segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Opinião

Foi bom saber pelo jornal Avante! que o PCP se distingue das posições oficiais do PC grego, particularmente das mais recentes. O sectarismo é de excluir sem complacências. O passado de heroísmo do PC da Grécia não pagina nada bem com com confusões entre tácticas e estratégia, entre o objectivo principal e a ausência de etapas. A cobardia política e o oportunismo de Tsipras reflecte como num espelho o sectarismo de outros. 

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

PORTUGAL DE TODOS: a lógica de uma nova economiahttps://fbexternal-a.akamaihd.net/safe_image.php?d=AQBKnyyXbt9WdBWM&w=158&h=158&url=http%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FSkm57inNCZo%2Fhqdefault.jpg&cfs=1&upscale=1

O segundo capítulo da série documental "Aurora" foi lançado no passado dia 1 de Julho de 2012. Neste segundo capítulo é sugerido um novo caminho não só...
Oskar Lafontaine: “Esquerda europeia deve desenvolver um plano B”

O ex-ministro das Finanças alemão e fundador do Die Linke diz que “o euro converteu-se num instrumento de dominação económica da economia alemã e do...
https://fbexternal-a.akamaihd.net/safe_image.php?d=AQAZn2sw2iaN6GKE&w=487&h=255&url=http%3A%2F%2Fwww.esquerda.net%2Fsites%2Fdefault%2Ffiles%2F7144761253_e9c667aec3_z_0.jpg&cfs=1&upscale=1&sx=0&sy=14&sw=600&sh=314“A esquerda europeia deve agora desenvolver um plano B para o caso de um partido num dos membros europeus se veja numa situação parecida [à da Grécia]”, defende Oskar Lafontaine. Para o fundador do Die Linke, é preciso “tirar o poder ao Banco Central Europeu (que não está legitimado democraticamente) de anular a democracia” e voltar a criar um sistema monetário europeu. A ideia de um "plano B para fazer face à Europa alemã" foi também defendida no domingo pelo dirigente da Frente de Esquerda francesa Jean-Luc Mélenchon, que se encontrou com Varoufakis para lhe propor a realização de uma conferência europeia dedicada a trabalhar esta proposta.
Num artigo publicado esta semana no Junge Welt, intitulado “O que podemos aprender com a chantagem ao governo do Syriza?”, Oskar Lafontaine defende que a questão que a esquerda deve responder não é “dracma ou euro?”, mas se “apesar do efeito social catastrófico está a favor da permanência do euro ou pelo contrário se pronuncia a favor de uma reconversão escalonada para um sistema monetário europeu mais flexível”. 
Neste artigo, Lafontaine faz a sua “autocrítica” por ter defendido, “enquanto europeu convicto”, a política de transmisão de poderes a nível europeu. “Hoje está claro que a Comissão Europeia e o Parlamento Europeu se tornaram muletas executantes do lóbi financeiro e transferir mais competências a nível europeu é equivalente à desmontagem da democracia e do estado social de direito”.
“Sou favorável ao regresso a um sistema europeu de moedas que tenha em conta as experiências aprendidas com este sistema monetário e que com a sua construção beneficie todos os países que dele fazem parte”, prossegue Lafontaine, explicando que “o sistema monetário europeu funcionou com algumas dificuldades, mas melhor que a moeda única”, permitindo compensar os diferentes crescimentos económicos. Com o euro, diz Lafontaine, apenas os trabalhadores e pensionistas dos países periféricos “arcam com o peso da desvalorização interna através da descida dos salários, cortes de pensões e subidas de impostos”.
Neste artigo, Lafontaine faz a sua “autocrítica” por ter defendido, “enquanto europeu convicto”, a política de transmisão de poderes a nível europeu. “Hoje está claro que a Comissão Europeia e o Parlamento Europeu se tornaram muletas executantes do lóbi financeiro e transferir mais competências a nível europeu é equivalente à desmontagem da democracia e do estado social de direito”.
“O euro converteu-se num instrumento de dominação económica da economia alemã e do governo alemão na Europa. Uma esquerda que queira uma Europa democrática e social, deve mudar a sua política europeia e escolher novos caminhos”, conclui o antigo ministro das Finanças do SPD.
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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

A grande mídia e o ódio ao PT

Por Jaime Alves e Raquel de Souza em 28/07/2015 na edição 861


A delinquência jornalística da grande mídia brasileira não tem limites. A mídia brasileira é um desastre ético-moral. Exemplo? Surpreende a agressiva campanha para destruir a biografia do ex-presidente Lula da Silva e tornar inviável o já desastroso governo da presidenta Dilma Rousseff. A segunda tarefa é relativamente fácil. Dilma e sua equipe parecem resignados a morrer abraçados a um projeto político que busca apaziguar o “Deus-Mercado” com ajustes e concessões que afetam diretamente os mais pobres. Se por um lado as ações do governo para minimizar a “crise” internacional são deturpadas no noticiário econômico, por outro o governo abraça a “liberdade de imprensa” como um valor absoluto que, portanto, não pode ser confrontado. Dilma continua na firme e autofágica crença de que o controle remoto é o melhor regulador dos meios.

Que a regulação da mídia não seja pauta do governo não surpreende, principalmente em função do esfarelamento da base aliada. O que não é óbvio ou racional é a sua estratégia política de comunicação. O acordo para flexibilizar jornadas de trabalho e evitar demissões é deturpado pela mídia e se manifesta na boca do povo como “governo reduz salários dos trabalhadores”; uma vez que o governo não reclama para si as operações da Polícia Federal, elas são canibalizadas pelo noticiário como ações contra o governo “mais corrupto da história”, e não como um trunfo da transparência no combate à corrupção. A biografia de Dilma Rousseff autoriza a presidenta a ocupar a rede nacional de televisão e apresentar à sociedade um saldo de todas as ações da PF esvaziando o discurso moralista da oposição e da mídia corporativa. Dilma, ao contrário, parece resignada a conceber a PF como uma entidade exógena ao seu governo.
No caso do ex-presidente Lula da Silva, o empenho da mídia para criar factoides revela um amadorismo insultante. O Globo e a Época, por exemplo, têm se esforçado para encontrar um elo entre Lula e a Operação Lava Jato. Requentar matérias antigas, fazer associação entre eventos díspares, sobredimensionar procedimentos-padrão do Ministério Público dando vazão às ambições pessoais de procurador com carreira profissional no mínimo curiosa, e o esforço orquestrado no campo semântico para que termos como “crime”, “corrupção” e “corrupto” sejam incessantemente associados ao Partido dos Trabalhadores e ao seu líder máximo fazem parte do esforço concertado de destruição da biografia de Lula e da trajetória do PT.
Autoritarismo e intolerância
Agressiva em seu esforço em associar Lula aos escândalos políticos, a revista Veja já chegou ao extremo de invadir a casa de parentes do ex-presidente para revelar uma suposta festa milionária do seu sobrinho. Desmascarada a fraude, a revista soltou uma nota de algumas linhas se desculpando ao presidente e à sua família “por quaisquer transtornos que possa ter ocasionado”. Veja minimiza o incidente como “um transtorno”, um errinho do repórter Ulisses Campbell, autor da matéria fantasiosa. Veja está bem acompanhada no que diz respeito à delinquência da imprensa brasileira. Do “podemos tirar se quiser”, da agência de notícias Reuters em referência aos escândalos na Petrobras sob o governo FHC, à omissão do nome do senador José Serra – pelo Estadão – em anotações de Marcelo Odebrecht identificadas pela Polícia Federal, a imprensa brasileira vai se especializando cada vez mais em produtora de fraudes jornalísticas. Se o discurso da imparcialidade ainda era vendido como estratégia de propaganda, agora, mais do que nunca, a imprensa está “transparente”. Transparente, para não deixar dúvidas, no sentido de nua, sem verniz, sem compromisso com o mito que a legitimava. De rabo preso com o entrevistado, a Folha de S.Paulo nos dá a dimensão exata desse abandono do “mito”: os documentos vazados pela PF dão conta do “acerto” entre a assessoria de Marcelo Odebrecht e o repórter da Folha para realizar uma entrevista leve, sem assuntos polêmicos e que oferecesse a oportunidade para o empreiteiro “dar seu recado”.
Até mesmo o Jornal Nacional, que em reação à queda de audiência modificou o seu formato para ficar mais “informal”, tem utilizado o recurso de concentrar as notícias relacionadas à Operação Lava Jato no horário próximo à novela das 9, quando os telespectadores mais céticos em relação ao discurso anticorrupção começam a sintonizar para assistir à novela do horário nobre. O ator-jornalista William Bonner aparece agora mais cordial e mais consternado com a “praga da corrupção” que assola o país.
Globo e companhia alimentam um protofascismo que se expressa tanto na estigmatização dos beneficiários de programas sociais, como o Bolsa-Família, como também nas ameaças a figuras e simpatizantes do PT em espaços públicos. A misoginia é outra manifestação deste processo alimentado pelo frenesi anti-pestista. Dilma tem sido criticada não apenas por ser presidenta, mas por ser mulher “severa”, intransigente”, inflexíveis”, características consideradas positivas em chefes de Estado do sexo masculino. Movimentos como o “Vem pra rua”, mobilizados em torno do perigoso patriotismo verde-amarelo, e o panelaço contra a presidenta Dilma expressam também o autoritarismo e a intolerância que chocam o ovo da serpente.
Sofisticação tecnológica e canalhice editorial
Os desdobramentos da Operação Lava Jato podem até comprovar as “sentenças” já decretadas pela mídia corporativa. Pode ser que as investigações tragam à tona novos escândalos envolvendo figuras proeminentes do Partido dos Trabalhadores. Ainda assim, Lula da Silva já é um fenômeno por sobreviver a uma máquina de guerra brutal, sem regras mínimas de combate. Vários nomes do PT foram e talvez sejam condenados, mas Lula, com seu capital político, continua sendo o alvo principal da saga golpista. Dificilmente Fernando Henrique Cardoso, seu antecessor, sobreviveria a tamanha voracidade midiática. Imagine, se puder, o tempo de sobrevida política de alguns opositores de “tudo que está aí” se a imprensa dedicasse tamanha diligência para desvendar suas práticas predatórias? Um dos papéis fundamentais da atividade jornalística é fazer perguntas. No entanto, a imprensa se recusa a fazer algumas perguntas cruciais para entendermos a corrupção no Brasil porque ela teria que se colocar no lugar incômodo de questionar suas próprias práticas delinquenciais não apenas no jornalismo criminoso, mas também no campo fiscal, como os escândalos da Fifa, do HSBC e de fraudes na Receita Federal.
Os estudiosos da mídia podem discordar sobre o papel dos meios na construção de consensos, aquela velha discussão ainda não resolvida entre o que Umberto Eco chamou de “apocalípticos e integrados”. As quatro vitórias petistas – com o peso das articulação políticas nas redes sociais – seriam um exemplo de que os consumidores de notícias não são agentes passivos. Eles estrategicamente negociam, recusam, dão outro significado, e principalmente produzem contra-narrativas.
Talvez estejamos entre os “apocalípticos”, mas o eco das palavras “mensalão”, “corrupção”, “Petrobrás” e “Lava Jato”, incessantemente repetidas, criou uma rede de significados na qual o Partido dos Trabalhadores está aprisionado. Se por um lado os eleitores do PT são discursivamente associados à miséria, ao voto de cabresto e ao analfabetismo político – Diogo Mainardi, Cristina Lobo e Merval Pereira merecem crédito aqui –, por outro, a mídia fomenta e dá vazão às frustrações de uma classe média ressentida com as (ainda que precárias) conquistas sociais dos últimos doze anos. Os espaços quase monocromáticos da classe média branca começaram a ser parcamente diversificados em função de programas sociais que começaram a arranhar a hierarquia perversa do país. Nesse âmbito, para tal crime não há absolvição.
Na verdade, a narrativa midiática de estigmatização dos eleitores do PT não vem de hoje. Ela começou lá atrás e talvez tenha ficado mais pornográfica nas últimas eleições quando o Nordeste foi “responsabilizado” pela eleição de Dilma, ainda que Aécio Neves tenha perdido em seu estado natal e no Rio de Janeiro, seu estado de residência. O movimento de ruptura democrática estimulado pelas forças derrotadas nas eleições de 2014 revela não apenas uma vocação autoritária, como também uma terminante recusa a aceitar que na democracia o voto de membros de diferentes classes sociais tem o mesmo valor. O esforço midiático de demonização do PT, aliado ao impopular ajuste fiscal, se reflete nos índices perigosíssimos de aprovação do governo Dilma Rousseff, criando terreno fértil para a supuração de articulações políticas que almejam o impeachment.
Se as eleições de 2014 não foram suficientemente “sofridas” para levar a presidenta Dilma Rousseff a repensar as estratégias de comunicação do seu governo, elas pelo menos serviram para deixar os campos muito mais demarcados no que diz respeito à mídia corporativa: a prática jornalística, como trabalho de investigação criteriosa, checagem de fontes e equilíbrio de perspectivas, foi definitivamente abandonada. O que temos agora é a criminosa e calculada produção de verdades, sem consequências para as empresas jornalísticas. Uma mera nota de rodapé, na edição seguinte, já faz parte do cálculo do jornalismo delinquente. Quiçá o momento presente não seja tão mau para as forças progressistas do país. A mídia corporativa está desnuda: sofisticação tecnológica e canalhice editorial.
***
Jaime Alves e Raquel de Souza são, respectivamente, jornalista e professor de Antropologia, tradutora e doutoranda em Antropologia
in Observatório da Imprensa, Br.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015


Imperialismo Norte Americano
Foto de Anarquismo - Liberdade.
Em 1823, os EUA estabeleceram uma política denominada Doutrina Monroe, que pregava a independência dos países da América em possíveis intervenções europeias. O verdadeiro objetivo da doutrina Monroe era o domínio sobre os demais países americanos. O lema dessa doutrina era: A América para os americanos. Na era do Presidente Theodore Roosevelt foi mais longe com seu famoso big stick (grande porrete). Uma política externa que dava aos Eua direito de invadir e interferir politicamente países vizinhos para manter a ordem. Na verdade, o objetivo do “Big Stick era evitar que os países da América Latina questionasse as decisões do governo norte americano.A política americana prosseguiu com seu objetivo de dominar cada vez mais as nações do mundo, e explorar os países fornecedores de matéria prima, como os diamantes da África, o petróleo do Oriente Médio, e a exploração de mão de obra barata em países da América Latina e a Ásia, África para trabalhar para as multinacionaisamericanas.       ..http://www.anarquista.net/imperialismo-norte-americano/

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Alemanha lucrou mais de 100 mil milhões com crise da Grécia

Hoje às 16:07
A Alemanha "beneficiou claramente com a crise grega" em mais de 100 mil milhões de euros, garante um estudo divulgado esta segunda-feira.


Quem o garante é o Instituto de Investigação Económica Leibniz, num estudo citado pela agência France Presse (AFP).

O instituto, sem fins lucrativos, considerou que aquele valor representa a poupança garantida pela Alemanha através de baixas taxas de juro sobre as suas obrigações, resultantes da atração da sua economia sobre investidores assustados com a instabilidade grega.
Quando os investidores enfrentam dificuldades, procuram tipicamente um mercado seguro para o seu dinheiro, e a sólida economia alemã "beneficiou desproporcionalmente" desse facto durante a crise da dívida na Grécia, lê-se no estudo, acrescentando que as poupanças "excedem os custos da crise, mesmo se a Grécia não pagasse todas as suas dívidas".
"Nos anos recentes, cada vez que os mercados financeiros souberam de notícias negativas sobre a Grécia, as taxas de juro sobre as obrigações do governo alemão caíram, e cada vez que as notícias foram boas, estas subiram", defende o documento.
Outros países como os Estados Unidos da América, a França e a Holanda também beneficiaram, mas "a um nível muito mais reduzido". Os estimados 100 mil milhões de euros que a Alemanha poupou desde 2010 constituíram cerca de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.
A Alemanha exigiu à Grécia disciplina fiscal e duras reformas económicas em troca da ajuda de credores internacionais. O ministro das finanças alemão, Wolfgang Schäuble, opôs-se a uma reestruturação da dívida grega, apontando para o orçamento equilibrado do seu governo.

Fidel completa 89 e cidades brasileiras preparam homenagens

O líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro, comemora, nesta quinta-feira (12), 89 anos de idade. Para homenagear sua trajetória de lutas, diversas atividades serão realizadas em São Paulo.


Reprodução
  
Às 18 horas, na Câmara do Vereadores da capital paulista, haverá um evento comemorativo. Também na cidade de São Paulo, o Movimento Paulista de Solidariedade a Cuba promoverá a exibição do filme “Looking For Fidel”, do diretor estadunidense Oliver Stone. A Atividade ocorrerá no Memorial da América Latina.

No Rio de Janeiro, na Cinelândia, as comemorações também começarm no mesmo horário. Na cidade de Santos, no litoral paulista, a Associação Cultural José Martí organizará uma festa, no dia 15 de agosto, com comidas, bebidas e músicas típicas cubanas.

Fidel Castro foi o líder do movimento que deu um caráter socialista a Cuba, derrubando em 1959 a ditadura de Fulgêncio Batista. Após comandar a maior das Antilhas por vários anos, seu legado pode ser observado nas estruturas presentes no país, mas também na influência que possibilitou o surgimento de diversos movimentos progressistas na América Latina.

Mesmo sob o bloqueio econômico imposto pelos estadunidenses, ele conseguiu garantir saúde e educação universais aos cubanos e exportou o conceito para outros países, permitindo que profissionais médicos, altamente qualificados, ajudassem também outras nações, como no caso da Operação Milagre.


Do Portal Vermelho

domingo, 9 de agosto de 2015

The Global Economic Crisis, The Great Depression of the XXI Century.

Global Research, July 08, 2015
The Global Economic Crisis, The Great Depression of  the XXI Century.
The following text is an excerpt of the Preface of The Global Economic Crisis. The Great Depression of the XXI Century, Montreal, Global Research, 2010.
Click here to buy the book!
In all major regions of the world, the economic recession is deep-seated, resulting in mass unemployment, the collapse of state social programs and the impoverishment of millions of people. The economic crisis is accompanied by a worldwide process of militarization, a “war without borders” led by the United States of America and its NATO allies. The conduct of the Pentagon’s “long war” is intimately related to the restructuring of the global economy.
We are not dealing with a narrowly defined economic crisis or recession. The global financial architecture sustains strategic and national security objectives. In turn, the U.S.-NATO military agenda serves to endorse a powerful business elite which relentlessly overshadows and undermines the functions of civilian government.
This book takes the reader through the corridors of the Federal Reserve and the Council on Foreign Relations, behind closed doors at the Bank for International Settlements, into the plush corporate boardrooms on Wall Street where far-reaching financial transactions are routinely undertaken from computer terminals linked up to major stock markets, at the touch of a mouse button.
Each of the authors in this collection digs beneath the gilded surface to reveal a complex web of deceit and media distortion which serves to conceal the workings of the global economic system and its devastating impacts on people’s lives. Our analysis focuses on the role of powerful economic and political actors in an environment wrought by corruption, financial manipulation and fraud.
Despite the diversity of viewpoints and perspectives presented within this volume, all of the contributors ultimately come to the same conclusion: humanity is at the crossroads of the most serious economic and social crisis in modern history.
The meltdown of financial markets in 2008-2009 was the result of institutionalized fraud and financial manipulation. The “bank bailouts” were implemented on the instructions of Wall Street, leading to the largest transfer of money wealth in recorded history, while simultaneously creating an insurmountable public debt.
With the worldwide deterioration of living standards and plummeting consumer spending, the entire structure of international commodity trade is potentially in jeopardy. The payments system of money transactions is in disarray. Following the collapse of employment, the payment of wages is disrupted, which in turn triggers a downfall in expenditures on necessary consumer goods and services. This dramatic plunge in purchasing power backfires on the productive system, resulting in a string of layoffs, plant closures and bankruptcies. Exacerbated by the freeze on credit, the decline in consumer demand contributes to the demobilization of human and material resources.
This process of economic decline is cumulative. All categories of the labor force are affected. Payments of wages are no longer implemented, credit is disrupted and capital investments are at a standstill. Meanwhile, in Western countries, the “social safety net” inherited from the welfare state, which protects the unemployed during an economic downturn, is also in jeopardy.
The Myth of Economic Recovery
The existence of a “Great Depression” on the scale of the 1930s, while often acknowledged, is overshadowed by an unbending consensus: “The economy is on the road to recovery”.
While there is talk of an economic renewal, Wall Street commentators have persistently and intentionally overlooked the fact that the financial meltdown is not simply composed of one bubble – the housing real estate bubble – which has already burst. In fact, the crisis has many bubbles, all of which dwarf the housing bubble burst of 2008.
Although there is no fundamental disagreement among mainstream analysts on the occurrence of an economic recovery, there is heated debate as to when it will occur, whether in the next quarter, or in the third quarter of next year, etc. Already in early 2010, the “recovery” of the U.S. economy had been predicted and confirmed through a carefully worded barrage of media disinformation. Meanwhile, the social plight of increased unemployment in America has been scrupulously camouflaged. Economists view bankruptcy as a microeconomic phenomenon.
The media reports on bankruptcies, while revealing local-level realities affecting one or more factories, fail to provide an overall picture of what is happening at the national and international levels. When all these simultaneous plant closures in towns and cities across the land are added together, a very different picture emerges: entire sectors of a national economy are closing down.
Public opinion continues to be misled as to the causes and consequences of the economic crisis, not to mention the policy solutions. People are led to believe that the economy has a logic of its own which depends on the free interplay of market forces, and that powerful financial actors, who pull the strings in the corporate boardrooms, could not, under any circumstances, have willfully influenced the course of economic events.
The relentless and fraudulent appropriation of wealth is upheld as an integral part of “the American dream”, as a means to spreading the benefits of economic growth. As conveyed by Michael Hudson, the myth becomes entrenched that “without wealth at the top, there would be nothing to trickle down.” Such flawed logic of the business cycle overshadows an understanding of the structural and historical origins of the global economic crisis.
Financial Fraud
Media disinformation largely serves the interests of a handful of global banks and institutional speculators which use their command over financial and commodity markets to amass vast amounts of money wealth. The corridors of the state are controlled by the corporate establishment including the speculators. Meanwhile, the “bank bailouts”, presented to the public as a requisite for economic recovery, have facilitated and legitimized a further process of appropriation of wealth.
Vast amounts of money wealth are acquired through market manipulation. Often referred to as “deregulation”, the financial apparatus has developed sophisticated instruments of outright manipulation and deceit. With inside information and foreknowledge, major financial actors, using the instruments of speculative trade, have the ability to fiddle and rig market movements to their advantage, precipitate the collapse of a competitor and wreck havoc in the economies of developing countries. These tools of manipulation have become an integral part of the financial architecture; they are embedded in the system.
The Failure of Mainstream Economics
The economics profession, particularly in the universities, rarely addresses the actual “real world” functioning of markets. Theoretical constructs centered on mathematical models serve to represent an abstract, fictional world in which individuals are equal. There is no theoretical distinction between workers, consumers or corporations, all of which are referred to as “individual traders”. No single individual has the power or ability to influence the market, nor can there be any conflict between workers and capitalists within this abstract world.
By failing to examine the interplay of powerful economic actors in the “real life” economy, the processes of market rigging, financial manipulation and fraud are overlooked. The concentration and centralization of economic decision-making, the role of the financial elites, the economic thinks tanks, the corporate boardrooms: none of these issues are examined in the universities’ economics programs. The theoretical construct is dysfunctional; it cannot be used to provide an understanding of the economic crisis.
Economic science is an ideological construct which serves to camouflage and justify the New World Order. A set of dogmatic postulates serves to uphold free market capitalism by denying the existence of social inequality and the profit-driven nature of the system is denied. The role of powerful economic actors and how these actors are able to influence the workings of financial and commodity markets is not a matter of concern for the discipline’s theoreticians. The powers of market manipulation which serve to appropriate vast amounts of money wealth are rarely addressed. And when they are acknowledged, they are considered to belong to the realm of sociology or political science.
This means that the policy and institutional framework behind this global economic system, which has been shaped in the course of the last thirty years, is rarely analyzed by mainstream economists. It follows that economics as a discipline, with some exceptions, has not provided the analysis required to comprehend the economic crisis. In fact, its main free market postulates deny the existence of a crisis. The focus of neoclassical economics is on equilibrium, disequilibrium and “market correction” or “adjustment” through the market mechanism, as a means to putting the economy back “onto the path of self-sustained growth”.
Poverty and Social Inequality
The global political economy is a system that enriches the very few at the expense of the vast majority. The global economic crisis has contributed to widening social inequalities both within and between countries. Under global capitalism, mounting poverty is not the result of a scarcity or a lack of human and material resources. Quite the opposite holds true: the economic depression is marked by a process of disengagement of human resources and physical capital. People’s lives are destroyed. The economic crisis is deep-seated.
The structures of social inequality have, quite deliberately, been reinforced, leading not only to a generalized process of impoverishment but also to the demise of the middle and upper middle income groups.
Middle class consumerism, on which this unruly model of capitalist development is based, is also threatened. Bankruptcies have hit several of the most vibrant sectors of the consumer economy. The middle classes in the West have, for several decades, been subjected to the erosion of their material wealth. While the middle class exists in theory, it is a class built and sustained by household debt.
The wealthy rather than the middle class are rapidly becoming the consuming class, leading to the relentless growth of the luxury goods economy. Moreover, with the drying up of the middle class markets for manufactured goods, a central and decisive shift in the structure of economic growth has occurred. With the demise of the civilian economy, the development of America’s war economy, supported by a whopping near-trillion dollar defense budget, has reached new heights. As stock markets tumble and the recession unfolds, the advanced weapons industries, the military and national security contractors and the up-and-coming mercenary companies (among others) have experienced a thriving and booming growth of their various activities.
War and the Economic Crisis
War is inextricably linked to the impoverishment of people at home and around the world. Militarization and the economic crisis are intimately related. The provision of essential goods and services to meet basic human needs has been replaced by a profit-driven “killing machine” in support of America’s “Global War on Terror”. The poor are made to fight the poor. Yet war enriches the upper class, which controls industry, the military, oil and banking. In a war economy, death is good for business, poverty is good for society, and power is good for politics. Western nations, particularly the United States, spend hundreds of billions of dollars a year to murder innocent people in far-away impoverished nations, while the people at home suffer the disparities of poverty, class, gender and racial divides.
An outright “economic war” resulting in unemployment, poverty and disease is carried out through the free market. People’s lives are in a freefall and their purchasing power is destroyed. In a very real sense, the last twenty years of global “free market” economy have resulted, through poverty and social destitution, in the lives of millions of people.
Rather than addressing an impending social catastrophe, Western governments, which serve the interests of the economic elites, have installed a “Big Brother” police state, with a mandate to confront and repress all forms of opposition and social dissent.
The economic and social crisis has by no means reached its climax and entire countries, including Greece and Iceland, are at risk. One need only look at the escalation of the Middle East Central Asian war and the U.S.-NATO threats to China, Russia and Iran to witness how war and the economy are intimately related.
Michel Chossudovsky, Montreal, May 2010
The book can be ordered directly from Global Research
original

The Global Economic Crisis: The Great Depression of the XXI Century

Contents of this Book
The contributors to this book reveal the intricacies of global banking and its insidious relationship to the military industrial complex and the oil conglomerates. The book presents an inter- disciplinary and multi-faceted approach, while also conveying an understanding of the historical and institutional dimensions. The complex relations of the economic crisis to war, empire and worldwide poverty are highlighted. This crisis has a truly global reach and repercussions that reverberate throughout all nations, across all societies.
In Part I, the overall causes of the global economic crisis as well as the failures of mainstream economics are laid out. Michel Chossudovsky focuses on the history of financial deregulation and speculation. Tanya Cariina Hsu analyzes the role of the American Empire and its relationship to the economic crisis. John Bellamy Foster and Fred Magdoff undertake a comprehensive review of the political economy of the crisis, explaining the central role of monetary policy. James Petras and Claudia von Werlhof provide a detailed review and critique of neoliberalism, focusing on the economic, political and social repercussions of the “free market” reforms. Shamus Cooke examines the central role of debt, both public and private.
Part II, which includes chapters by Michel Chossudovsky and Peter Phillips, analyzes the rising tide of poverty and social inequality resulting from the Great Depression.
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original With contributions by Michel Chossudovsky, Peter Dale Scott, Michael Hudson, Bill Van Auken, Tom Burghardt and Andrew Gavin Marshall, Part III examines the relationship between the economic crisis, National Security, the U.S.-NATO led war and world government. In this context, as conveyed by Peter Dale Scott, the economic crisis creates social conditions which favor the instatement of martial law.
The focus in Part IV is on the global monetary system, its evolution and its changing role. Andrew Gavin Marshall examines the history of central banking as well as various initiatives to create regional and global currency systems. Ellen Brown focuses on the creation of a global central bank and global currency through the Bank for International Settlements (BIS). Richard C. Cook examines the debt-based monetary system as a system of control and provides a framework for democratizing the monetary system.
Part V focuses on the working of the Shadow Banking System, which triggered the 2008 meltdown of financial markets. The chapters by Mike Whitney and Ellen Brown describe in detail how Wall Street’s Ponzi scheme was used to manipulate the market and transfer billions of dollars into the pockets of the banksters.
Disclaimer: The contents of this article are of sole responsibility of the author(s). The Centre for Research on Globalization will not be responsible for any inaccurate or incorrect statement in this article.
Copyright © Prof Michel Chossudovsky, Global Research, 2015

Templo dórico, Viagem à Sicília, Agosto 2009

Templo grego clássico da Concórdia

Templo grego clássico da Concórdia
Viagem à Sicília

Teatro greco-romano

Teatro greco-romano
Viagem à Sicília

Pupis

Pupis
Viagem à Sicília Agosto 2009

Viagem à Polónia

Viagem à Polónia
Auschwitz: nele pereceram 4 milhôes de judeus. Depois dos nazis os genocídios continuaram por outras formas.

Viagem à Polónia

Viagem à Polónia
Auschwitz, Campo de extermínio. Memória do Mal Absoluto.

Forum Romano

Forum Romano
Viagem a Roma, 2009

Roma - Castelo de S. Ângelo

Roma - Castelo de S. Ângelo
Viagem a Roma,2009

Roma-Vaticano

Roma-Vaticano

Roma-Fonte Trévis

Roma-Fonte Trévis
Viagem a Roma,2009

Coliseu de Roma

Coliseu de Roma
Viagem a Roma, Maio 2009

Vaticano-Igreja de S.Pedro

Vaticano-Igreja de S.Pedro

Grécia

Grécia
Acrópole

Grécia

Grécia
Acrópole

Viagem à Grécia

Viagem à Grécia

NOSTALGIA

NOSTALGIA

CLAUSTROFOBIA

CLAUSTROFOBIA