentemente um do outro. Conheciam-se desde 1841, por troca de cartas, sendo Engels colaborador do jornal de Marx, a Gazeta Renana. O primeiro encontro pessoal de ambos se verificou em Colonia, quando aquele seguia para a Inglaterra. Mas desde então se ligaram para o resto da vida, irmanados pel* mesmo destino e por uma amizade sem exemplo em homens de tal porte. "Em fins de setembro de 1844, Engels escreve a Marx, de Barmen, onde vivia a sua família e onde ele nascera. Ainda não tinha Engels completado seus 24 anos. Aborrecia-se da vida no seio da família e procurava escapar de seu controle. Seu pai, autoritário, industrial cheio de convicções, revoltava-se de ver seu filho frequentar reuniões politicas e professar ideias comunistas. “Se não fosse por causa de minha mãe, que é um belo espi- rito e a quem amo verdadeiramente... — escreve Engels — eu não saberia como permanecer aqui, durante as poucas semanas que ainda me restam... Não podes imaginar — lamenta-se ele — as considerações mesquinhas e as crenças supersticiosas com que me cercam. (Correspondance K. Marx- Engels, tomo I, pág. 2). Durante o tempo em que ainda esteve em Barmen, onde o reteve também, por algum tempo, uma aventura romanesca, ele cede à pressão de seu pai e vai trabalhar, durante uma quinzena, nos escritórios da fabrica pertencente a seu progenitor. “O comercio causa-me horror... Barmen e a perda de tempo me horrorizam, mas o que, acima de tudo, me aborrece é continuar não um simples burguês, mas um fabricante, um burguês que intervém ativamente contra o proletariado. Eu me consolo, continua Engels, trabalhando em meu livro sobre a situação da classe operaria". (Ibidem — pág. 23). “Pode-se estar, na qualidade de comunista, à par com a sua situação exterior, burguês e traficante, quando nada se escreve; mas fazer propaganda comunista em grande escala e, ao mesmo tempo, ocupar-se de comercio e de industria, eis o que não está bem. Já estou esgotado. Vou-me embora por ocasião da Pascoa. Acrescente-se a isto, a vida cansativa no seio de uma família prussiana, radicalmente cristã: se isto continua, acabarei por me tornar um filisteu alemão e levarei comigo os estigmas para o comunismo’'. (Ibidem — págs. 23-24) Eis o que escrevia o jovem Engels Depois da revolução de 1848, a vida obrigou-o a voltar ao escritório de seu pai, para se entregar, por longos anos, a “este cão de comércio”. Mas ele se houve bem, criando em torno de si uma atmosfera, não de prussianismo cristão, mas uma toda diferente uma atmosfera de camaradagem, e soube tornar-se, por toda a vida. o inimigo, implacável da “introdução do filisteísmo no comunismo” (Lénin - Marx, Engels e Marxismo, pág. 182 — Edit. Calvino Ltda. — 1945). Data de 1844-1845 a primeira obra de colaboração entre os dois: A Sagrada Família, polemica dirigida contra os hegelianos de esquerda e particularmente contra os irmãos Bauer: “Criticando o idealismo dos hegelianos, Marx e Engels reelaboraram materialisticamente a dialética de Hegel Descobriram as leis da dialética na realidade objetiva, na historia humana* demonstraram que a verdadeira força da historia humana reside, não no automovimento da ideia, mas no movimento das massas” (A. Cheglov) Nessa obra se encontram os fundamentos do materialismo dialético e da interpretação materialista da historia, sem embargo de ainda conservar certos vestígios da influência feuerbachiana. Na obra que se seguiu, também realizada em colaboração, A Ideologia Alemã, é que eles se libertam da influência hegeliana e feuerbachiana, aparecendo como pensadores emancipados e seguros de sua própria concepção. Lembremos que A Ideologia Alemã, escrita em 1845-1846, não encontrou na época nenhum editor disposto a publicá-la, daí sua publicação recentemente — em 1932, na URSS. “1846. Engels está em Paris Nesta época, Paris inteira dedica-se à politica e à discussão das diferentes teorias socialistas. Engels estuda com avidez o socialismo, conhece pessoalmente Cabet, Louis Blanc, e outros socialistas de evidencia, frequenta as redações e outros círculos. Sua atenção dirige-se principalmente para a doutrina socialista mais seria e mais divulgada nesses tempos, o proudhonismo Antes mesmo do aparecimento de A Filosofia da Miséria, de Proudhon (outubro de 1846; Marx respondeu-lhe pela sua celebre Miséria da Filosofia, aparecida em 1847), Engels faz uma critica mordaz, impiedosa e com uma notável profundeza, sobre as ideias mestras de Proudhon, que, então, exaltava particularmente o socialista alemão Grün O perfeito conhecimento do inglês e da literatura inglesa, que Marx não assimilou, senão mais tarde, permite a Engels (carta de 18 de setembro de 1846) assinalar, com segurança, os exemplos da falência na Inglaterra, das famosas “lojas de trabalho” proudhonianas. Proudhon calunia o socialismo — diz Engels, cheio de indignação, — pois de acordo com Proudhon os operários devem redimir o capital. Já com 26 anos, Engels destrói, literalmente, o “socialismo verdadeiro” — achamos essa expressão em sua carta de 23 de outubro de 1846, muito tempo antes do Manifesto do Partido Comunista, — socialismo cujo principal representante, a seu modo de ver, é Grün. Uma doutrina anti-proletária, pequeno-burguesa, de “vagabundos”, de “frases ocas”, toda especie de tendências “humanitárias”, o “medo supersticioso” do “comunismo de estomago (Loffel-Kommunismus — literalmente: "comunismo da colher"), "planos pacíficos para tornar feliz a humanidade" — é assim que Engels considera o socialismo pré-marxista, em todos os seus aspectos" (Lénin: Marx, Engels e Marxismo). Em 1847, escreveu para a Liga dos Comunistas, cuja sede era em Londres, um projeto de catecismo ou "profissão de fé comunista" (publicado por Bernstein, em 1931, com o titulo de Princípios do Comunismo) , que serviu a Marx como base para redigir o celebre Manifesto Comunista, aparecido em fevereiro de 1848, em alemão".
"Em sua carta de 24 de novembro de 1847, Engels informava a Marx que tinha esboçado um projeto do Manifesto Comunista, pronunciando-se, entre outras coisas, contra a forma de catecismo que anteriormente se tinha pretendido dar. "Começo pela questão, escreve Engels, que é o comunismo? Passo, logo a seguir, ao proletariado: origem, o que o diferencia dos trabalhadores antigos, desenvolvimento da oposição entre o proletariado e a burguesia, crises, consequências... e, finalmente, a politica do Partido Comunista". (Correspondance K. Marx-F. Engels, tomo I, pág. 138). "Esta carta histórica de Engels sobre o primeiro esboço de uma obra que fez a volta ao mundo e que, até o presente, é justa em tudo o que há de mais essencial, viva e atual, como se tivesse sido escrita ontem, mostra claramente que se tem razão em colocar, lado a lado, os nomes de Marx e de Engels, como fundadores do socialismo contemporâneo". (LéninPravda, n. 268, de 28 de novembro de 1920). Obrigado por suas atividades comerciais, residiu durante vinte anos em Manchester, de onde colaborou em diversas publicações estrangeiras e prestou a Marx o auxilio material necessário para que se pudesse dedicar ao seu trabalho de investigação. A partir de 1870, época em que abandonou Manchester para se estabelecer em Londres, começou a desenvolver intensa atividade dentro do movimento operário Incorporado ao Conselho diretor da Primeira Internacional, da qual foi um dos fundadores, como Marx, encabeçou com o seu amigo a luta contra a tendencia anarquista de Bakúnin e reservou para si a missão de difundir e esclarecer, em face das mais diversas questões, as ideias do socialismo marxista. Fruto deste trabalho foi uma série de obras notáveis, entre as quais se destacam O Problema da Moradia (Zur Wohnungsfrage, 1874) e o celebre Anti-Dühring (1878), considerado como “a obra mais importante produzida pelo socialismo moderno, depois de O Capital. “Inspirando-se nas mesmas ideias que Marx e colaborando intimamente com ele, Engels, em todas as suas obras filosóficas, opõe, da mesma forma, clara e sucintamente, a respeito de todas as questões, as duas tendencias, materialista e idealista, sem tomar a serio, nem em 1878, nem em 1888, nem em 1891, as inúmeras tentativas feitas por muitos para "superar" o "exclusivismo" do materialismo e do idealismo, para afirmar uma nova tendência, quer se tratasse do "positivismo", do "realismo”, ou qualquer outro charlatanismo professoral. Toda a sua campanha contra Dühring, Engels a fez, procurando a aplicação consequente do materialismo e acusando o materialista Dühring de confundir a questão com palavras, de cultivar frases, de usar processos de raciocínio que implicam numa concessão ao idealismo, na passagem a posições idealistas. Ou o materialismo, consequente até o fim, ou a mentira e a confusão do idealismo filosófico, esta é alternativa apresentada em cada um dos parágrafos do "Anti-Dühring''; e os indivíduos de cérebros embebidos na filosofia professoral reacionária ficaram sozinhos, sem sequer se aperceber. Até 1894, data em que escreveu o seu ultimo Prefácio para o Anti-Dühring, cuja revisão acabava de fazer e que então tinha recebido o seu ultimo retoque, Engels, que se mantinha a par da filosofia nova e dos progressos das ciências naturais, não deixou de insistir com a máxima decisão nas suas concepções, claras e firmes, varrendo a poeira dos novos sistemas, grandes e pequenos. O fato de que se tenha posto ao par de tudo o que diz respeito à filosofia moderna, verifica-se por seu livro Ludwig Feuerbach. Menciona mesmo, no prefacio de 1888 a esse livro, um detalhe como o do renascimento da filosofia clássica alemã na Inglaterra e na Escandinávia; quanto ao neo-kantismo dominante e quanto à doutrina de Hume, Engels não demonstra por eles (no seu Prefácio como no próprio texto do livro) senão o mais profundo desprezo. É evidente que Engels, observando a repetição dos velhos erros de Kant e Hume, anteriores a Hegel, por parte da filosofia alemã e inglesa em voga nesse período, se tenha mesmo inclinado a esperar algum beneficio de uma volta à Hegel (na Inglaterra e na Escandinávia) , esperando que esse grande idealista e dialético contribuísse para dissipar os erros primários do idealismo e da metafisica. Sem se dedicar ao exame das inúmeras nuançes do neo-kantismo na Alemanha, e da doutrina de Hume na Inglaterra, Engels condena, em primeiro lugar, o abandono decisivo do materialismo por parte desses filósofos. Qualifica toda a tendencia dessas duas escolas como um recuo cientifico. Como considerava ele a tendencia, inegavelmente “positivista", de acordo com a terminologia corrente, inegavelmente “realista”, desses neokantistas e desses partidários de Hume, entre os quais não poderia ignorar, por exemplo, um Huxley? Engels considerava que o “positivismo” e o “realismo”, que seduziam e seduzem ainda uma grande quantidade de confusionistas imitadores, eram, no melhor dos casos, um procedimento de filisteu, que consistia em introduzir sub-repticiamente o materialismo, que acabava de ser renegado e refutado, gritantemente. Basta refletir um momento sobre essa apreciação a respeito de Huxley, esse naturalista de fama, esse realista seguramente muito mais realista, esse positivista seguramente muito mais positivista que Mach, Avenarius, e comparsas, para se aquilatar quanto desprezo poderia fazer nascer em Engels a mania de um punhado de marxistas de hoje, que se colocam a favor do “positivismo mais moderno”, ou do “realismo mais moderno”, etc. (LéninMarx-Engels, Marxismo, págs. 449-50). Desde a morte de Marx, em março de 1883, foi reconhecido como a mais alta autoridade, do movimento socialista internacional, a quem procuravam, em busca de conselho, os dirigentes social-democratas de todos os países. Referindo-se às frequentes visitas que ele recebia em sua casa, em Londres, escreveu Bonnier as seguintes palavras: “Todos aqueles, e eram muitos, que o visitavam na Regent's Park Road, lembram-se da cordialidade com que eram recebidos, fosse qual fosse a graduação de cada qual no exército socialista. Desde os luta dores que se acham na primeira linha de combate, publicistas e oradores, até aos simples soldados da causa, eram todos acolhidos com igual atenção e todos saiam dali, daquelas conversações com o amigo e companheiro de Marx, sentindo-se mais firmes em suas ideias e cheios de maior coragem". Pertencem a esse período seu livro, publicado em 1884, sobre A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado, um notável ensaio publicado em Neue Zeit com o titulo de Feuerbach e o Fim da Filosofia Clássica Alemã (1886), bem como um sem numero de artigos aparecidos nas revistas da social-democracia europeia. Por sua excepcional compreensão da ideologia de Marx, era talvez o único que podia realizar a importante e difícil tarefa de publicar os livros segundo e terceiro de O Capital, que aquele havia deixado inconclusos; estes volumes apareceram em 1885 e 1894, respectivamente. Pouco tempo depois escreveu um interessante complemento do livro terceiro que, figura como “Apêndice" no volume correspondente. Até a morte, sobrevinda em Londres (5 de agosto de 1895), conservou integra a capacidade de trabalho. A morte veio surpreendê-lo quando se preparava para escrever a historia da Primeira Internacional. Suas cinzas foram lançadas ao Mar do Norte. Sobreviveu doze anos a Marx. Após a morte de Marx, em 1883, tornou-se o chefe espiritual reconhecido e de maior autoridade no movimento operário internacional. Para detalhes sobre sua pessoa, sua vida e sua obra, consultar sobretudo: Geschichte der deutschen Sozial-Demokratie, 1921, (História da Social-Democracia Alemã), de Franz Mehring; Karl Marx, Geschichte seines Lebens, 1920; (Karl Marx, História de sua vida), do mesmo autor; Friedrich Engels in seiner Frühzeit, 1820 bis 1851, (Friedrich Engels em sua juventude, 1820-1851), de Gustav Mayer, e Friedrich Engels Brevier, 1920 (Breviário de Friedrich Engels), de Ernst Drahn. O grande mérito de Engels está na exposição e no desenvolvimento do materialismo dialético. Entre suas obras teóricas, cabe o primeiro lugar aos ensaios filosóficos São obras primas que exerceram sobre o pensamento do proletariado a mais duradoura influência e, até hoje, não só nada perderam de seu valor cientifico, mas, ao contrário, adquiriram importância crescente. Engels mostra, nessas obras, com uma mestria e uma clareza incomparáveis, as relações dialéticas da filosofia com as lutas de classes sociais e com o desenvolvimento das forças produtivas e da libertação paralela das ciências da natureza. Desse modo, leva o leitor por caminhos sempre novos a esta verdade de que, se há uma filosofia, que liberta realmente a humanidade inteira, não pode ser senão a filosofia do materialismo dialético, porque somente ela é capaz de preservar o pensamento teórico contra o Scylla do idealismo e o Caribdes do materialismo vulgar mecanicista, bem como de assegurar a vitoria a uma teoria materialista consequente do conhecimento. Suas obras fundamentais, que constituem já há muito tempo a solida base ideológica de todos os operários conscientes, são: Herrn Eugen Dühring’s Sumwälzung der Wissenschaft, 1878 (12.a ed., 1923), (A subversão da ciência pelo Sr. Eugen Dühring), obra polemica composta à maneira de Lessing, viva, atraente e de vigor combativo, uma defesa absolutamente fecunda e inigualável da concepção materialista do mundo; Ludwig Feuerbach und der Ausgang der klassischen deutschen Philosophie, 1888 (Ludwig Feuerbach e o fim dafilosofia clássica alemã) , excelente ensaio sobre o desenvolvimento da filosofia de Hegel até Marx. Uma obra menos conhecida, editada recentemente, e possuindo todas as qualidades que fizeram do Anti-Dühring a principal arma dos marxistas na luta contra os novos sistemas idealistas de filosofia e contra todos os falsificadores de Engels, é Natur und Dialektik (Dialética e Natureza) , coletânea de artigos e fragmentos em grande parte inéditos, escritos de 1873 a 1892, constituindo o segundo volume do Arquivo Marx-Engels (Moscou, 1925). Essa obra é uma fonte inesgotável para todos os que se interessam pela luta pelo materialismo dialético e por sua justa interpretação e estejam convictos da necessidade de incorporar harmoniosamente ao marxismo os resultados das ciências naturais modernas. Vejamos, entre suas outras obras teóricas e metodológicas, as mais importantes. Em colaboração com Marx: Marx und Engels über Feuerbach (Marx e Engels sobre Feuerbach), primeira parte da Deutschen Ideologie (Arquivo Marx-Engels, vol. I, 1926); Grundsätze des Kommunismus (Princípios do comunismo), 1844 (nova edição de Eduard Bernstein, 1914); em colaboração com Marx: Manifest der kommunistischen Partei (Manifesto do Partido Comunista) 1848 (nova edição Viva-Verlag, 1923) ; Die entwicklung des Sozialismus von der Utopie zur Wissenschaft (Do Socialismo utópico ao socialismo cientifico) 1883 (nova edição Viva-Verlag, 1924); Der Ursprung der Familie, des Privateigentums und des Staats (A origem da família, da propriedade privada e do Estado) 1884 (22.a edição, 1922); Zur Geschichte des Urchristentums (Contribuição à historia do cristianismo primitivo), Neue Zeit, 1804-1895. Ainda mais: Aus dem literarischen Nachlass von Karl Marx und Friedrich Engels (extratos da obra literária de Karl Marx e Friedrich Engels) , organizados por Franz Mehring (3.ª edição, 1920). O estudo de sua rica correspondência é igualmente indispensável. Indicamos antes de tudo: Briefiwechsel zwischer; Friedrich Engels und Karl Marx (Correspondência entre Friedrich Engels e Karl Marx), 1844-1883, editada por August Bebel e Eduard Bernstein em 1913; Briefe und Auszüge aus Briefen von Joh. Phil. Becker, Jos Dietzgen, Friedrich Engels, Karl Marx u. a. an F. A. Sorge und andere (Cartas e extratos de cartas de John. Phil. Becker... e outros), 1906, e Die Briefe von Friedrich Engels and Eduard Bernstein (Cartas de Friedrich Engels e Eduard Bernstein), publicadas por Eduard Bernstein em 1925.
  Fonte: Lênin - Materialismo e Empirocriticismo
  Leia texto de Palmiro Togliatti sobre Engels
  Leia as obras deste autor no MIA
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