Pelo Socialismo
Questões político-ideológicas com atualidade
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Publicado em 2014/12/29, em: http://www.histsocialismo.com/docs/Sobre_a_autoridade_F_%20Engels_1873.pdf
Tradução do italiano e edição por CN (original em: http://www.marxists.org/italiano/marxengels/1872/autorita.htm)
Colocado em linha em: 2015/01/05
Sobre a autoridade
Friedrich Engels1
Nos últimos tempos, alguns socialistas iniciaram uma verdadeira cruzada contra o
que denominam de princípio da autoridade. Basta-lhes dizer que este ou aquele acto
é autoritário para o condenarem. Abusa-se a tal ponto deste modo sumário de
proceder que é necessário examinar a questão um pouco mais de perto. Autoridade,
no sentido do termo de que se trata, quer dizer: a submissão da vontade de outrem à
nossa; autoridade pressupõe, da outra parte, subordinação.
2 Ora, porquanto estas
duas palavras soem mal e seja desagradável para a parte subordinada a relação que
exprimem, trata-se se saber se há meio de prescindirmos dela e se – nas actuais
condições da sociedade – não podemos criar um outro estado social no qual a
autoridade deixe de fazer sentido e, consequentemente, deva desaparecer.
Examinando as condições económicas, industriais e agrícolas, que estão na base da
actual sociedade burguesa, verificamos que têm tendência a substituir cada vez mais
a actividade isolada pela acção combinada dos indivíduos. No lugar das pequenas
oficinas de produtores isolados, surgiu a indústria moderna, com grandes fábricas e
oficinas, nas quais centenas de trabalhadores operam máquinas complexas movidas a
vapor; as carruagens e outros veículos foram substituídos nos trajectos de longo curso
por comboios de via-férrea, assim como os pequenos barcos a remo ou à vela pelos
navios a vapor. Mesmo a agricultura cai passo a passo sob o domínio da máquina e do
vapor, que lenta mas inexoravelmente substituem os pequenos proprietários por
grandes capitalistas que cultivam, com a ajuda de operários assalariados, grandes
extensões de terra. Deste modo, a acção combinada, a crescente complexidade dos
processos, que dependem uns dos outros, toma o lugar da acção independente dos
1
Texto publicado originalmente em língua italiana, em Dezembro de 1873, no Almanacco
Repubblicano per l’Anno 1874. Na presente edição teve-se em conta as traduções russa e francesa. (N.
Ed.)
2 Engels distingue duas formas de autoridade: uma que submete os indivíduos nas sociedades onde
há exploração do homem pelo homem, e outra que, implicando inevitavelmente «subordinação» à
vontade de alguém, é imprescindível à vida em sociedade e ao trabalho colectivo. Como salienta
Engels, «a organização social do futuro restringirá a autoridade até o limite estrito em que as
condições da produção a tornam inevitável». (N. Ed.) 2
indivíduos. E quem diz acção combinada, diz organização. Ora é possível haver acção
combinada sem autoridade?
Suponhamos que uma revolução social destronava os capitalistas, cuja autoridade
preside hoje à produção e à circulação da riqueza. Suponhamos, para nos colocarmos
inteiramente no ponto de vista dos anti-autoritários, que a terra e os instrumentos de
trabalho se tornavam propriedade colectiva dos operários que os utilizam. A
autoridade desapareceria ou mudaria apenas de forma? Vejamos.
Tomemos, a título de exemplo, uma fábrica de fiação de algodão. O algodão tem que
passar pelo menos por seis operações sucessivas antes de ser transformado em fio,
operações que na sua maior parte se efectuam em locais diferentes. Além disso, para
manter e controlar as máquinas é preciso um engenheiro, mecânicos para as
reparações diárias e um grande número de operários para transportar os produtos de
um lugar para outro, etc. Todos estes operários, homens, mulheres e crianças, são
obrigados a começar e terminar o seu trabalho à hora determinada pela autoridade
do vapor, que ignora a autonomia individual. Portanto, em primeiro lugar, é preciso
que os operários se entendam sobre o horário de trabalho; uma vez fixado, todos sem
excepção se submetem a esse horário. Depois surgem em cada lugar e a cada instante
problemas de pormenor sobre o modo de produção, a distribuição dos materiais, etc.,
que têm de ser resolvidos imediatamente, sob pena de toda a produção parar no
momento seguinte. E que sejam resolvidos por decisão de um delegado posto à frente
de cada ramo da produção ou pelo voto da maioria, se tal fosse possível, a vontade de
alguém deverá sempre subordinar-se, ou seja, as questões serão resolvidas
autoritariamente. O mecanismo automatizado de uma grande fábrica é muito mais
tirânico do que nunca o foram os pequenos capitalistas que empregam operários. Ao
menos no que se refere ao período de trabalho, na porta dessas fábricas podia-se
escrever: Lasciate ogni autonomia, voi che entrate!3 [Deixai toda a autonomia, vós
que entrais]. Se o homem com a ciência e o génio inventivo submete as forças da
natureza, estas vingam-se dele submetendo-o, enquanto ele as utiliza, a um
verdadeiro despotismo, independente de toda a organização social. Querer abolir a
autoridade na grande indústria, é querer abolir a própria indústria, é querer destruir
as fábricas de fiação a vapor para voltar à roca.
Tomemos como outro exemplo uma ferrovia. Aqui também a cooperação de uma
infinidade de indivíduos é absolutamente necessária; cooperação que tem de ter lugar
a horas precisas a fim de que não haja acidentes. Aqui também a primeira condição é
uma vontade dominante que resolva todas as questões secundárias, seja essa vontade
representada por um só delegado ou por um comité encarregado de executar as
decisões de uma maioria de indivíduos. Tanto num como noutro caso existe uma
autoridade muito vincada. Mas mais ainda: que aconteceria ao primeiro comboio que
partisse se fosse abolida a autoridade dos empregados da ferrovia sobre os senhores
passageiros?
3 Paráfrase do letreiro colocado por cima da porta do Inferno de Dante: «Lasciate ogni speranza,
voi ch'entrate!» (Deixai toda a esperança, vós que entrais), Dante Alighieri, A Divina Comédia,
tradução de Vasco Graça Moura, Círculo dos Leitores, Lisboa, 1998, «O Inferno», canto III, verso 9), p.3
Mas não há necessidade mais evidente de uma autoridade, e de uma autoridade
imperiosa, do que num navio no alto mar. Ali, no momento de perigo, a vida todos
depende da obediência instantânea e absoluta de todos à vontade de um só.
Quando apresentei argumentos similares aos mais furiosos anti-autoritários, estes
não souberam responder-me senão isto: «Ah! Isso é verdade, mas aqui não se trata
de uma autoridade que demos ao delegado, mas de uma incumbência!» Crêem esses
senhores que mudaram a coisa ao lhe mudarem o nome. Eis como esses profundos
pensadores zombam do mundo.
Vimos, pois, que de um lado certa autoridade, delegada não importa como, e de outra
parte certa subordinação são coisas que, independentemente de toda organização
social, se nos impõem com condições materiais nas quais produzimos e fazemos
circular os produtos.
Vimos, por outro lado, que as condições materiais de produção e de circulação
alargam-se inevitavelmente em função da grande indústria e da grande agricultura, e
tendem a estender crescentemente o campo dessa autoridade. É portanto absurdo
falar do princípio da autoridade como de um princípio absolutamente mau e do
princípio da autonomia como um princípio absolutamente bom. A autoridade e a
autonomia são coisas relativas, cujas esferas variam nas diferentes fases do
desenvolvimento social. Se os autonomistas se limitassem a dizer que a organização
social do futuro restringirá a autoridade até o limite estrito em que as condições da
produção a tornam inevitável, poderíamos entender-nos; mas, em vez disso,
permanecem cegos a todos os factos que tornam a coisa necessária e investem com
ardor contra a palavra.
Por que razão os anti-autoritários não se limitam a clamar contra a autoridade
política, contra o Estado? Todos os socialistas estão de acordo em que o Estado
político e com ele a autoridade política desaparecerão em consequência da próxima
revolução social, isto é, que as funções públicas perderão o seu carácter político,
passando a ser simples funções administrativas, destinadas a zelar pelos verdadeiros
interesses sociais. Mas os anti-autoritários exigem que o Estado político autoritário
seja abolido de um golpe, mesmo antes de terem sido destruídas as condições sociais
que o fizeram nascer. Exigem que o primeiro acto da revolução social seja a abolição
da autoridade. Será que esses senhores nunca viram uma revolução? Uma revolução
é, certamente, a coisa mais autoritária que existe: é o acto através do qual uma parte
da população impõe sua vontade à outra parte por meio de espingardas, baionetas e
canhões, meios autoritários desde que os há; e o partido vitorioso, se não quiser ter
combatido em vão, deve manter este domínio com o terror que as suas armas
inspiram aos reaccionários. A Comuna de Paris teria por acaso durado um só dia se
não se servisse desta autoridade do povo armado frente aos burgueses? Não se pode,
pelo contrário, criticá-la por não se ter servido dela mais largamente?
Portanto, das duas uma: ou os anti-autoritários não sabem o que dizem, e nesse caso
não fazem senão semear a confusão; ou sabem, e nesse caso traem o movimento do
proletariado. Num caso e noutro servem à reacção.
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Africa 2014 no comentário: contra-revolução, neocolonialismo e da luta de massas
Por Abayomi Azikiwe
Global Research, 04 de janeiro de 2015
Url deste artigo:
http://www.globalresearch.ca/africa-2014-in-review-counterrevolution-neocolonialism-and-the-mass-struggle/5422728
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Sra Simone Gbagbo, o ex-primeira-dama da Costa do Marfim, fez uma aparição no tribunal no interior do país em 26 de dezembro Ela é acusada de alegados crimes relacionados com a posse de seu marido, o presidente deposto Laurent Gbagbo, que é agora sob a custódia do Tribunal Penal Internacional (TPI), em Haia.
Presidente Gbagbo foi o alvo da antiga potência colonial da França e dos Estados Unidos para a remoção início no final de 2010. As forças francesas, eventualmente, colocar Gbagbo sob cerco e invadiram sua residência de hold-up em abril de 2011, tendo ele, sua esposa e outros dirigentes da Governo da Costa do Marfim em custódia.
Um político e funcionário do capital financeiro internacional, Alassane Ouattara, se opôs Presidente Gbagbo nas eleições de 2010. A disputa sobre o resultado e um menos de resolução adequada pela União Africano (UA) e da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), levar a uma crise política e da contra-revolução francesa liderada que impôs o candidato que foi favorecido pela s imperialistas.
Ex-primeira-dama Gbagbo, que foi realizada na Costa do Marfim norte desde a derrubada do governo, foi transferido para a capital comercial de Abidjan para a audiência no tribunal. Ela sentou-se no banco dos réus ao lado de outros 83 opositores políticos e militares do golpe de Paris-backed que se estendeu ao longo de vários meses a partir do final de 2010 até abril de 2011.
O julgamento realizado pelo regime pró-imperialista existente está prevista para durar por um mês. Os relatórios dizem que nove jurados serão arrolados para ouvir depoimentos e tomar uma decisão com relação a sua culpa ou inocência.
"Se ela for considerada culpada, ela terá 20 anos à vida, porque estamos a falar de um crime contra a segurança do Estado", disse o promotor Soungalo Coulibaly.
No entanto, mesmo dentro do campo imperialista há controvérsia em torno do julgamento altamente politizado. O TPI ordenou em 11 de dezembro que a ex-primeira dama ser entregue para julgamento na Holanda, juntamente com seu marido e seu chefe Charles Ble Goude assessor.
Em uma declaração judicial do TPI diz que "Após uma avaliação completa ... da Câmara concluiu que as autoridades nacionais Cote d'Ivoire não estavam a tomar medidas progressivas tangível, concreto e pretende determinar se Simone Gbagbo é criminalmente responsável pela mesma conduta que é acusado perante o TPI. (Dezembro 11)
Desde a francesa-americana contra-revolução apoiada contra Gbagbo em 2010-11, a situação de segurança no interior do país piorou particularmente na região norte, onde os rebeldes foram usados na trama para minar o governo anterior. As forças de segurança existentes parecem incapazes de lidar com a ilegalidade, apesar de sua aprovação pelo Ocidente.
Presidente Gbagbo foi o alvo da antiga potência colonial da França e dos Estados Unidos para a remoção início no final de 2010. As forças francesas, eventualmente, colocar Gbagbo sob cerco e invadiram sua residência de hold-up em abril de 2011, tendo ele, sua esposa e outros dirigentes da Governo da Costa do Marfim em custódia.
Um político e funcionário do capital financeiro internacional, Alassane Ouattara, se opôs Presidente Gbagbo nas eleições de 2010. A disputa sobre o resultado e um menos de resolução adequada pela União Africano (UA) e da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), levar a uma crise política e da contra-revolução francesa liderada que impôs o candidato que foi favorecido pela s imperialistas.
Ex-primeira-dama Gbagbo, que foi realizada na Costa do Marfim norte desde a derrubada do governo, foi transferido para a capital comercial de Abidjan para a audiência no tribunal. Ela sentou-se no banco dos réus ao lado de outros 83 opositores políticos e militares do golpe de Paris-backed que se estendeu ao longo de vários meses a partir do final de 2010 até abril de 2011.
O julgamento realizado pelo regime pró-imperialista existente está prevista para durar por um mês. Os relatórios dizem que nove jurados serão arrolados para ouvir depoimentos e tomar uma decisão com relação a sua culpa ou inocência.
"Se ela for considerada culpada, ela terá 20 anos à vida, porque estamos a falar de um crime contra a segurança do Estado", disse o promotor Soungalo Coulibaly.
No entanto, mesmo dentro do campo imperialista há controvérsia em torno do julgamento altamente politizado. O TPI ordenou em 11 de dezembro que a ex-primeira dama ser entregue para julgamento na Holanda, juntamente com seu marido e seu chefe Charles Ble Goude assessor.
Em uma declaração judicial do TPI diz que "Após uma avaliação completa ... da Câmara concluiu que as autoridades nacionais Cote d'Ivoire não estavam a tomar medidas progressivas tangível, concreto e pretende determinar se Simone Gbagbo é criminalmente responsável pela mesma conduta que é acusado perante o TPI. (Dezembro 11)
Desde a francesa-americana contra-revolução apoiada contra Gbagbo em 2010-11, a situação de segurança no interior do país piorou particularmente na região norte, onde os rebeldes foram usados na trama para minar o governo anterior. As forças de segurança existentes parecem incapazes de lidar com a ilegalidade, apesar de sua aprovação pelo Ocidente.
"As pessoas que vivem, trabalham e viajam no norte da Costa do Marfim estão sendo aterrorizados por homens armados que aparecem para operar com pouco medo de ser parado, muito menos processado", Corinne Dufka, o diretor África Ocidental do Human Rights Watch (HRW) disse em um comunicado de imprensa.
De acordo com um artigo publicado pela Agência de Imprensa francesa (AFP), "Ônibus, carros e casas estavam sendo alvo de ataques diários perto por pistoleiros armados com fuzis e granadas propelidas por foguetes, entre outras armas, disse o relatório. Muitas das vítimas tinham dito que havia "desistido de ataques por causa da falta de resposta relatando 'HRW acrescentou." (15 de dezembro)
Consequentemente, a contra-revolução contra o governo Gbagbo enfraqueceu a capacidade do regime Ouattara para estabilizar a Costa do Marfim, bem como aumentar a dependência do Estado pós-colonial. Apenas uma reconsolidação das forças patrióticas pode dar esperança para um futuro melhor.
Publicar Gaddafi da Líbia e da Anomalia da chamada "Primavera Árabe"
Ao mesmo tempo que Washington e Paris foram efetivamente desestabilizar o estado Oeste Africano da Costa do Marfim, os imperialistas lideradas pela administração Obama mudou-se rapidamente para lançar uma contra-revolução contra o Jamahiriya na Líbia. Em 17 de fevereiro de 2011, uma guerra rebelde foi lançado em Benghazi contra o governo central em Trípoli, tentando minar sua autoridade.
Quando as forças leais mobilizados para repelir os contra-revolucionários, Estados Unidos, França e Grã-Bretanha, engenharia duas resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas. O primeiro, do CSNU 1970, colocou um embargo de armas ao governo de Muammar Gaddafi, mas permitiu grandes carregamentos de armas e pessoal através de Benghazi e de outras áreas que fazem fronteira hidrovias e estados contíguos. A segunda resolução, CSNU 1973, desde cobertura pseudo-legal para o bombardeamento maciço do país norte-Africano, sob o pretexto de estabelecer um "no-fly zone".
Depois do Pentágono e da NATO, juntamente com seus aliados bombardearam a Líbia a partir de 19 março - 31 outubro de 2011, a destruição do país foi selado. Milhões de pessoas foram deslocadas nos bombardeamentos aéreos, as estimativas alegou que 50,000-100,000 pessoas foram mortas e o terror levada a cabo pelos rebeldes apoiados pelo ocidente assumiu um caráter decididamente reacionária e racista.
Hoje a Líbia é um caos com terminais de petróleo a ser grupos populacionais sob ataque direto de várias facções rebeldes, dois dos quais estão contestando o controle da capital e os recursos de petróleo cobiçados e receitas queimado e. A facção reconheceu-imperialista que se refugiou em um hotel Tobruk depois de ter sido expulso da capital, têm chamado em aviões de guerra egípcios e Emirados Árabes Unidos (EAU), que estão realizando ataques aéreos contra as milícias rivais rotulados como islamitas.
Ambos Tunísia e no Egito, considerado o local de nascimento da "Primavera Árabe" de dezembro 2010 a fevereiro 2011, fronteira Líbia. Mesmo após as revoltas na Tunísia e no Egito, que derrubaram os regimes de longa data ditadores ocidentais-aliado Zine El Abidine Ben Ali e Hosni Mubarak, os regimes militares que preempted uma revolução genuína do povo permitiu que suas forças militares a serem utilizados na guerra imperialista contra Gaddafi.
De acordo com um artigo publicado pela Agência de Imprensa francesa (AFP), "Ônibus, carros e casas estavam sendo alvo de ataques diários perto por pistoleiros armados com fuzis e granadas propelidas por foguetes, entre outras armas, disse o relatório. Muitas das vítimas tinham dito que havia "desistido de ataques por causa da falta de resposta relatando 'HRW acrescentou." (15 de dezembro)
Consequentemente, a contra-revolução contra o governo Gbagbo enfraqueceu a capacidade do regime Ouattara para estabilizar a Costa do Marfim, bem como aumentar a dependência do Estado pós-colonial. Apenas uma reconsolidação das forças patrióticas pode dar esperança para um futuro melhor.
Publicar Gaddafi da Líbia e da Anomalia da chamada "Primavera Árabe"
Ao mesmo tempo que Washington e Paris foram efetivamente desestabilizar o estado Oeste Africano da Costa do Marfim, os imperialistas lideradas pela administração Obama mudou-se rapidamente para lançar uma contra-revolução contra o Jamahiriya na Líbia. Em 17 de fevereiro de 2011, uma guerra rebelde foi lançado em Benghazi contra o governo central em Trípoli, tentando minar sua autoridade.
Quando as forças leais mobilizados para repelir os contra-revolucionários, Estados Unidos, França e Grã-Bretanha, engenharia duas resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas. O primeiro, do CSNU 1970, colocou um embargo de armas ao governo de Muammar Gaddafi, mas permitiu grandes carregamentos de armas e pessoal através de Benghazi e de outras áreas que fazem fronteira hidrovias e estados contíguos. A segunda resolução, CSNU 1973, desde cobertura pseudo-legal para o bombardeamento maciço do país norte-Africano, sob o pretexto de estabelecer um "no-fly zone".
Depois do Pentágono e da NATO, juntamente com seus aliados bombardearam a Líbia a partir de 19 março - 31 outubro de 2011, a destruição do país foi selado. Milhões de pessoas foram deslocadas nos bombardeamentos aéreos, as estimativas alegou que 50,000-100,000 pessoas foram mortas e o terror levada a cabo pelos rebeldes apoiados pelo ocidente assumiu um caráter decididamente reacionária e racista.
Hoje a Líbia é um caos com terminais de petróleo a ser grupos populacionais sob ataque direto de várias facções rebeldes, dois dos quais estão contestando o controle da capital e os recursos de petróleo cobiçados e receitas queimado e. A facção reconheceu-imperialista que se refugiou em um hotel Tobruk depois de ter sido expulso da capital, têm chamado em aviões de guerra egípcios e Emirados Árabes Unidos (EAU), que estão realizando ataques aéreos contra as milícias rivais rotulados como islamitas.
Ambos Tunísia e no Egito, considerado o local de nascimento da "Primavera Árabe" de dezembro 2010 a fevereiro 2011, fronteira Líbia. Mesmo após as revoltas na Tunísia e no Egito, que derrubaram os regimes de longa data ditadores ocidentais-aliado Zine El Abidine Ben Ali e Hosni Mubarak, os regimes militares que preempted uma revolução genuína do povo permitiu que suas forças militares a serem utilizados na guerra imperialista contra Gaddafi.
Forças especiais egípcias foram usados como tropas de terra durante os bombardeios da OTAN Pentágono. Autoridades tunisinas permitiu os contra-revolucionários na Líbia para assumir o controle de um cruzamento de chave fronteira onde as armas e as forças rebeldes foram autorizados a entrar no teatro de guerra.
Ausente de uma abordagem anti-imperialista e Pan-africanista às revoltas na Tunísia e no Egito ambos os países eram obrigados a reverter para uma reconfiguração neocolonialista do poder do Estado nacional e política externa. No Egito, a organização política da Irmandade Muçulmana, o Partido Liberdade e Justiça (FJP), embora eleito em Junho de 2012, não fez alterações fundamentais no relacionamento do Cairo com os EUA e do Estado de Israel.
Consequentemente, com a derrubada militar do governo do presidente Mohamed Morsi em 03 de julho de 2013, a "Revolução Egípcia" tinha um círculo completo. Até mesmo a suspensão temporária do regime de Campo Marshall general Abdel-Fattah al-Sisi pela UA, que determina que qualquer apreensão militar de poder deve ser rejeitado pela organização continental, assim que o general tirou o uniforme militar e garantiu a presidência através de uma eleição onde a FJP foi excluído, o Egito foi restaurado imediatamente ao estado completo dentro do sucessor da Organização de Unidade Africano (OUA).
Na Tunísia, as recentes eleições que viu a ascensão de um partido reformado de Ben Ali, conhecido como Nidaa Tounes (Tunísia Call), resultou na ascensão de 88 anos de idade, Beji Caid Essebsi como presidente. Os partidos de esquerda, centristas e islamistas permaneceu dividida e incapaz de evitar o retorno dos políticos de carreira que eram partidários dos governos de Habib Bourguiba e Ben Ali.
Mesmo a BBC admitiu em um artigo recente que "Seus críticos dizem que sua vitória eleitoral marca o retorno da antiga criação, ressaltando que ele serviu no governo do presidente Ben Ali, e também foi ministro do Interior no âmbito do primeiro presidente do país, Habib Bourguiba. A ênfase de Essebsi foi em manter a influência ocidental na Tunísia, em aliança com a França e os EUA
Lições para 2015: De Uprisings para Revolutionary Pan-africanismo
Apesar destes desafios que têm sido descritos nesta série de artigos sobre a evolução em 2014 e seu contexto sócio-histórico, há indicações claras de que a dominação neocolonial não seja efectivamente garantida. Eventos em Burkina Faso fornecer uma ilustração do potencial das pessoas para mobilizar rapidamente para derrubar um regime ditatorial virou-militar-civil que operam nos interesses do imperialismo
Em Burkina Faso, Blaise Compaoré, que liderou um golpe contra Pan-africanista e líder marxista Capt. Thomas Sankara em outubro 1987, permaneceu no poder por 27 anos. Sua remoção foi rapidamente combatida com planos regionais promovidas pelo Ocidente para inviabilizar qualquer potencial revolucionário liderado pela classe trabalhadora, camponeses e jovens do país que tinham mais a ganhar na revolta contra o regime de Compaoré e seus aliados no parlamento.
Ausente de uma abordagem anti-imperialista e Pan-africanista às revoltas na Tunísia e no Egito ambos os países eram obrigados a reverter para uma reconfiguração neocolonialista do poder do Estado nacional e política externa. No Egito, a organização política da Irmandade Muçulmana, o Partido Liberdade e Justiça (FJP), embora eleito em Junho de 2012, não fez alterações fundamentais no relacionamento do Cairo com os EUA e do Estado de Israel.
Consequentemente, com a derrubada militar do governo do presidente Mohamed Morsi em 03 de julho de 2013, a "Revolução Egípcia" tinha um círculo completo. Até mesmo a suspensão temporária do regime de Campo Marshall general Abdel-Fattah al-Sisi pela UA, que determina que qualquer apreensão militar de poder deve ser rejeitado pela organização continental, assim que o general tirou o uniforme militar e garantiu a presidência através de uma eleição onde a FJP foi excluído, o Egito foi restaurado imediatamente ao estado completo dentro do sucessor da Organização de Unidade Africano (OUA).
Na Tunísia, as recentes eleições que viu a ascensão de um partido reformado de Ben Ali, conhecido como Nidaa Tounes (Tunísia Call), resultou na ascensão de 88 anos de idade, Beji Caid Essebsi como presidente. Os partidos de esquerda, centristas e islamistas permaneceu dividida e incapaz de evitar o retorno dos políticos de carreira que eram partidários dos governos de Habib Bourguiba e Ben Ali.
Mesmo a BBC admitiu em um artigo recente que "Seus críticos dizem que sua vitória eleitoral marca o retorno da antiga criação, ressaltando que ele serviu no governo do presidente Ben Ali, e também foi ministro do Interior no âmbito do primeiro presidente do país, Habib Bourguiba. A ênfase de Essebsi foi em manter a influência ocidental na Tunísia, em aliança com a França e os EUA
Lições para 2015: De Uprisings para Revolutionary Pan-africanismo
Apesar destes desafios que têm sido descritos nesta série de artigos sobre a evolução em 2014 e seu contexto sócio-histórico, há indicações claras de que a dominação neocolonial não seja efectivamente garantida. Eventos em Burkina Faso fornecer uma ilustração do potencial das pessoas para mobilizar rapidamente para derrubar um regime ditatorial virou-militar-civil que operam nos interesses do imperialismo
Em Burkina Faso, Blaise Compaoré, que liderou um golpe contra Pan-africanista e líder marxista Capt. Thomas Sankara em outubro 1987, permaneceu no poder por 27 anos. Sua remoção foi rapidamente combatida com planos regionais promovidas pelo Ocidente para inviabilizar qualquer potencial revolucionário liderado pela classe trabalhadora, camponeses e jovens do país que tinham mais a ganhar na revolta contra o regime de Compaoré e seus aliados no parlamento.
O governo de coalizão provisória existente em Ouagadougou é projetado para dissuadir as pessoas e canalizar suas energias em uma campanha eleitoral político multipartidário em 2015 que não irá fornecer soluções para o enorme desemprego, pobreza e repressão característica do neocolonialismo na África. Organizações populares, que defendeu o legado de Sankara durante a rebelião de outubro deve consolidar as suas forças em uma aliança revolucionária dos partidos políticos e organização dos trabalhadores para tomar o poder em nome do povo.
Ao longo da região da África Ocidental, as greves tiveram lugar ao longo do período recente. Em Gana, setor público, trabalhadores da educação e de saúde deixaram o trabalho durante 2014, exigindo melhores condições de emprego, a garantia de suas pensões e aumentos salariais para se proteger contra o impacto social do declínio do cedi, a moeda nacional.
Também na Nigéria, Libéria e Serra Leoa, os trabalhadores têm atingido e protestaram em setores similares, em Gana. Muitos destes estados onde as greves e rebeliões ocorridas estão sendo rotulados como exemplos de fenomenal crescimento econômico na África. No entanto, os lucros acumulados, como resultado das políticas de investimento estrangeiro direto impulsionado não estão sendo compartilhados com as massas.
Na Nigéria, que agora é designado como tendo a maior economia do continente, não tem sido capaz de conter e erradicar a insurgência Boko Haram no nordeste de forma eficaz. O seqüestro de centenas de meninas do ensino médio em Chibok foi indicativa da repartição da dispensação política pós-colonial disfuncional com divisões regionais no corpo político que se refletem no seio das forças militares e de segurança.
Todas essas lutas que visam ganhar um padrão de vida para os trabalhadores, a juventude e os agricultores decente; as campanhas ideológicas e políticas para combater idéias e movimentos reacionários; a busca da verdadeira unidade todo-Africano; eo imperativo revolucionário para a capacitação da maioria das pessoas no seio da sociedade, deve estar no topo da agenda de todas as forças progressistas do continente e os seus apoiantes internacionais.
Com o declínio dos preços das commodities nos mercados globais, muitos estados africanos já estão sentindo o impacto desta crise iminente. Esses governos pós-coloniais e as burguesias nacionais desses países são mais vulneráveis do que nunca, uma vez que são em grande parte dependente das receitas em divisas provenientes das exportações para garantir seu domínio dentro dessas sociedades.
É bastante óbvio que a agenda neo-liberal em operação para as últimas três décadas é o seu curso. A única solução real para a crise é a reconstrução socialista e planejamento dentro de uma estrutura Pan-Africano continental e global.
Ao longo da região da África Ocidental, as greves tiveram lugar ao longo do período recente. Em Gana, setor público, trabalhadores da educação e de saúde deixaram o trabalho durante 2014, exigindo melhores condições de emprego, a garantia de suas pensões e aumentos salariais para se proteger contra o impacto social do declínio do cedi, a moeda nacional.
Também na Nigéria, Libéria e Serra Leoa, os trabalhadores têm atingido e protestaram em setores similares, em Gana. Muitos destes estados onde as greves e rebeliões ocorridas estão sendo rotulados como exemplos de fenomenal crescimento econômico na África. No entanto, os lucros acumulados, como resultado das políticas de investimento estrangeiro direto impulsionado não estão sendo compartilhados com as massas.
Na Nigéria, que agora é designado como tendo a maior economia do continente, não tem sido capaz de conter e erradicar a insurgência Boko Haram no nordeste de forma eficaz. O seqüestro de centenas de meninas do ensino médio em Chibok foi indicativa da repartição da dispensação política pós-colonial disfuncional com divisões regionais no corpo político que se refletem no seio das forças militares e de segurança.
Todas essas lutas que visam ganhar um padrão de vida para os trabalhadores, a juventude e os agricultores decente; as campanhas ideológicas e políticas para combater idéias e movimentos reacionários; a busca da verdadeira unidade todo-Africano; eo imperativo revolucionário para a capacitação da maioria das pessoas no seio da sociedade, deve estar no topo da agenda de todas as forças progressistas do continente e os seus apoiantes internacionais.
Com o declínio dos preços das commodities nos mercados globais, muitos estados africanos já estão sentindo o impacto desta crise iminente. Esses governos pós-coloniais e as burguesias nacionais desses países são mais vulneráveis do que nunca, uma vez que são em grande parte dependente das receitas em divisas provenientes das exportações para garantir seu domínio dentro dessas sociedades.
É bastante óbvio que a agenda neo-liberal em operação para as últimas três décadas é o seu curso. A única solução real para a crise é a reconstrução socialista e planejamento dentro de uma estrutura Pan-Africano continental e global.
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Challenging Mass Media: It’s Time for the Truth
Global Research, December 30, 2014
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“Global Research is the leading research source on the fundamental issues of war and peace, imperialism and resistance, on the financial crises and the alternatives… Prof Chossudovsky has provided a forum for cutting edge critical essays which challenge the principle pundits of the mass media.” – JAMES PETRAS (click for full list of articles) Bartle Professor Emeritus, Binghamton Universiy (New York) Research Associate, IDS St. Mary’s University (Halifax, Nova Scotia)

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domingo, 4 de janeiro de 2015
OPINIÃO 10
"Sem teoria revolucionária não há movimento revolucionário", V.I. Lénine
"A vida social é essencialmente prática. Todos os mistérios que seduzem a teoria para o misticismo encontram a sua solução racional na práxis humana e no compreender desta práxis." K. Marx, 8ª Tese sobre Feuerbach
Estas duas teses célebres parecem contradizer-se, constituem um quebra-cabeças desde sempre para marxistas.
A teoria mistifica, por vezes, a prática.O idealismo filosófico, por exemplo, desvia a razão de uma coisa para a razão da ideia. A Economia Política burguesa, por exemplo, mistifica a mercadoria, o valor, a mais-valia.
É a prática que desvela o mistério de determinadas teorias filosóficas. Por exemplo: o "Ser" de Heidegger explica-se melhor pela prática. Entendo prática como sendo o contexto histórico e pessoal do teórico, do filósofo, as condições concretas, subjectivas e objectivas. Entendo-a sobretudo como política. Por exemplo: o "Céu das Ideias" de Platão explica-se pelas ideias mundanas ou políticas do filósofo, as condições históricas do regime democrático ateniense e as posições críticas de Platão face a ele.
Uma determinada teoria deseja realizar-se na prática
"A vida social é essencialmente prática. Todos os mistérios que seduzem a teoria para o misticismo encontram a sua solução racional na práxis humana e no compreender desta práxis." K. Marx, 8ª Tese sobre Feuerbach
Estas duas teses célebres parecem contradizer-se, constituem um quebra-cabeças desde sempre para marxistas.
A teoria mistifica, por vezes, a prática.O idealismo filosófico, por exemplo, desvia a razão de uma coisa para a razão da ideia. A Economia Política burguesa, por exemplo, mistifica a mercadoria, o valor, a mais-valia.
É a prática que desvela o mistério de determinadas teorias filosóficas. Por exemplo: o "Ser" de Heidegger explica-se melhor pela prática. Entendo prática como sendo o contexto histórico e pessoal do teórico, do filósofo, as condições concretas, subjectivas e objectivas. Entendo-a sobretudo como política. Por exemplo: o "Céu das Ideias" de Platão explica-se pelas ideias mundanas ou políticas do filósofo, as condições históricas do regime democrático ateniense e as posições críticas de Platão face a ele.
Uma determinada teoria deseja realizar-se na prática
sábado, 3 de janeiro de 2015
2015: "Ano dos Neocons militaristas": Looming crise financeira global e Wars?
Global Research, 31 de dezembro de 2014
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http://www.globalresearch.ca/2015-year-of-the-militaristic-neocons-looming-global-financial-crisis-and-wars/5422093
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"O patriota perigoso: Aquele que deriva em chauvinismo e exibe entusiasmo cego para as ações militares. Ele é um defensor do militarismo e seus ideais de guerra e de glória. Chauvinismo é uma forma orgulhosa e belicosa de patriotismo, ... que identifica inúmeros inimigos que só podem ser tratadas através do poder militar e, o que equivale a honra nacional com a vitória militar. "- James A. Donovan (1916-1970), advogado americano e Comandante na Reserva Marinha dos Estados Unidos
"Sempre que você tem uma concentração de poder nas mãos de poucos, com demasiada frequência, os homens com a mentalidade de gangsters obter o controle." - Lord Acton (1834-1902) (John E. Dalberg), Inglês Católica historiador, político e escritor
"Se você quer a guerra, nutrir uma doutrina. As doutrinas são os tiranos mais terríveis a que os homens sempre estão sujeitos ... "- William Graham Sumner (1840-1910), acadêmico americano
"A grande regra de conduta para nós em relação a nações estrangeiras é em estender as nossas relações comerciais, para ter com eles tão pouco vínculo político possível. ... É nossa política verdadeira [estrangeiro] para orientar clara de alianças permanentes com qualquer parte do mundo exterior. "- George Washington (1732-1799), primeiro presidente dos Estados Unidos, (1789-1797), Farewell Address de 1796
T dia stas, os neoconservadores militaristas ou Neocons , tem o controle quase total do governo americano sob a fachada de quem é o presidente na época. Eles dirigem as políticas dos EUA no Departamento de Estado, no Pentágono, no Tesouro dos Estados Unidos e no banco central Fed. Eles são, portanto, em posição de influenciar e moldar a política americana externa, da política militar, política económica e financeira e política monetária.
Este não era o caso antes da administração de Ronald Reagan (1981-1989), quando este adoptou uma "política externa muscular" de inspiração neocon baseado na intervenção militar no exterior, guerra perpétua, mudanças de regime arbitrário, e governação imperial em todo o mundo para todas as questões que se considere estar em interesses norte-americanos e de que de seus aliados mais próximos. Mesmo que eles se saíram tão bem sob a administração de George H. Bush, (1989-1993), quando foram considerados os "malucos no porão", eles retomaram a sua ascensão dentro do governo americano sob a administração de Bill Clinton (1993-2001), com a guerra do Kosovo liderada pelos Estados Unidos e com a irresponsável desmantelamento da Lei Glass-Steagall , abrindo assim o caminho para a crise financeira de 2008 em todo o mundo.
Maior sucesso os neocons ', no entanto, veio com a administração de George W. Bush e Dick Cheney (2001-2009), quando convenceu o último a lançar o (ilegal) invasão de 2003 liderada pelos EUA do Iraque, uma guerra ainda está conosco e em expansão hoje, doze anos mais tarde. Eles também elaborou a chamada " Doutrina Bush "(ilegais) de guerras preventivas e de trabalho forçado mudanças de regimes políticos em outros países.
Esta foi uma ideologia que os Neocons havia muito avançado, tanto quando Paul Wolfowitz foi vice-secretário de Defesa para a política na administração George H. Bush, (1989-1993), embora este último repudiado publicamente, e em vários ensaios publicados por um neocon think-tank apelidado de "O Projeto para o Novo Século Americano (PNAC)" e fundada por William Kristol e Robert Kagan .
Após a queda do império soviético, em 1991, os Neocons belicistas argumentou que não deveria haver qualquer " dividendo de paz "para os contribuintes americanos, mas, sim, que os Estados Unidos deveriam aproveitar a oportunidade para se tornar a única superpotência militar do mundo e, portanto, deve aumentar e não diminuir seus gastos militares. A intenção era estabelecer um militar Novo Império Americano para o século 21, ao longo das linhas do Império Britânico no século 19.
De fato, após os acontecimentos de 11/09 e com a chegada de George W. Bush na Casa Branca em 2001, Paul Wolfowitz, como US vice-secretário de Defesa sob Donald Rumsfeld , foi em uma posição melhor para pressionar por aumento gastos militares dos EUA e para a adopção de uma nova política externa agressiva dos EUA . O que foi mais preocupante é o fato de que o PNAC elaborou um documento em 2000, intitulado "Reconstruindo as defesas da América", (de que Paul Wolfowitz foi um dos signatários), que enigmaticamente observou que apenas "um novo Pearl Harbor "faria americanos aceitam os militares e as transformações da política de defesa que o grupo neocon estava propondo. Então, em setembro de 2001, o "novo Pearl Harbor" coincidentemente e convenientemente se transformou em ataques de 9/11.
A guerra contra o Afeganistão , onde os terroristas de 9/11 havia treinado (e que veio da Arábia Saudita e em alguns outros países), e a guerra contra o Iraque , um país nem mesmo remotamente relacionado com os acontecimentos de 9/11, seguido.
No início de 2015, Neocons ocupam posições-chave na administração Barack Obama e não deve ser nenhuma surpresa que a política externa dos EUA é quase nenhum diferente do que era sob o governo de George W. Bush. Eles estão constantemente empurrando para provocações, confrontações, conflitos e guerras. Na verdade, o ano de 2015 poderá ser o ano em que muitos dos incêndios têm iluminadas poderia se transformar em conflagrações.
Vejamos alguns deles.
1. O perigo de uma outra grande crise financeira e económica
Em 21 de julho de 2010, o presidente Barack Obama assinou uma versão já diluída da Reforma de Wall Street e da Defesa do Consumidor Lei Dodd-Frank para reinar em corrupção financeira que provocou a crise financeira de 2008. A nova lei deveria restabelecer parte das disposições da Lei de 1933 Glass-Steagall eviscerado pela administração Clinton, em 1999, a fim de evitar grandes bancos e companhias de seguros de utilização dos depósitos segurados pelo governo para construir para si uma pirâmide de apostas arriscadas no mercado de derivativos (swaps de crédito, swaps de mercadorias, obrigações com garantia de dívida e outros produtos financeiros derivativos de risco, etc.).
Mas adivinhem! Apenas quatro anos depois, em 16 de dezembro de 2014, lobistas e advogados que trabalham em tempo integral para os megabancos convenceu o presidente Obama para assinar um maciço $ 1100000000000 conta omnibusdisfarçado de Bill Orçamento e que contém uma disposição para remover uma regra conhecida como os 'swaps regra de push-out ', os últimos que exigem bancos segurados a constituir subsidiárias não segurados para conduzir suas atividades de negociação de derivativos especulativos.
Como conseqüência, megabancos americanos estão agora de volta aos negócios especulando com depósitos segurados pelo governo. Quando todo o castelo de cartas financeiro vai soprar de novo é desconhecida, mas você pode ter certeza que ele vai, especialmente se um choque político ou econômico grave atinge a economia.
Eu chamaria isso de 'brinkmanship financeira' e eu chamaria caving de Obama para "covardia política" os grandes bancos. E quem você acha que vai pagar de várias maneiras para a bagunça econômica quando ele ocorre? Certamente não os megabancos que transformaram seus títulos lastreados em ativos insolventes em recém-impresso dinheiro frio após a crise financeira de 2008, mas as pessoas comuns.
A economia dos EUA e muitas outras economias ainda estão se recuperando da crise financeira de 2008 provocada por políticos e banqueiros com seus regulamentos permissivos ou inexistentes e esquemas de especulação excessiva corrompidos. Essas economias são vulneráveis e sensíveis aos choques imprevistos financeiros, porque os rácios da dívida em relação ao rendimento ainda são altos em muitos países, incluindo os EUA, onde o índice de endividamento atingiu um pico de 177 por cento, pouco antes da recessão econômica de 2008-09 e ainda agora está em um sublime 152 por cento. (Historicamente, a relação dívida-to-income manteve-se bem abaixo de 90 por cento). Um aumento repentino nas taxas de juros poderiam, portanto, causar estragos com muitas economias.
Por um lado, a União Europeia (UE), a maior economia do mundo, está à beira da recessão, sofrendo de vários programas de austeridade impostas pelo governo, a partir de uma moeda de euro supervalorizado (para os países da zona do euro) e do econômico blowback de seus conflitos com a Rússia sobre incluindo a Ucrânia na NATO. A Europa é, de fato, no meio de uma década perdida de alto desemprego, baixo crescimento econômico e deterioração das condições sociais. E, não há nenhuma luz no final do túnel.
A economia da China , a terceira maior economia do mundo, também está a abrandar rápido, com o excesso de capacidade de produção, enquanto suas exportações estão sofrendo com a valorização de 25 por cento do renminbi chinês desde 2004 e da fraca demanda mundial. Além disso, o setor financeiro também é vulnerável ao fato de que o nível de endividamento da China está agora em um sublime 176 por cento do seu Produto Interno Bruto (PIB). A economia chinesa também está passando por mudanças estruturais, como o governo chinês persegue políticas para reduzir a dependência do país em mercados estrangeiros e de mudar de um modelo orientado para a exportação para mais fontes internas de crescimento.
Quanto à economia norte-americana , ainda é fraco e incapaz de gerar novos postos de trabalho suficientes, apesar de uma recuperação nos últimos meses, enquanto a taxa de participação na força de trabalho diminuiu de 66,5 por cento antes da recessão de 2008-09 para 62,7 por cento hoje. O fato de que milhões de americanos têm empregos de meio expediente e gostariam de ter empregos a tempo inteiro, e que os salários reais dos que trabalham estão estagnados ou em queda, também são indicadores de que as coisas não voltaram ao normal.
Como não há política fiscal e nenhuma política industrial proveniente do governo dos Estados Unidos, o banco central Fed foi obrigado a intervir com a política monetária mais agressiva em sua história. Na verdade, o Fed quadruplicou suaempréstimos bancários para 4500000000000 dólar desde 2008 e tem prosseguido uma política de políticas de taxa zero e baixa taxa de risco.
Como consequência, o Fed criou uma gigantesca bolha de ativos financeiros . O desenrolar de tal prodígio monetária não será uma tarefa fácil. Além do mais, o governo dos EUA será paralisado por um impasse político ao longo dos próximos dois anos, um Congresso controlado pelos republicanos a ser confrontado com um presidente democrata lame-duck, tornando-se difícil para o governo dos Estados Unidos para responder adequadamente a uma nova crise financeira .
Outro mau sinal é o colapso da velocidade do dinheiro em os EUA, assim como durante o final da década de 1920, pouco antes do início da Grande Depressão, e agora está em uma baixa de quase 20 anos. Que tanto os setores políticos e financeiros americanos são insalubres deve ser preocupante para os próximos anos.
2. O verdadeiro perigo de uma guerra nuclear com o reacender da antiga Guerra Fria com a Rússia
Brinkmanship em questões financeiras é uma coisa; brinkmanship com a guerra nuclear é outra. Infelizmente, o governo norte-americano de inspiração neocon está hoje envolvido em ambos.
De fato, há muitos anos, o governo dos EUA tem se empenhado em uma guerra geopolítica agressiva contra a Rússia, pela primeira vez em uma política de cerco geopolítico e militar da Rússia através da expansão da OTAN para suas fronteiras com a integração de Ucrânia e, segundo, através da implementação de uma política de guerra econômica contra a Rússia, a fim de minar a sua economia e, eventualmente, para provocar uma mudança de regime no país. É um jogo de "se atreve?"
Alguns dos Neocons mais lunáticos chamar abertamente para um novo III Guerra Mundial , supostamente com a Rússia um país contra o qual eles parecem ter animosidades pessoais. Estes são alguns dos lunáticos presidente Barack Obama escuta a.
Oil como uma ferramenta geopolítica
A queda de 50 por cento do preço do petróleo, em 2014, pode ser parte de um mais amplo levou US- guerra econômicaplano para desestabilizar a economia russa e provocar uma Slump Oil , sabendo muito bem que 50 por cento das receitas do Estado russo vem de suas vendas de exportação de petróleo e gás. Acima de tudo, os decisores políticos em Washington DC quer quebrar a dependência de fornecimento Gazprom-UE para enfraquecer a Rússia e manter o controle sobre a UE através de aliados americanos, como a Arábia Saudita e Qatar.
Tal queda artificial do preço do petróleo parece ser um complemento para as decisões já conhecidas para selar a Rússia com sanções económicas e financeiras americanas lideradas duros projetados pelo escritório do Tesouro norte-americano de Terrorismo e Inteligência Financeira , (uma roupa criada em 2004, depois de intenso lobby por AIPAC ) e outras tentativas do governo dos EUA para reduzir a dependência da Europa em relação ao petróleo e gás russos.
Desde setembro, a Arábia Saudita, um país com excesso de capacidade de produção de petróleo e de baixo custo, (e em condições de manipular o preço internacional de petróleo), de repente e de forma dramática decidiu vender petróleo bruto a preços muito baixos e para manter seu petróleo produção em níveis elevados em face de uma demanda mundial de petróleo em declínio.
Esta é uma inversão do que a Arábia Saudita e os países da OPEP fez no outono de 1973, quando, de repente, quadruplicou o preço do petróleo e provocou uma recessão econômica global.
Esta é, no entanto, uma estratégia semelhante ao que a Arábia Saudita adotada em 1986, quando ele inundou o mundo com petróleo saudita barato, caindo, assim, o preço internacional do petróleo para abaixo de US $ 10 o barril, depois de um acordo com o governo dos Estados Unidos. O objetivo então era minar as economias da União Soviética e de seu então aliado Iraque, apesar de outras economias, como a economia canadense sofreu muito com essa jogada.
Desta vez, parece haver uma convergência de interesses entre o governo dos Estados Unidos e do Reino da Arábia Saudita. Do ponto de vista do governo dos Estados Unidos, o principal objetivo é ferir os setores de energia russos e iranianos e prejudicar as finanças do governo russo do presidente Vladimir Putin, ao mesmo tempo garantir a assistência da Arábia Saudita na luta contra o Estado islâmico (IS) no Iraque e na Síria.
De um ponto de vista saudita, uma guerra de preços mundial de petróleo atinja os seus objectivos regionais e globais de três maneiras. Em primeiro lugar, é bem sabido que o governo saudita quer dominar a produção de petróleo e gás na região do Médio Oriente e está em oposição ao Irã e à Síria para proteger os ricos mercado europeu. Em segundo lugar, o governo saudita também gostaria de pressionar a Rússia para acabar com o seu apoio ao governo sírio al-Assad. Em terceiro lugar, a Arábia Saudita também deseja recuperar quotas de mercado que perdeu petróleo para mais caro a partir de areias de petróleo de xisto e petróleo. Ao baixar os preços do petróleo, a Arábia Saudita espera reduzir ou até mesmo colocar essa produção de petróleo competindo fora do negócio, tornando sua produção menos rentável.
No entanto, tal movimento é obrigado a prejudicar gravemente a produção de petróleo de xisto betuminoso em Dakota do Norte, nos EUA e países produtores de petróleo como Texas pode entrar em recessão, apesar de a economia dos EUA se beneficiarão de petróleo mais barato. A produção de petróleo a partir de areias betuminosas em Alberta, Canadá irá também sofrer mal e isso significa uma queda no dólar canadense e, possivelmente, uma recessão canadense. O xisto e as areias asfálticas indústrias de petróleo serão as principais vítimas inocentes da política geopolítica global perseguido pelo governo dos EUA e seus aliados no Oriente Médio.
De fato, desde o reino da Arábia Saudita é um estado cliente americano, é muito improvável que tal movimento para inundar os mercados de petróleo e precipitar uma queda dura do preço do petróleo foi decidida sem um tácito, se não um manifesto, a aprovação pelo governo dos EUA . Na verdade, há uma grande especulação de que, quando a secretária de Estado dos EUA John Kerry se reuniu com o rei Abdullah, em setembro de 2014, que supostamente golpeou um acordo global para o efeito.
Ucrânia como um peão geopolítica
Quanto à desestabilização dos países vizinhos da Rússia Ucrânia , secretário-assistente de Estado Victoria Nuland tem praticamente confirmou que o governo dos EUA estava profundamente envolvido em derrubar o governo ucraniano eleito legítimo em fevereiro passado, com o objetivo declarado de instalação de um US governo fantoche no país. Isto faz uma paródia da democracia e só demonstra o quão profundamente o governo dos EUA está envolvido no exterior em política de poder e em interferência agressiva nos assuntos internos de outros países.
Neoconservador Victoria Nuland , nomeado secretário de Estado adjunto do presidente Barack Obama, confirmou publicamente que o governo dos EUA tem "investido" $ 5 bilhões para desestabilizar a Ucrânia e criar um conflito entre este país ea Rússia. É difícil não concluir que a crise ucraniana é uma crise made-in-Washington. Sua famosa e insultanteobservação sobre a Europa ["f *** a UE"] é mais uma indicação clara de que o governo norte-americano desejava provocar uma crise com o russo não para ajudar os europeus, mas para servir os seus próprios objectivos imperiais estreitas, quaisquer que sejam os custos para o povo russo e para os europeus.
O que é mais preocupante é a irresponsabilidade com que a Câmara dos Deputados aprovou resolução 758 , de 4 de dezembro de 2014, que é o mesmo para todos os efeitos práticos, a uma declaração de guerra contra a Rússia, com base em premissas falsas, fatos distorcidos e falsas acusações. Com esse tipo de liderança irresponsável, o mundo está atualmente em mãos muito ruins.
A verdade é que, se os mísseis soviéticos em Cuba , a 90 milhas de território norte-americano, eram inaceitáveis para o governo dos EUA em 1962, mísseis americanos na Ucrânia, nas fronteiras russas, são inaceitáveis para o governo russo em 2015. O que é bom para o ganso é bom para o ganso. Para quem conhece a história, que não deve ser muito difícil de entender.
Conclusão
Se assuntos mundiais tomar um rumo para o pior em 2015, o mundo deve saber para onde apontar o dedo para os culpados. Algumas pessoas pensam que os eventos mundiais ocorrem por acaso e não há planejamento por trás deles. Eles estão errados. Completamente errado. Más políticas governamentais, agravos, operações clandestinas ou erros de cálculo simples são muitas vezes no coração de muitas crises geopolíticas, sejam eles financeiros, econômico ou militar. Às vezes, acontece que os "malucos no porão" está no comando.
É cada vez mais claro, mesmo para os desinformados e mal informado entre nós, que o ressurgimento do confronto da Guerra Fria com a Rússia foi projetado em Washington DC e que a Rússia não foi o agressor, (como a propaganda oficial nos quer acredito), mas tem um pouco reagiu a toda uma série de provocações lideradas pelos Estados Unidos.
Por que houve tantas intervenções de desestabilização do governo dos EUA em todo o mundo e que lucram o máximo deste instabilidade provocada pelo homem? Esta é uma boa pergunta que os americanos comuns devem se perguntar.
No plano interno, a economia dos EUA deve continuar a ser executado pelos banqueiros? A nível internacional, o governo deve US prosseguir a sua política de deliberadamente tentar conduzir o governo russo em um canto e toma medidas para destruir a economia russa? Estes são atos de guerra. São os americanos comuns, de acordo com essas políticas? Quem vai lucrar mais e quem vai perder a maioria, se houvesse uma guerra nuclear com a Rússia? Desde que os europeus estariam na vanguarda de um tal conflito, esta é uma questão que também tem de ser respondida na Europa.
O que o mundo precisa desesperadamente de agora é um ambiente internacional regido por leis, e não um império mundial jingoistic e chauvinista que parece só depois que seus próprios interesses estreitos.
Mais fundamentalmente talvez, devemos rejeitar a falsa ideologia do choque entre as nações. É uma grave e perigosa falácia que só pode levar o mundo a um desastre.
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Disclaimer: Todas as citações acima mencionadas são consideradas de boa fé para ser atribuído com precisão, mas não há garantias são feitas que alguns não podem ser corretamente atribuída.
"Sempre que você tem uma concentração de poder nas mãos de poucos, com demasiada frequência, os homens com a mentalidade de gangsters obter o controle." - Lord Acton (1834-1902) (John E. Dalberg), Inglês Católica historiador, político e escritor
"Se você quer a guerra, nutrir uma doutrina. As doutrinas são os tiranos mais terríveis a que os homens sempre estão sujeitos ... "- William Graham Sumner (1840-1910), acadêmico americano
"A grande regra de conduta para nós em relação a nações estrangeiras é em estender as nossas relações comerciais, para ter com eles tão pouco vínculo político possível. ... É nossa política verdadeira [estrangeiro] para orientar clara de alianças permanentes com qualquer parte do mundo exterior. "- George Washington (1732-1799), primeiro presidente dos Estados Unidos, (1789-1797), Farewell Address de 1796
T dia stas, os neoconservadores militaristas ou Neocons , tem o controle quase total do governo americano sob a fachada de quem é o presidente na época. Eles dirigem as políticas dos EUA no Departamento de Estado, no Pentágono, no Tesouro dos Estados Unidos e no banco central Fed. Eles são, portanto, em posição de influenciar e moldar a política americana externa, da política militar, política económica e financeira e política monetária.
Este não era o caso antes da administração de Ronald Reagan (1981-1989), quando este adoptou uma "política externa muscular" de inspiração neocon baseado na intervenção militar no exterior, guerra perpétua, mudanças de regime arbitrário, e governação imperial em todo o mundo para todas as questões que se considere estar em interesses norte-americanos e de que de seus aliados mais próximos. Mesmo que eles se saíram tão bem sob a administração de George H. Bush, (1989-1993), quando foram considerados os "malucos no porão", eles retomaram a sua ascensão dentro do governo americano sob a administração de Bill Clinton (1993-2001), com a guerra do Kosovo liderada pelos Estados Unidos e com a irresponsável desmantelamento da Lei Glass-Steagall , abrindo assim o caminho para a crise financeira de 2008 em todo o mundo.
Maior sucesso os neocons ', no entanto, veio com a administração de George W. Bush e Dick Cheney (2001-2009), quando convenceu o último a lançar o (ilegal) invasão de 2003 liderada pelos EUA do Iraque, uma guerra ainda está conosco e em expansão hoje, doze anos mais tarde. Eles também elaborou a chamada " Doutrina Bush "(ilegais) de guerras preventivas e de trabalho forçado mudanças de regimes políticos em outros países.
Esta foi uma ideologia que os Neocons havia muito avançado, tanto quando Paul Wolfowitz foi vice-secretário de Defesa para a política na administração George H. Bush, (1989-1993), embora este último repudiado publicamente, e em vários ensaios publicados por um neocon think-tank apelidado de "O Projeto para o Novo Século Americano (PNAC)" e fundada por William Kristol e Robert Kagan .
Após a queda do império soviético, em 1991, os Neocons belicistas argumentou que não deveria haver qualquer " dividendo de paz "para os contribuintes americanos, mas, sim, que os Estados Unidos deveriam aproveitar a oportunidade para se tornar a única superpotência militar do mundo e, portanto, deve aumentar e não diminuir seus gastos militares. A intenção era estabelecer um militar Novo Império Americano para o século 21, ao longo das linhas do Império Britânico no século 19.
De fato, após os acontecimentos de 11/09 e com a chegada de George W. Bush na Casa Branca em 2001, Paul Wolfowitz, como US vice-secretário de Defesa sob Donald Rumsfeld , foi em uma posição melhor para pressionar por aumento gastos militares dos EUA e para a adopção de uma nova política externa agressiva dos EUA . O que foi mais preocupante é o fato de que o PNAC elaborou um documento em 2000, intitulado "Reconstruindo as defesas da América", (de que Paul Wolfowitz foi um dos signatários), que enigmaticamente observou que apenas "um novo Pearl Harbor "faria americanos aceitam os militares e as transformações da política de defesa que o grupo neocon estava propondo. Então, em setembro de 2001, o "novo Pearl Harbor" coincidentemente e convenientemente se transformou em ataques de 9/11.
A guerra contra o Afeganistão , onde os terroristas de 9/11 havia treinado (e que veio da Arábia Saudita e em alguns outros países), e a guerra contra o Iraque , um país nem mesmo remotamente relacionado com os acontecimentos de 9/11, seguido.
No início de 2015, Neocons ocupam posições-chave na administração Barack Obama e não deve ser nenhuma surpresa que a política externa dos EUA é quase nenhum diferente do que era sob o governo de George W. Bush. Eles estão constantemente empurrando para provocações, confrontações, conflitos e guerras. Na verdade, o ano de 2015 poderá ser o ano em que muitos dos incêndios têm iluminadas poderia se transformar em conflagrações.
Vejamos alguns deles.
1. O perigo de uma outra grande crise financeira e económica
Em 21 de julho de 2010, o presidente Barack Obama assinou uma versão já diluída da Reforma de Wall Street e da Defesa do Consumidor Lei Dodd-Frank para reinar em corrupção financeira que provocou a crise financeira de 2008. A nova lei deveria restabelecer parte das disposições da Lei de 1933 Glass-Steagall eviscerado pela administração Clinton, em 1999, a fim de evitar grandes bancos e companhias de seguros de utilização dos depósitos segurados pelo governo para construir para si uma pirâmide de apostas arriscadas no mercado de derivativos (swaps de crédito, swaps de mercadorias, obrigações com garantia de dívida e outros produtos financeiros derivativos de risco, etc.).
Mas adivinhem! Apenas quatro anos depois, em 16 de dezembro de 2014, lobistas e advogados que trabalham em tempo integral para os megabancos convenceu o presidente Obama para assinar um maciço $ 1100000000000 conta omnibusdisfarçado de Bill Orçamento e que contém uma disposição para remover uma regra conhecida como os 'swaps regra de push-out ', os últimos que exigem bancos segurados a constituir subsidiárias não segurados para conduzir suas atividades de negociação de derivativos especulativos.
Como conseqüência, megabancos americanos estão agora de volta aos negócios especulando com depósitos segurados pelo governo. Quando todo o castelo de cartas financeiro vai soprar de novo é desconhecida, mas você pode ter certeza que ele vai, especialmente se um choque político ou econômico grave atinge a economia.
Eu chamaria isso de 'brinkmanship financeira' e eu chamaria caving de Obama para "covardia política" os grandes bancos. E quem você acha que vai pagar de várias maneiras para a bagunça econômica quando ele ocorre? Certamente não os megabancos que transformaram seus títulos lastreados em ativos insolventes em recém-impresso dinheiro frio após a crise financeira de 2008, mas as pessoas comuns.
A economia dos EUA e muitas outras economias ainda estão se recuperando da crise financeira de 2008 provocada por políticos e banqueiros com seus regulamentos permissivos ou inexistentes e esquemas de especulação excessiva corrompidos. Essas economias são vulneráveis e sensíveis aos choques imprevistos financeiros, porque os rácios da dívida em relação ao rendimento ainda são altos em muitos países, incluindo os EUA, onde o índice de endividamento atingiu um pico de 177 por cento, pouco antes da recessão econômica de 2008-09 e ainda agora está em um sublime 152 por cento. (Historicamente, a relação dívida-to-income manteve-se bem abaixo de 90 por cento). Um aumento repentino nas taxas de juros poderiam, portanto, causar estragos com muitas economias.
Por um lado, a União Europeia (UE), a maior economia do mundo, está à beira da recessão, sofrendo de vários programas de austeridade impostas pelo governo, a partir de uma moeda de euro supervalorizado (para os países da zona do euro) e do econômico blowback de seus conflitos com a Rússia sobre incluindo a Ucrânia na NATO. A Europa é, de fato, no meio de uma década perdida de alto desemprego, baixo crescimento econômico e deterioração das condições sociais. E, não há nenhuma luz no final do túnel.
A economia da China , a terceira maior economia do mundo, também está a abrandar rápido, com o excesso de capacidade de produção, enquanto suas exportações estão sofrendo com a valorização de 25 por cento do renminbi chinês desde 2004 e da fraca demanda mundial. Além disso, o setor financeiro também é vulnerável ao fato de que o nível de endividamento da China está agora em um sublime 176 por cento do seu Produto Interno Bruto (PIB). A economia chinesa também está passando por mudanças estruturais, como o governo chinês persegue políticas para reduzir a dependência do país em mercados estrangeiros e de mudar de um modelo orientado para a exportação para mais fontes internas de crescimento.
Quanto à economia norte-americana , ainda é fraco e incapaz de gerar novos postos de trabalho suficientes, apesar de uma recuperação nos últimos meses, enquanto a taxa de participação na força de trabalho diminuiu de 66,5 por cento antes da recessão de 2008-09 para 62,7 por cento hoje. O fato de que milhões de americanos têm empregos de meio expediente e gostariam de ter empregos a tempo inteiro, e que os salários reais dos que trabalham estão estagnados ou em queda, também são indicadores de que as coisas não voltaram ao normal.
Como não há política fiscal e nenhuma política industrial proveniente do governo dos Estados Unidos, o banco central Fed foi obrigado a intervir com a política monetária mais agressiva em sua história. Na verdade, o Fed quadruplicou suaempréstimos bancários para 4500000000000 dólar desde 2008 e tem prosseguido uma política de políticas de taxa zero e baixa taxa de risco.
Como consequência, o Fed criou uma gigantesca bolha de ativos financeiros . O desenrolar de tal prodígio monetária não será uma tarefa fácil. Além do mais, o governo dos EUA será paralisado por um impasse político ao longo dos próximos dois anos, um Congresso controlado pelos republicanos a ser confrontado com um presidente democrata lame-duck, tornando-se difícil para o governo dos Estados Unidos para responder adequadamente a uma nova crise financeira .
Outro mau sinal é o colapso da velocidade do dinheiro em os EUA, assim como durante o final da década de 1920, pouco antes do início da Grande Depressão, e agora está em uma baixa de quase 20 anos. Que tanto os setores políticos e financeiros americanos são insalubres deve ser preocupante para os próximos anos.
2. O verdadeiro perigo de uma guerra nuclear com o reacender da antiga Guerra Fria com a Rússia
Brinkmanship em questões financeiras é uma coisa; brinkmanship com a guerra nuclear é outra. Infelizmente, o governo norte-americano de inspiração neocon está hoje envolvido em ambos.
De fato, há muitos anos, o governo dos EUA tem se empenhado em uma guerra geopolítica agressiva contra a Rússia, pela primeira vez em uma política de cerco geopolítico e militar da Rússia através da expansão da OTAN para suas fronteiras com a integração de Ucrânia e, segundo, através da implementação de uma política de guerra econômica contra a Rússia, a fim de minar a sua economia e, eventualmente, para provocar uma mudança de regime no país. É um jogo de "se atreve?"
Alguns dos Neocons mais lunáticos chamar abertamente para um novo III Guerra Mundial , supostamente com a Rússia um país contra o qual eles parecem ter animosidades pessoais. Estes são alguns dos lunáticos presidente Barack Obama escuta a.
Oil como uma ferramenta geopolítica
A queda de 50 por cento do preço do petróleo, em 2014, pode ser parte de um mais amplo levou US- guerra econômicaplano para desestabilizar a economia russa e provocar uma Slump Oil , sabendo muito bem que 50 por cento das receitas do Estado russo vem de suas vendas de exportação de petróleo e gás. Acima de tudo, os decisores políticos em Washington DC quer quebrar a dependência de fornecimento Gazprom-UE para enfraquecer a Rússia e manter o controle sobre a UE através de aliados americanos, como a Arábia Saudita e Qatar.
Tal queda artificial do preço do petróleo parece ser um complemento para as decisões já conhecidas para selar a Rússia com sanções económicas e financeiras americanas lideradas duros projetados pelo escritório do Tesouro norte-americano de Terrorismo e Inteligência Financeira , (uma roupa criada em 2004, depois de intenso lobby por AIPAC ) e outras tentativas do governo dos EUA para reduzir a dependência da Europa em relação ao petróleo e gás russos.
Desde setembro, a Arábia Saudita, um país com excesso de capacidade de produção de petróleo e de baixo custo, (e em condições de manipular o preço internacional de petróleo), de repente e de forma dramática decidiu vender petróleo bruto a preços muito baixos e para manter seu petróleo produção em níveis elevados em face de uma demanda mundial de petróleo em declínio.
Esta é uma inversão do que a Arábia Saudita e os países da OPEP fez no outono de 1973, quando, de repente, quadruplicou o preço do petróleo e provocou uma recessão econômica global.
Esta é, no entanto, uma estratégia semelhante ao que a Arábia Saudita adotada em 1986, quando ele inundou o mundo com petróleo saudita barato, caindo, assim, o preço internacional do petróleo para abaixo de US $ 10 o barril, depois de um acordo com o governo dos Estados Unidos. O objetivo então era minar as economias da União Soviética e de seu então aliado Iraque, apesar de outras economias, como a economia canadense sofreu muito com essa jogada.
Desta vez, parece haver uma convergência de interesses entre o governo dos Estados Unidos e do Reino da Arábia Saudita. Do ponto de vista do governo dos Estados Unidos, o principal objetivo é ferir os setores de energia russos e iranianos e prejudicar as finanças do governo russo do presidente Vladimir Putin, ao mesmo tempo garantir a assistência da Arábia Saudita na luta contra o Estado islâmico (IS) no Iraque e na Síria.
De um ponto de vista saudita, uma guerra de preços mundial de petróleo atinja os seus objectivos regionais e globais de três maneiras. Em primeiro lugar, é bem sabido que o governo saudita quer dominar a produção de petróleo e gás na região do Médio Oriente e está em oposição ao Irã e à Síria para proteger os ricos mercado europeu. Em segundo lugar, o governo saudita também gostaria de pressionar a Rússia para acabar com o seu apoio ao governo sírio al-Assad. Em terceiro lugar, a Arábia Saudita também deseja recuperar quotas de mercado que perdeu petróleo para mais caro a partir de areias de petróleo de xisto e petróleo. Ao baixar os preços do petróleo, a Arábia Saudita espera reduzir ou até mesmo colocar essa produção de petróleo competindo fora do negócio, tornando sua produção menos rentável.
No entanto, tal movimento é obrigado a prejudicar gravemente a produção de petróleo de xisto betuminoso em Dakota do Norte, nos EUA e países produtores de petróleo como Texas pode entrar em recessão, apesar de a economia dos EUA se beneficiarão de petróleo mais barato. A produção de petróleo a partir de areias betuminosas em Alberta, Canadá irá também sofrer mal e isso significa uma queda no dólar canadense e, possivelmente, uma recessão canadense. O xisto e as areias asfálticas indústrias de petróleo serão as principais vítimas inocentes da política geopolítica global perseguido pelo governo dos EUA e seus aliados no Oriente Médio.
De fato, desde o reino da Arábia Saudita é um estado cliente americano, é muito improvável que tal movimento para inundar os mercados de petróleo e precipitar uma queda dura do preço do petróleo foi decidida sem um tácito, se não um manifesto, a aprovação pelo governo dos EUA . Na verdade, há uma grande especulação de que, quando a secretária de Estado dos EUA John Kerry se reuniu com o rei Abdullah, em setembro de 2014, que supostamente golpeou um acordo global para o efeito.
Ucrânia como um peão geopolítica
Quanto à desestabilização dos países vizinhos da Rússia Ucrânia , secretário-assistente de Estado Victoria Nuland tem praticamente confirmou que o governo dos EUA estava profundamente envolvido em derrubar o governo ucraniano eleito legítimo em fevereiro passado, com o objetivo declarado de instalação de um US governo fantoche no país. Isto faz uma paródia da democracia e só demonstra o quão profundamente o governo dos EUA está envolvido no exterior em política de poder e em interferência agressiva nos assuntos internos de outros países.
Neoconservador Victoria Nuland , nomeado secretário de Estado adjunto do presidente Barack Obama, confirmou publicamente que o governo dos EUA tem "investido" $ 5 bilhões para desestabilizar a Ucrânia e criar um conflito entre este país ea Rússia. É difícil não concluir que a crise ucraniana é uma crise made-in-Washington. Sua famosa e insultanteobservação sobre a Europa ["f *** a UE"] é mais uma indicação clara de que o governo norte-americano desejava provocar uma crise com o russo não para ajudar os europeus, mas para servir os seus próprios objectivos imperiais estreitas, quaisquer que sejam os custos para o povo russo e para os europeus.
O que é mais preocupante é a irresponsabilidade com que a Câmara dos Deputados aprovou resolução 758 , de 4 de dezembro de 2014, que é o mesmo para todos os efeitos práticos, a uma declaração de guerra contra a Rússia, com base em premissas falsas, fatos distorcidos e falsas acusações. Com esse tipo de liderança irresponsável, o mundo está atualmente em mãos muito ruins.
A verdade é que, se os mísseis soviéticos em Cuba , a 90 milhas de território norte-americano, eram inaceitáveis para o governo dos EUA em 1962, mísseis americanos na Ucrânia, nas fronteiras russas, são inaceitáveis para o governo russo em 2015. O que é bom para o ganso é bom para o ganso. Para quem conhece a história, que não deve ser muito difícil de entender.
Conclusão
Se assuntos mundiais tomar um rumo para o pior em 2015, o mundo deve saber para onde apontar o dedo para os culpados. Algumas pessoas pensam que os eventos mundiais ocorrem por acaso e não há planejamento por trás deles. Eles estão errados. Completamente errado. Más políticas governamentais, agravos, operações clandestinas ou erros de cálculo simples são muitas vezes no coração de muitas crises geopolíticas, sejam eles financeiros, econômico ou militar. Às vezes, acontece que os "malucos no porão" está no comando.
É cada vez mais claro, mesmo para os desinformados e mal informado entre nós, que o ressurgimento do confronto da Guerra Fria com a Rússia foi projetado em Washington DC e que a Rússia não foi o agressor, (como a propaganda oficial nos quer acredito), mas tem um pouco reagiu a toda uma série de provocações lideradas pelos Estados Unidos.
Por que houve tantas intervenções de desestabilização do governo dos EUA em todo o mundo e que lucram o máximo deste instabilidade provocada pelo homem? Esta é uma boa pergunta que os americanos comuns devem se perguntar.
No plano interno, a economia dos EUA deve continuar a ser executado pelos banqueiros? A nível internacional, o governo deve US prosseguir a sua política de deliberadamente tentar conduzir o governo russo em um canto e toma medidas para destruir a economia russa? Estes são atos de guerra. São os americanos comuns, de acordo com essas políticas? Quem vai lucrar mais e quem vai perder a maioria, se houvesse uma guerra nuclear com a Rússia? Desde que os europeus estariam na vanguarda de um tal conflito, esta é uma questão que também tem de ser respondida na Europa.
O que o mundo precisa desesperadamente de agora é um ambiente internacional regido por leis, e não um império mundial jingoistic e chauvinista que parece só depois que seus próprios interesses estreitos.
Mais fundamentalmente talvez, devemos rejeitar a falsa ideologia do choque entre as nações. É uma grave e perigosa falácia que só pode levar o mundo a um desastre.
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NOTICIAS DE BABILÓNIA LVIII
Percorrem Babilónia tempos estranhos...
É necessário que os poderosos sejam presos para a Praça se indignar com a iniquidade das prisões – “aqui-d´el-Rei que os direitos humanos são violados!...”
Promove-se então a peregrinação e o culto – “gramática” de uma narrativa para iniciados, visando a “salvação” (moral?) dos prisioneiros (poderosos).
E o “Espectáculo” devolve a imagem invertida da realidade – os babilónicos comovem-se e querem acreditar que a Justiça é igual para todos!
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E um jornalista calejado e um pouco cínico: “Fosse todos os dias preso um poderoso e teríamos um sistema judicial mais justo...”
in Relógio de Pêndulo blogspot.com
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