quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Pelo Socialismo
Questões político-ideológicas com atualidade
http://www.pelosocialismo.net
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Publicado no sítio do PCPE, em 2014/01/31: http://pcpe.es/estado/item/3072-declaraci%C3%B3n-de-partidoscomunistas-
y-obreros-para-el-desarrollo-de-la-lucha-obrera-y-popular-ante-las-elecciones-al-parlamentoeuropeo.
html
Tradução do castelhano de HJR
Colocado em linha em: 2014/02/10
Declaração de Partidos Comunistas e
Operários, para o desenvolvimento da luta
operária e popular nas eleições para o
Parlamento Europeu
A “INICIATIVA de Partidos Comunistas e Operários, para preparar e
estudar as questões europeias e para coordenar a sua atividade”, fundada
em outubro de 2013, por 29 partidos comunistas e operários, aprovou a
seguinte DECLARAÇÃO, que dirige à classe operária e aos povos da
Europa, fazendo também um apelo aos partidos comunistas e operários
da Europa que ainda não integram a “INICIATIVA”, mas que podem estar
de acordo com o nosso apelo e a nossa análise, para que a subscrevam,
facilitando a nossa luta comum e a nossa actividade conjunta face às
políticas contra o povo e face às uniões imperialistas da UE e da NATO.
Fortaleçamos a luta contra a exploração capitalista e contra a
UE – por uma Europa dos povos e Pelo Socialismo!
Aos trabalhadores e trabalhadoras, trabalhadores independentes, artesãos, pequenos
agricultores e criadores de gado, às mulheres, aos jovens, aos pensionistas e
reformados, às pessoas com necessidades especiais.
Nós, os Partidos Comunistas e Operários signatários desta declaração, dirigimo-nos a
vós, a propósito das Eleições Europeias de 2014.
A realidade demonstra que a UE, bloco imperialista europeu, nunca teve como
objetivo alcançar o bem-estar do povo trabalhador. A UE sempre foi um instrumento
do grande capital europeu para maximizar os seus lucros e garantir a sua hegemonia.
A UE não pode ser reformada de nenhuma maneira, nem pode transformar-se num
instrumento que beneficie o povo. Aqueles que geram expetativas sobre uma eventual
mudança de orientação na UE, através da substituição do presidente da Comissão
Europeia, de modo a convertê-la em algo proveitoso para os povos, estão a enganálos.
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Os povos defendem os seus interesses através da luta, para alterar a situação actual,
para mudar a correlação de forças, na luta pela Europa do socialismo, que garantirá o
direito ao trabalho, os direitos de proteção social, os rendimentos e o futuro dos
trabalhadores e trabalhadoras.
Os nossos partidos defendem os vossos interesses, os interesses da classe operária,
dos setores populares e os direitos da juventude.
Lutamos contra o desemprego, contra as medidas contrárias ao povo, que os
governos de cada país e a União Europeia, de forma coordenada, estão a impor, com
o objetivo de reduzir os salários e pensões, de acabar com os direitos laborais
e sociais, de mercantilizar a saúde, a educação e os serviços sociais; com o objetivo de
destruir o meio ambiente e de acabar com os direitos e liberdades democráticas.
Lutamos contra a UE, que trata de superar a crise à custa dos povos.
Condenamos o anticomunismo, a repressão e a restrição de direitos soberanos dos
povos.
Os nossos partidos defendem:
• A luta dos trabalhadores/as e desempregados/as pelo trabalho estável e a
jornada completa.
• A defesa dos rendimentos do povo e o incremento dos salários e pensões.
• A saúde, educação e serviços sociais públicos e gratuitos.
• Os direitos democráticos nos locais de trabalho, os direitos laborais e de
protecção social.
• Os direitos da classe operária imigrante.
• Os pequenos e médios agricultores e produtores de gado.
• A proteção do meio ambiente, que está a ser sacrificada aos lucros do grande
capital.
• Denunciamos a agressividade imperialista contra os povos, as guerras e as
intervenções imperialistas. Lutamos pela paz, pela retirada de todas as bases
militares dos EUA e da NATO. Lutamos contra a NATO, contra as “Parcerias
para a Paz” e o euro-exército. Lutamos contra a participação em guerras e
intervenções imperialistas.
• Lutamos contra a ofensiva em grande escala contra trabalhadores, que se
intensifica nas condições da crise capitalista de sobreprodução e
sobreacumulação.
• Estamos com as famílias operárias e populares que sofrem as dramáticas
consequências da crise capitalista, que agudiza de forma dramática as
condições de vida da classe operária e dos setores populares.
• Apoiamos a luta dos povos dos Estados membros da Europa Oriental, que
estão a sofrer as duras consequências da adesão dos seus países à UE.
Exortamos a classe operária e os povos:
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• A desenvolver a sua luta face a todos os problemas que afetam o povo, a
fortalecer a sua resistência contra a ofensiva do capital e contra os governos e
partidos que servem os interesses deste.
• A fortalecer a sua luta contra a União Europeia, enquanto união do capital que
ataca os direitos dos povos.
• A apoiar de todas as formas possíveis os Partidos Comunistas e Operários que
denunciam a UE e a sua estratégia na batalha das Eleições Europeias de 25 de
Maio de 2014. A que debilitem os partidos que apoiam a UE e a sua linha
política e que defendem a UE “irreversível” do capital.
Esta posição dará força à luta popular em toda a Europa e os
trabalhadores e as trabalhadoras lutarão a partir de uma
posição mais vantajosa.
A UE não serve os interesses dos povos, mas apenas os interesses dos
multimilionários, dos super-ricos, dos interesses dos monopólios e serve a
concentração e centralização do capital, reforçando as suas caraterísticas de bloco
imperialista económico, político e militar de Estados, antagónico aos interesses da
classe operária e dos setores populares.
Os povos defendem os seus interesses ao oporem-se à tentativa de manipulação a que
os querem submeter a UE, os seus organismos e os governos e partidos que apoiam
esta união imperialista.
Estes prometem que a UE pode garantir o nosso direito ao trabalho e os direitos
laborais e sociais. Querem que o povo acredite que podem dar-lhes melhores
condições de vida. Isto não passa de uma grande mentira.
Vamos aos factos! O número de desempregados na UE é de 30 milhões de pessoas, o
subemprego e a pobreza crescem constantemente e o futuro da juventude está a ser
destruído.
Os direitos mais básicos do povo trabalhador e dos setores populares estão a ser
abolidos. Os pequenos agricultores e produtores de gado estão a ser liquidados, os
trabalhadores independentes estão a ser asfixiados pela concorrência dos
monopólios. Entretanto, intensifica-se a desigualdade e a discriminação contra as
mulheres e a perseguição aos imigrantes.
O arsenal que a UE atira contra os povos está a ser reforçado com novas medidas. O
“pacto de estabilidade”, a “governação económica reforçada” e o resto dos
instrumentos que estão a ser utilizados criam uma situação dolorosa para os povos.
A “Política Comum de Segurança e Defesa” constitui um perigoso mecanismo para
guerras e intervenções, ao serviço da agressão imperialista.
A força motriz da unificação capitalista é os interesses dos monopólios europeus; a
UE desenvolve-se sempre num sentido reacionário e à custa dos povos.
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Por consequência, é óbvio que nem esta união interestatal capitalista, nem o Banco
Central Europeu podem converter-se em algo favorável aos povos, como dizem os
partidos europeus que apoiam a estratégia da UE.
Não pode, igualmente, a UE ser defendida como um “contrapeso” à NATO e aos EUA,
como clamam alguns dos que apoiam esta aliança predatória.
A UE coopera intimamente com a NATO e os EUA contra os povos, enquanto a luta
interimperialista se intensifica, pelo controlo dos mercados e pela repartição do
saque.
Os Partidos Comunistas e Operários signatários desta
declaração:
Denunciamos que a ofensiva do capital é unificada e afeta todos os Estados membros,
bem como o resto dos Estados capitalistas europeus no seu conjunto e, por
consequência, é necessário fortalecer as lutas conjuntas dos Partidos Comunistas e
dos povos, para desenvolver a solidariedade com a luta dos trabalhadores, em toda a
Europa e em todo o mundo.
Insistimos em que existe outra via de desenvolvimento para os povos. Através das
lutas operárias passa para primeiro plano a perspetiva de outra Europa, a
prosperidade dos povos, o progresso social, os direitos democráticos, a cooperação
igualitária, a paz e o socialismo.
Acreditamos no direito de todos os povos escolherem de forma soberana a sua via de
desenvolvimento, incluindo o direito a desvincular-se das estruturas da UE e da
NATO, de qualquer organização imperialista e, ainda, de lutar pela via de
desenvolvimento socialista.
Esta é a verdadeira resposta às tentativas organizadas de confundir os povos.
Esta é a verdadeira resposta favorável aos povos, ao denominado “euroceticismo”,
bem como aos partidos nacionalistas e nazi-fascistas, que procuram explorar a agonia
e os problemas do povo para se fortalecerem como a ponta-de-lança dos monopólios.
Esta é a verdadeira resposta às teorias reacionárias e anti-históricas que equiparam o
comunismo ao nazismo. É a resposta ao anticomunismo que difundem e ao sistema
que as alimenta.
Convocamos a classe operária e os povos da Europa para que respondam a este apelo
responsável, por parte dos Partidos Comunistas e Operários.
Debilitai as forças que apoiam a UE – Apoiai os partidos
comunistas e operários unindo-vos a eles.
Não à UE dos monopólios, do capital e da guerra!
Por uma Europa de prosperidade para o povo, de paz, de
justiça social e de direitos democráticos, de socialismo!
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Os 29 partidos que inicialmente assinam esta declaração são os membros da
Iniciativa Comunista Europeia e que se enumeram abaixo. A declaração está aberta a
adesões de outros partidos que, sem ser membros da Iniciativa, partilhem do seu
conteúdo.
Partido do Trabalho da Áustria
Partido Comunista Operário da Bielorrúsia
Novo Partido Comunista Britânico
União dos Comunistas da Bulgária
Partido dos Comunistas Búlgaros
Partido Socialista Operário de Croácia
Partido Comunista da Dinamarca
Pólo de Renascimento Comunista em França
União de Revolucionários Comunistas da França
Partido Comunista da Macedónia
Partido Comunista Unificado da Geórgia
Partido Comunista da Grécia
Partido do Operário Húngaro
Partido Operário da Irlanda
Partido Comunista da Itália
Partido Socialista da Letónia
Frente Popular Socialista da Lituânia
Partido Comunista de Malta
Resistência Popular da Moldávia
Partido Comunista da Noruega
Partido Comunista da Polónia
Partido Comunista Operário Russo
Partido Comunista da União Soviética
Novo Partido Comunista da Jugoslávia
Partido Comunista da Eslováquia
Partido Comunista dos Povos de Espanha
Partido Comunista da Suécia
Partido Comunista da Turquia
União de Comunistas da Ucrânia

domingo, 9 de fevereiro de 2014

nahoradanossamorte-novela.blogspot.com

DITADURAS - EL SALVADOR

Conflitos internos entre liberais e conservadores, e uma série de choques nas fronteiras com os vizinhos, retardaram o desenvolvimento durante o século XIX. No começo do século XX, os conservadores ganharam influência política e a presidência permaneceu em mãos de famílias da elite como se fosse seu patrimônio pessoal. A primeira parte do século XX foi um período de relativa estabilidade e a economia obteve progressos consideráveis. A história de El Salvador no século XX foi regida por uma série de presidentes militares. Entre 1931 e 1944, o país esteve sob a ditadura de Maximiliano Hernández Martínez. Sucederam-se vários outros governos militares, em meio a uma crise econômica que provocou a emigração de milhares de salvadorenhos e, em 1969, uma breve guerra com a vizinha Honduras, apaziguada pela intervenção da Organização dos Estados Americanos com a criação de uma zona desmilitarizada (1971). Alguns dos presidentes militares, como Oscar Osorio (1950-1956) e José M. Lemos (1956-1960), mostraram-se um tanto simpáticos às extremamente necessárias reformas sociais e foram mantidos em xeque por seus colegas militares mais conservadores, em comum acordo com as oligarquias civis.
revolução cubana de Fidel Castro e a guerrilha de esquerda nos outros países da América Central empurraram o exército salvadorenho firmemente para a direita. A miséria no campo facilitou o surgimento de vários movimentos guerrilheiros de esquerda. Medidas repressivas e violação dos direitos humanos pelo exército durante os anos 70 e 80 foram documentadas por várias agências internacionais e o número de refugiados acarretou um grande problema.
San Salvador, a capital do país.
Em 1972, foi eleito presidente Arturo Molina, e, em 1977, o general Carlos Humberto Romero. Em 1979, uma junta militar derrubou o presidente Carlos Humberto Romero. A junta não conseguiu unificar o país nem derrotar as guerrilhas, as quais controlavam parte do país. José Napoleón Duarte se uniu à junta e assumiu a presidência em dezembro de 1980. No início da década de 1980, forças de oposição entraram em luta armada com o governo. Em 1983, a guerrilha controlava diversas áreas do país, e os Estados Unidos aumentaram a ajuda militar ao governo. José Napoleón Duarte, eleito presidente em 1984, tentou sem resultado a paz com a guerrilha. Em 1988, o vice-presidente Rodolfo Castillo assumiu em lugar de Duarte, enfermo com câncer.
Nas eleições de 1989, a Aliança Republicana Nacionalista (Arena), de extrema direita, obteve a maioria da Assembléia Nacional e seu líder, Alfredo Cristiani Burkard, sucedeu a Duarte na presidência. No ano seguinte, o grupo guerilheiro de extrema esquerda FMLN (Frente Farabundo Marti de Liberación Nacional) e o governo iniciaram negociações para a paz sob mediação da ONU. O secretário-geral da ONU, Pérez de Cuellar, empreendeu conversações de paz durante o ano de 1991, cujas recomendações começaram a ser implementadas com sucesso em 1992, pondo fim a 12 anos de guerra civil que custou cerca de 75.000 vidas. A FMLN transformou-se em partido político. Nas eleições de 1994, acompanhadas por observadores da ONU, foi eleito presidente da República o candidato direitista Armando Calderón Sol (Arena) com a árdua tarefa de reconstruir a economia do país e cicatrizar as feridas da guerra civil. Em março de 1999Francisco Flores, candidato da Arena à presidência do país, derrotou o ex-líder da guerrilha durante a guerra civil de El Salvador (1979-1992), Facundo Guardado, da FMLN. Flores tomou posse, para um mandato de cinco anos, em 20 de junho de 2000.

in Wikipédia

sábado, 8 de fevereiro de 2014

DITADURAS - Argentina

Peronismo

Publicado por: Rainer Gonçalves Sousa em História da AméricaPeronismo 
Juan Perón estabeleceu na Argentina a onda populista que tomou conta de diferentes governos latino-americanos.

O desenvolvimento econômico argentino
 trouxe um amplo processo de urbanização
 que concomitantemente ampliou os grupos
 trabalhadores do país. A ascendência
 desse novo cenário sócio-político 
estremeceu o controle político das 
oligarquias que se cristalizaram no
 poder. As tensões e disputas
 políticas ficaram assim marcadas
 pelo surgimento da União Cívica Nacional, que reunia diversos grupos políticos 
defensores do estado democrático. 

Durante a década de 1920, a União Cívica conseguiu chegar ao poder com a
 eleição de Hipólito Irigoyen. A força política desse novo grupo foi oprimida pelos
 grupos conservadores que, no ano de 1930, realizaram um golpe político com 
o apoio dos Estados Unidos. Dessa forma, a década de 1930 foi conhecida 
como a década da infâmia, onde fraudes eleitorais e a violência davam 
sustentação à chamada Concordância. 

No ano de 1943, a Concordância impôs o mandato de Ramon Castilho,
 que ficaria conhecido como o último dos presidentes apoiados pelo
 grupo conservador. Em seu governo, o coronel Juan Domingo Perón 
liderou a pasta do Ministério do Trabalho. Utilizando uma pauta de ação
 política extremamente voltada às classes, Perón incentivou a ampliação 
dos direitos trabalhistas e a organização dos movimentos sindicais argentinos. 

Seu apelo popular, usualmente dirigido aos “descamisados” da nação argentina,
 fez com que Perón ganhasse as eleições de 1946. A sua perspectiva política
combinava elementos de traço populista e mecanismo de centralização do poder. 
O governo atuava diretamente na economia, monopolizando o comércio exterior
 e nacionalizando outros vários setores da economia. O poder de intervenção 
estatal aliado ao notável desenvolvimento econômico trouxe um cenário marcado
 por baixos preços e altos salários. 

De acordo com o próprio Perón, essa seria a autêntica “justiça social” necessária 
ao povo argentino. A fama desse seu discurso acabou dando nome ao seu estilo 
de governo, conhecido como “justicialista”. Os elementos paternalistas e nacionalistas
 de Juan Perón andavam de mãos dadas com um governo repressor que não 
aceitava protestos públicos e aniquilou a oposição política através de um sistema
 unipartidarista. 

A popularidade que lhe garantiu um segundo mandato, em 1951, não conseguiu
 resistir à crise econômica deflagrada naquele mesmo ano. O papel intervencionista
 do Estado acabou gerando uma enorme dívida pública incapaz de desenvolver a 
indústria pesada e de bens não-duráveis. O processo inflacionário veio logo em 
seguida. A estagnação da economia obrigou seu governo a tomar medidas impopulares
 que regulavam o consumo e congelava os salários. 

O clima de instabilidade piorou quando Perón sofreu com as denúncias de corrupção
 e rompeu relações com a Igreja. As boas relações entre Perón e a Igreja foram um 
fator de suma importância para o desgaste de sua imagem política entre uma 
população de maioria católica. Outro ponto que desequilibrou o governo de Perón
 foi a morte de sua esposa, Eva Perón, considerada a verdadeira alma do trabalhismo argentino. 

No mês de setembro de 1955, os militares argentinos realizaram um golpe político contra
 Juan Perón. Acuado e sem amplo apoio popular, abdicou do poder e exilou-se na
 Espanha. A instabilidade política que marcou o cenário argentino a partir de então, 
forçou o governo militar a convocar novas eleições no início dos anos 70. 
Como resultado do pleito, o candidato peronista Héctor Cámpora tornou-se o
 novo presidente argentino. 

O novo presidente argentino articulou forças para que Juan Perón retornasse 
ao posto presidencial. Dessa forma, Hector renunciou ao posto para que novas
 eleições viessem a trazer Perón de volta ao poder, no ano de 1973. Sem
 a mesma eloqüência e vigor de outrora, Perón viria a falecer no ano seguinte. 
Os problemas econômicos e a instabilidade do cenário político abriram portas
 para que, dois anos depois, um novo golpe militar chegasse ao poder.
Por Rainer Sousa 
Mestre em História
in Mundo Educação

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Porque será?

27-10-2013 às 14:51
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Fuzilamento do antigo ditador Ceausescu é nova atracção turística da Roménia

A parede que guarda as marcas de tiros do fuzilamento do ditador comunista romeno Nicolae Ceausescu e da sua mulher, Elena, a 25 de Dezembro de 1989, tornou-se numa nova atracção turística na Roménia.

Após serem abertas ao público a sua casa natal e algumas das luxuosas vilas espalhadas pela Roménia, os curiosos podem visitar agora o local onde morreu o ditador, num pátio do antigo quartel militar de Targovishte, a cerca de 80 quilómetros de Bucareste, e que foi transformado agora em museu.
«Tentamos ambientar o interior do local com as mesmas cores que havia em 1989», explicou o museólogo Mihai Nastase, enquanto mostra o quarto do então general Andre Komanici, que custodiou o quartel durante esses «eternos dias».
Na mesma sala, onde o casal Ceausescu recebia os médicos - Nicolae sofria de diabetes, é possível observar móveis e objectos da época, como um telefone, televisão e as típicas figuras de decorações que quase todas as famílias romenas conservavam nas suas casas.
«Recebemos muitas solicitações de pessoas que desejavam ver o quartel onde Nicolae e Elena foram fuzilados», conta Nastase, que disse que a abertura se deve ao interesse, sobretudo, de estrangeiros.
Os visitantes poderão contemplar a parede que ainda conserva os buracos dos tiros que mataram o ditador e a sua esposa após um percurso de 20 minutos pelas salas do complexo militar.
O museu, que foi uma escola do exército de cavalaria até 1947, quando passou a ser um centro militar, recebeu 1.120 turistas no seu primeiro mês, explica o director do Complexo de Targovishte, Ovidiu Cirstina.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

DITADURAS

Assunto: As grandes famílias que governam o mundo...
Não servirá de muito, mas pelo menos ficamos com mais alguma informação…
As grandes famílias que governam o mundo

Algumas pessoas já começaram a perceber que são os grandes grupos financeiros que dominam o mundo. Esqueçam as intrigas políticas, os conflitos, as revoluções e as guerras. Não é puro acaso. Tudo está planeado de longa data.

Alguns chamam-lhe "teorias da conspiração" ou Nova Ordem Mundial. Seja como for, a chave para compreender os acontecimentos políticos e económicos actuais, está num restrito núcleo de famílias que têm vindo a acumular cada vez mais riqueza e poder.

Fala-se em 6, 8 ou talvez 12 as famílias que dominam verdadeiramente o mundo. Saber quais são é um mistério difícil de desvendar.

Não estaremos muito longe da verdade ao citar os Goldman Sachs, Rockefellers, Lehmans e Kuh Loebs de Nova Iorque, os Rothschild de Paris e Londres, os Warburg de Hamburgo, os Lazards de Paris e os Israel Moses Seifs de Roma.

Muita gente já ouviu falar no Clube de Bilderberg, da Trilateral ou dos Illuminatis. Mas, quais são nomes das famílias que dirigem o mundo acima dos Estados e controlam os organismos internacionais como a ONU, a NATO ou o FMI?

Para tentar responder a essa pergunta, podemos começar pelo mais fácil: recensear os maiores bancos mundiais e verificar quem são os accionistas, os que decidem.

As maiores empresas mundiais são actualmente: Bank of America, JP Morgan, Citigroup, Wells Fargo, Goldman Sachs e Morgan Stanley.

Vejamos agora quem são os seus accionistas.

Bank of America:
State Street Corporation, Vanguard Group, BlackRock, FMR (Fidelity), Paulson, JP Morgan, T. Rowe, Capital World Investor, AXA e Bank of NY Mellon.

JP Morgan:
State Street Corp., Vanguard Group, FMR, BlackRock, T. Rowe, AXA, Capital World Investor, Capital Research Global Investor, Northern Trust Corp. e Bank of Mellon.

Citigroup:
State Street Corporation, Vanguard Group, BlackRock, Paulson, FMR, Capital World Investor, JP Morgan, Northern Trust Corporation, Fairhome Capital Mgmt e Bank of NY Mellon.

Well Fargo:
Berkshire Hathaway, FMR, State Street, Vanguard Group, Capital World Investors, BlackRock, Wellington Mgmt, AXA, T. Rowe e Davis Selected Advisers.

Podemos desde já constatar que aparece um núcleo presente em todas as entidades bancárias: State Street Corporation, Vanguard Group, BlackRock e FMR (Fidelity).
Para não as repetir vamos chama-los, daqui para frente os "quatro grandes"

Goldman Sachs:
"os quatro grandes", Wellington, Capital World Investors, AXA, Massachusetts Financial Service e T. Rowe.

Morgan Stanley:
"os quatro grandes", Mitsubishi UFJ, Franklin Resources, AXA, T. Rowe, Bank of NY Mellon e Jennison Associates.

Como acabamos de verificar são praticamente sempre os nomes dos accionistas principais. Para ir mais longe, podemos agora tentar saber quais são os accionistas destas empresas accionistas desses maiores bancos mundiais.

Bank of NY Mellon:
Davis Selected, Massachusetts Financial Services, Capital Research Global Investor, Dodge, Cox, Southeatern Asset Mgmt e ... "os quatro grandes".

State Street Corporation (um dos "quatro grandes"):
Massachusetts Financial services, Capital Research Global Investor, Barrow Hanley, GE, Putnam Investment e ... "os quatro grandes" (accionistas deles próprios!).

BlackRock (outro dos "quatro grandes"):
PNC, Barclays e CIC.

Quem é que está por trás de PNC? FMR (fidelity), BlackRock, State Street, etc
E por trás de Barclays? BlackRock

E podíamos continuar durante horas, passando pelos paraísos fiscais nas Ilhas Caimão, domiciliações jurídicas no Mónaco ou sociedades fictícias no Liechtenstein. Uma rede onde aparecem sempre as mesmas sociedades, mas nunca um nome de uma família.

Resumindo: as 8 maiores empresas financeiras dos Estados Unidos (JP Morgan, Wells Fargo, Bank of America, Citigroup, Goldman Sachs, US Bancorp, Bank of New York Mellon e Morgan Stanley) são controladas a 100% por dez accionistas e temos quatros empresas sempre presentes em todas as decisões: BlackRock, State Street, Vanguard e Fidelity.


Além disso, a Reserva Federal é formada por 12 instituições bancárias, representadas por um conselho de administração de 7 pessoas, do qual fazem parte os representantes dos "quatro grandes", que por sua vez estão presentes em todas as outras entidades.

Resumindo: a Reserva Federal está controlada por quatro grandes empresas privadas: BlackRock, State Street, Vanguard e Fidelity. Estas empresas controlam assim a políticas monetária americana (e mundial) sem qualquer controlo ou eleição "democrática". Estas empresas desencadearam e participaram na crise económica mundial actual e graça a ela enriqueceram ainda mais.


Para acabar, uma vista de olhos para algumas das empresas controladas por este grupo dos "quatro grandes":

Alcoa Inc.,
Altria Group Inc.,
American International Group Inc.,
AT&T Inc.,
Boeing Co.,
Caterpillar Inc.,
Coca-Cola Co.,
EI DuPont de Nemours & Co.,
Exxon Mobil Corp.,
General Electric Co.,
General Motors Corporation,
Hewlett-Packard Co.,
Home Depot Inc.,
Honeywell International Inc.,
Intel Corp.,
International Business Machines Corp.,
Johnson & Johnson,
JP Morgan Chase & Co.,
McDonald’s Corp.,
Merck & Co. Inc.,
Microsoft Corp.,
3M Co.,
Pfizer Inc.,
Procter & Gamble Co.,
United Technologies Corp.,
Verizon Communications Inc.,
Wal-Mart Stores Inc.
Time Warner,
Walt Disney,
Viacom,
Rupert Murdoch’s News Corp.,
CBS Corporation,
NBC Universal,
...

O mesmo se passa na Europa. Os "quatro grandes" controlam a grande maioria das empresas europeias contadas em bolsa.
Além disso, todos os homens que dirigem os grandes organismos financeiros, seja o FMI, o Banco Central Europeu ou o Banco Mundial, foram "formados" e permanecem os "empregados" dos "quatro grandes" que os formaram. 


Quando aos nomes das famílias que controlam os "quatro grandes", esses nomes nunca aparecem.



 





Templo dórico, Viagem à Sicília, Agosto 2009

Templo grego clássico da Concórdia

Templo grego clássico da Concórdia
Viagem à Sicília

Teatro greco-romano

Teatro greco-romano
Viagem à Sicília

Pupis

Pupis
Viagem à Sicília Agosto 2009

Viagem à Polónia

Viagem à Polónia
Auschwitz: nele pereceram 4 milhôes de judeus. Depois dos nazis os genocídios continuaram por outras formas.

Viagem à Polónia

Viagem à Polónia
Auschwitz, Campo de extermínio. Memória do Mal Absoluto.

Forum Romano

Forum Romano
Viagem a Roma, 2009

Roma - Castelo de S. Ângelo

Roma - Castelo de S. Ângelo
Viagem a Roma,2009

Roma-Vaticano

Roma-Vaticano

Roma-Fonte Trévis

Roma-Fonte Trévis
Viagem a Roma,2009

Coliseu de Roma

Coliseu de Roma
Viagem a Roma, Maio 2009

Vaticano-Igreja de S.Pedro

Vaticano-Igreja de S.Pedro

Grécia

Grécia
Acrópole

Grécia

Grécia
Acrópole

Viagem à Grécia

Viagem à Grécia

NOSTALGIA

NOSTALGIA

CLAUSTROFOBIA

CLAUSTROFOBIA