terça-feira, 12 de março de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
Hugo Chavez, El Comandante
Pelo Socialismo
Questões político-ideológicas com atualidade
http://www.pelosocialismo.net
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Publicado em: http://prensapcv.wordpress.com/2013/03/05/declaracion-del-partido-comunista-de Venezuela/#
more-1644
Tradução do castelhano de PAT
Colocado em linha em: 2013/03/10
Falecimento de Hugo Chávez
Declaração do Partido Comunista da Venezuela
Nota de imprensa – 2013/03/05
A Comissão Política do Comité Central do Partido Comunista da Venezuela, com
profunda dor ante o desaparecimento físico do nosso Presidente Hugo Rafael Chávez
Frías, líder indiscutível do processo bolivariano na Venezuela, na América Latina e no
mundo, deseja expressar a sua firme convicção de que continuarão levantadas as
bandeiras de luta da revolução socialista e da unidade popular revolucionária.
O presidente Hugo Rafael Chávez Frías, durante toda a sua vida, dedicou esforços e
contribuiu para a construção e defesa da pátria, na procura da conquista de uma
sociedade de justiça e liberdade para o povo trabalhador venezuelano, latino americano
e do mundo, enfrentando o imperialismo mundial e os seus lacaios.
É indiscutível que o nosso camarada presidente assumiu sempre, com exemplar
disciplina e abnegação revolucionária, a difícil e exigente tarefa de conduzir a nossa
pátria pelos caminhos da construção de uma sociedade mais justa, assumindo-a como
um compromisso de vida.
A Comissão Política do Partido Comunista da Venezuela condena as políticas de
guerra mediática e manipulação que empreendem os sectores reaccionários da
Venezuela, com a orientação do imperialismo norte-americano, principal inimigo da
classe operária e de todo o povo trabalhador.
Apelamos ao povo venezuelano e às forças políticas e sociais revolucionárias para que
cerrem fileiras e se mantenham alerta e vigilantes perante as pretensões do
imperialismo de criar o caos e a desestabilização no nosso país. Pelo que devemos
demonstrar os altos níveis de organização e mobilização disciplinada do nosso povo,
em todas as instâncias criadas durante estes últimos anos.
Fazemos chegar aos seus entes mais queridos e que o amaram entranhadamente em
vida, as nossas expressões de solidariedade e condolências, muito especialmente aos
seus filhos e demais familiares.
A Comissão Política rende homenagem ao camarada presidente Hugo Rafael
Chávez Frías, quadro revolucionário que se eternizará no imaginário colectivo da
sábado, 9 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
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Posted: 05 Mar 2013 02:38 PM PST
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Da América Latina à Ásia, passando por África ou o Médio Oriente, as potências coloniais de ontem, neocolonialismo de hoje, fizerem e desfizeram constantemente governos, em função dos seus interesses. O método está bem oleado... Pequeno manual para desestabilizar um regime hostil: 1- Ser-se uma potência imperial, 2 - Financiar todos os movimentos de oposição, por muito pequenos que sejam, reivindicando uma democracia ocidental, 3 - Identificar os futuros possíveis líderes e organizar estágios de formação de agitação, 4 - Dar um impacto internacional a qualquer manifestação da oposição graças aos média controlados por eles, 5 - Destacar a repressão brutal cometida pelos regimes desses países, 6 - Colocar alguns snipers no percurso dos manifestantes e disparar sobre o povo e as forças da ordem, 7 - Denunciar a barbaridade da repressão, 8 - Armar clandestinamente pequenos grupos extremistas estrangeiros, de preferência com ideologias suicidas, e apelidá-los de rebeldes ou combatentes da liberdade, 9 - Apresentar esses pequenos grupos como sendo um movimento popular, 10 - Organizar perto das fronteiras desses países bases de treino de guerrilha, que serão apresentados como campos de refugiados, 11 - Bloquear as vozes discordantes através da censura, 12 - Organizar pequenos grupos de opositores no estrangeiro e fazer com que sejam eles apenas a fonte de qualquer informação, 13 - Bombardear, se o contexto internacional o permitir, as forças armadas desses países dizendo que se está a proteger a população da repressão do ditador que ameaçava matar o seu povo. Logicamente, a médio ou curto prazo, o caos instala-se e atingiu o objectivo: o poder forte que lhe fazia frente desapareceu. Poderá então roubar as riquezas desse país, para tal deverá alimentar conflitos internos (étnicos, religiosos,...) organizando de vez em quando atentados suicidas. Já não necessita de cobertura mediática. Texto de Marco Tugayé, traduzido do francês por Octopus. |
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Tito Lívio
Tito Lívio, conhecido simplesmente como Lívio, é o autor da obra histórica intitulada Ab urbe condita, onde tenta relatar a história de Roma desde o momento tradicional da sua fundação 753 a.Wikipedia
Nascimento: 59 a.C., Pádua
Falecimento: 17 d.C., Pádua
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Tito Lívio
Tito Lívio nasceu em 59 a. C. em Pádua e morreu em 16 d. C. na mesma cidade. Era de família patrícia e foi amigo de Augusto e precetor de Cláudio. Foi enorme a sua reputação como escritor.A sua História Romana desde a fundação compunha-se de 142 livros dos quais nos chegaram apenas os livros I-IX e XXI-XLV mais alguns fragmentos.
É posterior a Tito Lívio a divisão da sua obra em décadas(grupos de 10 livros).
O valor de Tito Lívio como historiador é discutível. Não tem a preocupação dos documentos e das fontes,nem espírito crítico. Tem sobretudo a preocupação de moralizar. Os seus heróis são modelos e as virtudesdo passado são enaltecidas.
Embora sincero, não é imparcial. O seu amor por Roma fá-lo exaltar em excesso os seus concidadãos em detrimento de inimigos como Aníbal e os Cartagineses. Literariamente, porém, Tito Lívio está na primeira linha dos escritores romanos. Narrador vivo e dramático, vale também pelos discursos que coloca na boca das suas personagens e que, embora fictícios e retóricos, lhes definem o carácter. O seu estilo, amplo,nobre e harmonioso lembra Cícero, embora se lhe possam apontar algumas irregularidades de sintaxe.
---in Infopédia
domingo, 3 de março de 2013
Opinião
Comunismo: um gigantesco processo de emancipação ainda longe de concluído
por Domenico Losurdo [*]
Continuo a julgar correcta a visão da ideologia alemã, segundo a qual o comunismo é sobretudo "o movimento real que abole o actual estado de coisas". Observemos as mutações que se verificaram no mundo a partir da primeira revolução que se reclamou de Marx e Engels. Antes de Outubro de 1917 não havia democracia, mesmo no Ocidente: era o reino das três grandes discriminações para com as mulheres, as classes subalternas, os povos coloniais e de origem colonial.Com Fevereiro e Outubro de 1917, a Rússia revolucionária reconheceu às mulheres direitos políticos e activos e passivos. A República de Weimar (nascida da revolução que explodiu na Alemanha um ano após a revolução de Outubro) tomou o mesmo caminho, seguido pelos Estados Unidos. É certo que na Itália, Alemanha, Áustria e Inglaterra o sufrágio universal (masculino) estava mais ou menos afirmado, mas ficava neutralizado por uma Câmara alta que permanecia o apanágio da nobreza e da grande burguesia. A discriminação racial apresentava-se sob uma forma dupla: considerados como indignos de se constituírem como Estado nacional independente, os povos coloniais eram submetidos à dominação absoluta das grandes potências. Num país como os EUA, os afro-americanos eram excluídos dos direitos políticos (e por vezes mesmo dos direitos cívicos). A ultrapassagem da discriminação racial sob estes dois aspectos não pode ser pensada sem o capítulo da história aberto por Outubro de 1917. O papel desempenhado pelos Partidos Comunistas nas revoluções anti-coloniais é notável. E no que se refere aos Estados Unidos? Em Dezembro de 1952, o ministro da Justiça enviava o Tribunal Supremo, ocupada a discutir a questão da integração nas escolas públicas, uma carta eloquente: "A discriminação racial leva a água ao moinho da propaganda comunista". O desafio comunista desempenhou um papel essencial igualmente na ultrapassagem do regime da supremacia branca. Os direitos sociais e económicos fazem parte da democracia tal como a esquerda a entende. E foi este patriarca do neoliberalismo, Hayek, que denunciou o facto de que a teorização e a presença no Ocidente destes direitos remetiam à influência, por ele considerada nefasta, da "revolução marxista russa". Compreende-se portanto que, à atenuação do desafio comunista, corresponda no Ocidente uma restauração. Não se trata só do desmantelamento do Estado social. O peso da riqueza é tão forte que, mesmo nas colunas do New York Times, podem-se ler denúncias considerando que o regime em vigor nos Estados Unidos assemelha-se mais a uma "plutocracia" do que à democracia. A contra-revolução é evidente igualmente nos caso do colonialismo, reavaliada pelo teórico da "sociedade aberta", Karl Popper: "Nós libertámos estes Estados (as antigas colónias) muito apressadamente e de modo demasiado simplista". Vejamos, em sentido contrário, o que se passa num país continente que ficou sob a direcção do Partido Comunista. Pondo fim à catástrofe provocada pelas guerras do ópio e a agressão colonialista, a China devolveu a centenas de milhões de pessoas o primeiro dos direitos do homem, a saber, o direito à vida. O Estado social começa aqui a dar os seus primeiros passos, ao passo que doravante ele é renegado no Ocidente, inclusive no plano teórico. Mas isto não é tudo: ao reduzir rapidamente seu atraso tecnológico em relação aos países capitalistas mais avançados, a China põe fim à "era de Colombo", que havia começado com a descoberta-conquista da América e que viu o Ocidente sujeitar o planeta inteiro. Vêem-se criar as condições para frustrar as tentações colonialistas e democratizar as relações internacionais. O declínio da doutrina Monroe, à qual a revolução cubana infligiu pela primeira vez um golpe severo, está lá para confirmar. Como acontecer muitas vezes com revoluções, aquela principiada há aproximadamente um século seguiu um percurso completamente imprevisto. Estamos em todo caso na presença de um gigantesco processo de emancipação que está bem longe de ter chegado à sua conclusão. O original encontra-se em www.humanite.fr/... Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ . |
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Nicolau Maquiavel foi um importante historiador, diplomata, filósofo, estadista e político italiano da época do Renascimento. Nasceu na cidade italiana de Florença em 3 de maio de 1469 e morreu, na mesma cidade, em 21 de junho de 1527.
Vida e obras
Filho de pais pobres, Maquiavel desde cedo se interessou pelos estudos. Aos sete anos de idade começou a aprender latim. Logo depois passou a estudar ábaco e língua grega antiga.
Aos 29 anos de idade, ingressou na vida política, exercendo o cargo de secretário da Segunda Chancelaria da República de Florença. Porém, com a restauração da família Médici ao poder, Maquiavel foi afastado da vida pública. Nesta época, passou a dedicar seu tempo e conhecimentos para a produção de obras de análise política e social.
Em 1513, escreveu sua obra mais importante e famosa “O Príncipe”. Nesta obra, Maquiavel aconselha os governantes como governar e manter o poder absoluto, mesmo que tenha que usar a força militar e fazer inimigos. Esta obra, que tentava resgatar o sentimento cívico do povo italiano, situava-se dentro do contexto do ideal de unificação italiana.
Entre os anos de 1517 e 1520, escreveu “A arte da guerra”, um dos livros menos lidos do autor.
Em 1520, Maquiavel foi indicado como o principal historiador de Florença.
Nos “Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio”, de 1513 a 1521, Maquiavel defende a forma de governo republicana com uma constituição mista, de acordo com o modelo da República de Roma Antiga. Defende também a necessidade de uma cultura política sem corrupção, pautada por princípios morais e éticos.
O termo “maquiavélico”
Em função das ideias defendidas no livro “O Príncipe”, o termo “maquiavélico” passou a ser usado para aquelas pessoas que praticam actos desleais (até mesmo violentos) para obter vantagens, manipulando as pessoas. Este termo é injustamente atribuído a Maquiavel, pois este sempre defendeu a ética na política.
Frases de Maquiavel
- "Os homens ofendem mais aos que amam do que aos que temem."
- "Os homens ofendem mais aos que amam do que aos que temem."
- "O desejo de conquista é algo natural e comum; aqueles que obtêm sucesso na conquista são sempre louvados, e jamais censurados; os que não têm condições de conquistar, mas querem fazê-lo a qualquer custo, cometem um erro que merece ser recriminado."
- "Nada faz o homem morrer tão contente quanto o recordar-se de que nunca ofendeu ninguém, mas, antes, ajudou a todos."
- "Quem do prazer se priva e vive entre tormentos e fadigas, do mundo não conhece os enganos."
- "Todos os profetas armados venceram, e os desarmados foram destruídos."
- "A ambição é uma paixão tão forte no coração do ser humano, que, mesmo que galguemos as mais altas posições, nunca nos sentimos satisfeitos."
- "Os homens quando não são forçados a lutar por necessidade, lutam por ambição."
- "O homem que tenta ser bondoso todo tempo está fadado à ruína entre os inúmeros outros que não são bons."
- "O homem esquece de forma mais fácil a morte do pai do que a perda do patrimônio".
- "Na política, os aliados atuais são os inimigos de amanhã."
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Continuo a julgar correcta a visão da ideologia alemã, segundo a qual o comunismo é sobretudo "o movimento real que abole o actual estado de coisas". Observemos as mutações que se verificaram no mundo a partir da primeira revolução que se reclamou de Marx e Engels. Antes de Outubro de 1917 não havia democracia, mesmo no Ocidente: era o reino das três grandes discriminações para com as mulheres, as classes subalternas, os povos coloniais e de origem colonial.