A primeira Escola de Frankfurt- A crítica do pensamento instrumental e das sociedades burocráticas.
Horkheimer, Adorno
Marcuse (A crítica da sociedade tecnológica; o pensamento unidimensional)
A segunda Escola-
Karl-Otto Apel
J. Habermas: os três interesses do conhecimento e a Ética da Discussão.
Tema actual: A crítica da racionalidade ocidental dominante.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
BEETHOVEN (1770-1827)
Algumas sugestões para quem conhece e ama Beethoven pelas suas sinfonias, nomeadamente a EROICA (sinfonia nº3), as sinfonias nº 5, 6 (Pastoral), 7 e 9:
Sonata para piano nº2, Op. 27 (Sonata ao luar), Sonata para piano em dó menor, Op. 13 (Patética), Sonata para piano e violino em lá maior Op. 47 (Kreutzer)
Sonata para piano nº2 em ré menor Op.31, Concerto para piano nº4 em sol maior Op.58, Concerto para violino em ré maior Op. 61,
E o extraordinário Quarteto Op. 59, em fá maior, mi menor e dó maior
Sonata para piano em si bemol maior Op. 106
Quartetos: Op. 127, 132, 130 e Op. 133 (Fuga Final)
Quarteto em dó sustenido menor Op. 131 e Quarteto em fá maior Op. 135 (últimos)- Absolutamente imperdíveis!
Sonata para piano nº2, Op. 27 (Sonata ao luar), Sonata para piano em dó menor, Op. 13 (Patética), Sonata para piano e violino em lá maior Op. 47 (Kreutzer)
Sonata para piano nº2 em ré menor Op.31, Concerto para piano nº4 em sol maior Op.58, Concerto para violino em ré maior Op. 61,
E o extraordinário Quarteto Op. 59, em fá maior, mi menor e dó maior
Sonata para piano em si bemol maior Op. 106
Quartetos: Op. 127, 132, 130 e Op. 133 (Fuga Final)
Quarteto em dó sustenido menor Op. 131 e Quarteto em fá maior Op. 135 (últimos)- Absolutamente imperdíveis!
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Música
Ainda ANTONIO MACHADO (1875-1939)
Caminante,son tus huellas
El camino, y nada más;
Caminante,no hay camino,
Se hace camino al andar.
Al andar se hace camino,
Y al volver la vista atrás
Se ve la senda que nunca
Se há de volver a pisar.
Caminante, no hay camino,
Sino estelas en la mar.
El camino, y nada más;
Caminante,no hay camino,
Se hace camino al andar.
Al andar se hace camino,
Y al volver la vista atrás
Se ve la senda que nunca
Se há de volver a pisar.
Caminante, no hay camino,
Sino estelas en la mar.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
ANTONIO MACHADO (nasceu em Sevilha em 26 de julho de 1875)
El ojo que ves no es
Ojo porque tú lo veas;
Es ojo porque te ve.
Para dialogar,
Perguntad primero;
Después…escuchad.
Todo narcisismo
Es un vicio feo,
Y ya viejo vicio.
Mas busca en tu espejo al outro,
Al outro que va contigo.
Entre el vivir y el soňar
Hay una tercera cosa.
Adivínala.
Esse tu Narciso
Ya no se ve en el espejo
Porque es el espejo mismo.
Busca a tu complementario,
Que marcha siempre contigo,
Y suele ser tu contrario.
- Mas el arte?...
- Es puro juego,
Que es igual a pura vida,
Que es igual a puro fuego.
Veréis el ascua encendida.
Ojo porque tú lo veas;
Es ojo porque te ve.
Para dialogar,
Perguntad primero;
Después…escuchad.
Todo narcisismo
Es un vicio feo,
Y ya viejo vicio.
Mas busca en tu espejo al outro,
Al outro que va contigo.
Entre el vivir y el soňar
Hay una tercera cosa.
Adivínala.
Esse tu Narciso
Ya no se ve en el espejo
Porque es el espejo mismo.
Busca a tu complementario,
Que marcha siempre contigo,
Y suele ser tu contrario.
- Mas el arte?...
- Es puro juego,
Que es igual a pura vida,
Que es igual a puro fuego.
Veréis el ascua encendida.
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Proverbios y cantares
terça-feira, 5 de maio de 2009
EPICURO de Samos
"A morte é uma quimera: porque enquanto eu existo, não existe a morte; e quando existe a morte, já não existo."
- Variante: "A morte, temida como o mais horrível dos males, não é, na realidade, nada, pois enquanto nós somos, a morte não é, e quando esta chega, nós não somos."
- Fonte: Carta a Meneceo, 125.
"Faz tudo como se estivesses a ser contemplado."
"Verdade é que o homem sensato não evita o prazer, e quando finalmente as circunstâncias o obrigam a deixar a vida, ele não se comporta como se esta ainda lhe devesse algo para a suprema existência."
"A faculdade de granjear amizades é de longe a mais eminente entre todas aquelas que contribuem para a sabedoria da felicidade."
"Dentre os desejos, alguns são dependentes da natureza e necessários; outros são dependentes da natureza, porém não necessários; outros, ainda, nem são dependentes da natureza nem necessários, mas oriundos duma vã ilusão."
"Se não podemos ver-nos, trocar ideias, nem estar em companhia um do outro, o sentimento do amor evaporar-se-á em pouco tempo."
"Se não podemos ver-nos, trocar ideias, nem estar em companhia um do outro, o sentimento do amor evaporar-se-á em pouco tempo."
"Quem exige ajuda constante, e, do mesmo modo, quem nunca a presta, não é amigo. O primeiro quer comprar o nosso esforço com o seu afecto; o segundo nos rouba, para todo o futuro, a esperança consoladora."
"Devemos indagar por ocasião de todos os desejos: o que há de acontecer quando o meu apetite for satisfeito, e o que acontecerá se ele não o for?"
"As leis existem para os sábios, não para que não pratiquem injustiças, mas para que não as sofram."
"Não podemos viver felizes se não formos justos, sensatos e bons; e não podemos ser justos, sensatos e bons sem sermos felizes."
"Nenhum prazer é em si um mal, porém certas coisas capazes de engendrar prazeres trazem consigo maior número de males que de prazeres."
"O impossível reside nas mãos inertes daqueles que não tentam."
- Variante: "A morte, temida como o mais horrível dos males, não é, na realidade, nada, pois enquanto nós somos, a morte não é, e quando esta chega, nós não somos."
- Fonte: Carta a Meneceo, 125.
"Faz tudo como se estivesses a ser contemplado."
"Verdade é que o homem sensato não evita o prazer, e quando finalmente as circunstâncias o obrigam a deixar a vida, ele não se comporta como se esta ainda lhe devesse algo para a suprema existência."
"A faculdade de granjear amizades é de longe a mais eminente entre todas aquelas que contribuem para a sabedoria da felicidade."
"Dentre os desejos, alguns são dependentes da natureza e necessários; outros são dependentes da natureza, porém não necessários; outros, ainda, nem são dependentes da natureza nem necessários, mas oriundos duma vã ilusão."
"Se não podemos ver-nos, trocar ideias, nem estar em companhia um do outro, o sentimento do amor evaporar-se-á em pouco tempo."
"Se não podemos ver-nos, trocar ideias, nem estar em companhia um do outro, o sentimento do amor evaporar-se-á em pouco tempo."
"Quem exige ajuda constante, e, do mesmo modo, quem nunca a presta, não é amigo. O primeiro quer comprar o nosso esforço com o seu afecto; o segundo nos rouba, para todo o futuro, a esperança consoladora."
"Devemos indagar por ocasião de todos os desejos: o que há de acontecer quando o meu apetite for satisfeito, e o que acontecerá se ele não o for?"
"As leis existem para os sábios, não para que não pratiquem injustiças, mas para que não as sofram."
"Não podemos viver felizes se não formos justos, sensatos e bons; e não podemos ser justos, sensatos e bons sem sermos felizes."
"Nenhum prazer é em si um mal, porém certas coisas capazes de engendrar prazeres trazem consigo maior número de males que de prazeres."
"O impossível reside nas mãos inertes daqueles que não tentam."
EPICURO
«Deus deseja prevenir o mal, mas não é capaz? Então não é omnipotente. É capaz, mas não deseja? Então é malévolo. É capaz e deseja? Então porque existe o mal? Não é capaz nem deseja? Então porque chamamos Deus?»
Máxima atribuída a EPICURO
Máxima atribuída a EPICURO
sexta-feira, 1 de maio de 2009
DIÁRIO -1
Que falta de razão leva incontáveis seres humanos, ao longo de incontáveis gerações, de tantas e diversas culturas, a acreditarem que depois da morte há vida, que possuem uma alma e,esta, imortal, que existe um mundo ou infernal ou paradisíaco, que existem seres sobrenaturais?
O medo. A recusa de admitirem a nossa absoluta finitude (a de cada um em particular).
E a esperança, irmã do medo. Para aqueles cujas vidas foram e são um permanente sofrimento.
Esta absurda crença é o pão e o chicote com que os poderosos acenam ou ameaçam os ignorantes;é o catecismo que, com histórias da carochinha, grudam na mente das crianças; é o prémio que, com retóricas e valores inúteis, convencem o desesperado a tornar-se mártir.
A religião exprime, melhor do que outra coisa, a miséria do género humano.
O medo. A recusa de admitirem a nossa absoluta finitude (a de cada um em particular).
E a esperança, irmã do medo. Para aqueles cujas vidas foram e são um permanente sofrimento.
Esta absurda crença é o pão e o chicote com que os poderosos acenam ou ameaçam os ignorantes;é o catecismo que, com histórias da carochinha, grudam na mente das crianças; é o prémio que, com retóricas e valores inúteis, convencem o desesperado a tornar-se mártir.
A religião exprime, melhor do que outra coisa, a miséria do género humano.
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