quinta-feira, 4 de julho de 2013

ILUMINISMO


O que é Iluminismo:

Iluminismo foi um movimento intelectual que ocorreu na Europa do século XVIII, e teve sua maior expressão na França, palco de grande desenvolvimento da Ciência e da Filosofia. Também conhecido como Época das Luzes, foi o período de transformações na estrutura social, na Europa, onde os temas giravam em torno da Liberdade, do Progresso e do Homem.
Iluminismo foi um processo desenvolvido para corrigir as desigualdades da sociedade e garantir os direitos naturais do indivíduo, como  a liberdade e a livre posse de bens. Os iluministas acreditavam que Deus estava presente na natureza, e também no próprio indivíduo, que podia descobri-lo por meio da razão.
Iluminismo é o nome que se dá à ideologia que foi sendo desenvolvida e incorporada pela burguesia, na Europa, a partir das lutas revolucionárias do final do século XVIII.
Iluminismo é uma doutrina filosófica e religiosa preconizada no século XVIII, baseada na existência de uma inspiração sobrenatural.

Origem do Iluminismo

As origens do Iluminismo, já se encontravam no século XVII, nos trabalhos do francês René Descartes, que lançou as bases do racionalismo, como a única fonte de conhecimento. Muito influentes no século XVIII foram também Bento Espinosa e J. Locke, assim como I. Newton.
O iluminismo foi um movimento que teve seu ponto de partida na dúvida e na insatisfação, que eram constantes na Europa, nas duas últimas décadas do século XVIII. Na França, onde o movimento teve maior expressão, os limites feudais se chocavam com o desenvolvimento do capitalismo emergente. A burguesia, liderando camponeses e operários, lançou-se contra a nobreza e o clero e assumiram a direcção do movimento.

Iluminismo na França

Era na França do século XVIII, o palco mais expressivo das contradições dos limites feudais, que se chocavam com os grupos privilegiados e o rei.
As lutas sociais, o desenvolvimento da burguesia e de seus negócios e a crença na racionalidade chegaram ao auge na propagação dos ideais iluministas, estes levados pela onda da Revolução Francesa. Puseram fim às práticas feudais existentes naquele país e estimularam a queda de regimes absolutistas-mercantilistas, em outras partes da Europa.

Pensadores do Iluminismo

Os pensadores iluministas, chamados indistintamente de "filósofos", provocaram uma verdadeira revolução intelectual na história do pensamento moderno. Inimigos da intolerância, esses pensadores defendiam acima de tudo a liberdade. Eram partidários da ideia de progresso, procuravam uma explicação racional para tudo.
O principal objetivo dos filósofos era a busca da felicidade humana. Rejeitavam a injustiça, a intolerância religiosa e os privilégios. Pela promessa de livrar a humanidade das trevas e trazer a luz por meio do conhecimento, esses filósofos foram chamados de iluministas.
Um dos maiores nomes do iluminismo foi o francês Voltaire, que criticava a Igreja e o clero e os resquícios da servidão feudal. Porém, acreditava na presença de Deus na natureza e no homem, que podia descobri-lo por meio da razão, daí a ideia de tolerância e de uma religião baseada na crença em um ser supremo. Acreditava na livre expressão, condenando a censura. Criticava a guerra e acreditava nas reformas, que realizadas sob a orientação dos filósofos, podiam resultar em um governo progressista.
Montesquieu, que era aristocrata, afirmava que cada pais deveria ter um tipo de instituição política, de acordo com o seu progresso económico-social. Sua contribuição mais conhecida foi a doutrina dos três poderes, em que defendia a divisão da autoridade governamental em três instâncias: executivo, legislativo e judiciário, cada um deles deveria agir de modo a limitar a força dos outros dois.
Jean Jacques Rousseau foi o mais radical e popular dos filósofos. Criticava a sociedade privada, idealizava uma sociedade de pequenos produtores independentes. Defendeu a tese da bondade natural dos indivíduos, prevertidos pela civilização. Propunha uma vida familiar simples, uma sociedade baseada na justiça, igualdade e soberania do povo.

Expansão do Iluminismo

O clima ideológico criado pelos iluministas tornou-se tão forte e difundido que vários governantes procuraram colocar em prática suas ideias. Sem abandonar o poder absoluto, procuraram governar conforme a razão e os interesses do povo.
Filósofos franceses materialistas e empiristas do século das Luzes: La Mettrie, Helvétius, d´Holbach, Diderot. 
in Significados.com.br.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

HELVETIUS

 Claude Adrien Helvétius (Paris, 26 de fevereiro de 1715 - Paris, 26 de dezembro de 1771) foi um filósofo e literato francês.
Filho de um médico de Luís XV, estudou com os jesuítas no colégio Louis-le-Grand. Aos 23 anos, obteve o cargo de caseiro geral, com uma boa renda que lhe permitiu levar uma vida sem problemas, frequentando os meios literários e artísticos. Casando-se, retirou-se para o campo, onde se dedicou à literatura. Hesitou muito tempo antes de encontrar o gênero literário que lhe convinha, até apresentar sua obra filosófica Do espírito.
Devido sobretudo ao seu anticlericalismo, o livro foi condenado por uma carta apostólica do papa Clemente XIII, em 1759. Com isso, Helvétius resolveu nada mais publicar.
Em 1764 foi à Inglaterra e, no ano seguinte, à Prússia. A amizade com o enciclopedista Jean le Rond d'Alembert abriu-lhe as portas daAcademia de Berlim. Deixou diversas obras publicadas postumamente, entre elas: Verdadeiro sentido do sistema da natureza e Do homem, das faculdades intelectuais e de sua educação. Este último, aliás, foi condenado pelo parlamento francês e queimado.
Influenciado pelas ideias de John Locke e Condillac, Helvétius pretendeu ampliar o empirismo às questões morais e políticas. Considerava que todas as ideias eram apenas afecções dos sentidos, não havendo qualquer faculdade especial de reflexão que fosse distinta das sensações. Essa fonte única de todo conhecimento servia de base para a doutrina ética e social segundo a qual todos os homens eram iguais e teriam as mesmas aspirações. Todos os comportamentos humanos seriam fundamentados no interesse - impulso para a obtenção do prazer e a eliminação da dor. Através da educação, os homens deveriam ser levados a fazer com que seus interesses individuais coincidissem com os interesses da coletividade. Mas para isso era indispensável combater os grandes obstáculos constituídos pelas superstições e preconceitos religiosos, fomentados, segundo Helvétius, pelo egoísmo da classe sacerdotal.

Barão de HOLBACH

domingo, 30 de junho de 2013

Os grandes filósofos



Paul Henri Thiry d'Holbach

Autor perfil


nascido
em Edesheim, Rheinpfalz, Alemanha 
8 de dezembro de 1723

morreu
21 de janeiro de 1789

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Sobre o autor

Paul-Henri Thiry, o barão d'Holbach era um filósofo, tradutor e importante figura social do Iluminismo francês. Ele nasceu no Palatinado Renano, mas viveu e trabalhou principalmente em Paris, França. Seu livro mais famoso, O Sistema da Natureza ( Le Système de la nature ), foi publicada sob o nome de Jean-Baptiste de Mirabaud , o secretário da Academie Française que tinha morrido dez anos antes. Nos seus escritos filosóficos Holbach desenvolveu um determinista e metafísica materialista que fundamentou sua polémica contra a religião organizada e sua teoria ética e política utilitária. Como tradutor, Holbach fez contribuições significativas para o Iluminismo europeu na ciência e na religião. Traduziu obras alemãs sobre química e geologia para o francês, resumindo muitos dos avanços alemães nessas áreas em suas entradas na Enciclopédia de Diderot. Holbach também traduziu obras importantes sobre religião e filosofia política para o francês. Holbach permanece mais conhecido, no entanto, pelo seu papel na sociedade parisiense. O círculo próximo de intelectuais que Holbach recebia em sua casa e que, de várias maneiras, patrocinou, a Enciclopédia e um grande  número de obras religiosas, éticas e políticas, contribuíram para a base ideológica da Revolução Francesa. Apesar das opiniões radicais de muitos membros de seu círculo social, no entanto, a ampla lista de convidados a visitar o Holbach incluiu muitas das figuras políticas e intelectuais mais importantes da Europa. Seu salão de beleza, então, foi ao mesmo tempo um abrigo para o pensamento radical e um centro de cultura progressista. (less)

Jean Meslier

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Jean Meslier
Jean Meslier (Mazerny15 de junho de 1664 - Étrépigny17 de junho de 1729) foi um sacerdote católico francês. Sua notoriedade se deve à autoria de um ensaio filosófico promovendo o ateísmo, descoberto após sua morte. Descrita como seu "testamento" aos seus paroquianos, o texto denuncia a "falsidade e vanidade de todas as divindades e de todas as religiões do mundo"1 2 .

Referências

  1.  Piva, P. J. L. Ateísmo e comunismo: o lugar de Jean Meslier na filosofia política das Luzes. Cadernos de Ética e Filosofia Política 7, 2/2005, p. 99-107
  2.  Thinker: Jean Meslier. New Humanist Volume 122 Issue 4 July/August 2007 (em inglês

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Os Grandes Filósofos

Filósofo grego

Aristóteles

384 a.C., Estagira, Macedônia
322 a.C., Cálcis, Grécia
Da Página 3 Pedagogia & Comunicação
[creditofoto]
Busto de Aristóteles
Atualizado em 3/10/2012, às 8h43.
Nasceu em Estagira, na península macedônica da Calcídica (por isso é também chamado de o Estagirita). Era filho de Nicómaco, amigo e médico pessoal do rei Amintas 2o, pai de Filipe e avô de Alexandre, o Grande.

Aos 16 ou 17 anos, Aristóteles mudou-se para Atenas, então o centro intelectual e artístico da Grécia, e estudou na Academia de Platão até a morte do mestre, no ano 347 a.C.

Depois disso, passou algum tempo em Assos, no litoral da Ásia Menor (atual Turquia), onde casou-se com Pítias, a sobrinha do tirano local. Sendo este assassinado, o filósofo fugiu para Mitilene, na ilha de Lesbos. Foi depois convidado para a Corte da Macedónia onde, durante três anos, exerceu o cargo de tutor de Alexandre, mais tarde "o Grande".

Em 335 a.C. voltou a Atenas e fundou uma escola próxima ao templo de Apolo Lício, de onde recebeu seu nome: Liceu. O caminho coberto ("peripatos") por onde costumava caminhar enquanto ensinava deu à escola um outro nome: Peripatética. A escola se tornaria a rival e ao mesmo tempo a verdadeira herdeira da Academia platónica.

Com a morte de Alexandre, em 323 a.C., o imenso império por ele erguido esfacelou-se. Em Atenas eclodiu um movimento que visava a restaurar a independência da cidade-Estado. Mal visto pelos atenienses por sua origem macedónica, foi acusado de "ateísmo" ou "impiedade". Para não ter o mesmo fim de Sócrates, condenado ao suicídio, exilou-se voluntariamente em Cálcida, na ilha da Eubéia, onde morreu um ano depois.

Aristóteles é considerado um dos mais fecundos pensadores de todos os tempos. Suas investigações filosóficas deram origem a diversas áreas do conhecimento. Entre outras, podem-se citar a biologia, a zoologia, a física, a história natural, a poética, a psicologia, sem falar em disciplinas propriamente filosóficas como a ética, a teoria política, a estética e a metafísica.

Cada uma dessas áreas é discutida minuciosamente pelo filósofo. Suas investigações, muitas vezes de carácter exploratório, não chegavam a conclusões definitivas. De modo geral, Aristóteles fazia uma lista das hipóteses já enunciadas sobre determinado assunto e demonstrava sua inconsistência para, a seguir, buscar respostas que preservassem o melhor das hipóteses analisadas.

As obras de Aristóteles que sobreviveram ao tempo foram obtidas a partir de anotações do próprio autor para suas aulas, de textos didácticos, de anotações dos discípulos, ou ainda de uma mistura de várias fontes. De suas obras destacam-se "Organon", dedicada à lógica formal; "Ética a Nicómaco" (cujo título indica o tema; Nicómaco era também o nome de seu filho); "Poética" e "Política".
Veja errata.

Templo dórico, Viagem à Sicília, Agosto 2009

Templo grego clássico da Concórdia

Templo grego clássico da Concórdia
Viagem à Sicília

Teatro greco-romano

Teatro greco-romano
Viagem à Sicília

Pupis

Pupis
Viagem à Sicília Agosto 2009

Viagem à Polónia

Viagem à Polónia
Auschwitz: nele pereceram 4 milhôes de judeus. Depois dos nazis os genocídios continuaram por outras formas.

Viagem à Polónia

Viagem à Polónia
Auschwitz, Campo de extermínio. Memória do Mal Absoluto.

Forum Romano

Forum Romano
Viagem a Roma, 2009

Roma - Castelo de S. Ângelo

Roma - Castelo de S. Ângelo
Viagem a Roma,2009

Roma-Vaticano

Roma-Vaticano

Roma-Fonte Trévis

Roma-Fonte Trévis
Viagem a Roma,2009

Coliseu de Roma

Coliseu de Roma
Viagem a Roma, Maio 2009

Vaticano-Igreja de S.Pedro

Vaticano-Igreja de S.Pedro

Grécia

Grécia
Acrópole

Grécia

Grécia
Acrópole

Viagem à Grécia

Viagem à Grécia

NOSTALGIA

NOSTALGIA

CLAUSTROFOBIA

CLAUSTROFOBIA