terça-feira, 19 de abril de 2016

Koestler, um sionista que nega a origem judaica de Israel

Miguel Urbano Rodrigues
19.Apr.16 :: Colaboradores
Que indecifrável fio condutor da sua vida em permanente sobressalto leva Koestler de revolucionário marxista, membro do Partido Comunista Alemão e sionista a um fanático anticomunista e colaborador da CIA e, já quase no fim da sua vida, acabar por negar a tradição cultural do seu povo, razão primeira para o estatuto de nação atribuído a Israel?

Voltei a ler nos últimos meses alguns livros de Arthur Koestler.
Quase esquecido, Koestler foi em meados do século passado um dos escritores mais famosos e polémicos do mundo.
Nascido em Budapeste numa família de judeus, o seu interesse pelo sionismo levou-o a viajar para a Palestina aos 20 anos. Dessa experiencia resultou em 1946 um romance Os Ladrões da Noite (Thieves in the Night no original inglês) inspirado na fundação dos primeiros kibutzin, colonatos estabelecidos em terras compradas aos árabes ainda na época do império Otomano. Eram revolucionários românticos esses precursores de Israel vindos da Europa, da América, da Ásia e da África. A ação do livro transcorre durante o mandato britânico na Palestina, um estranho tempo de transição. A maioria, de formação marxista, sonhava com a sociedade socialista perfeita. Na comuna da Torre de Ezra não circulava dinheiro, nem havia propriedade privada e parte do coletivo acreditava ingenuamente na possibilidade de relações fraternas com os árabes que seriam beneficiados pelo convívio pacífico com uma cultura mais avançada tecnicamente.
Mas nem todos eram revolucionários na comuna de Eszra, e ali eram identificáveis os germes das perversões que iram manifestar-se tragicamente no Estado de Israel.
Uma das personagens, angustiada, interroga-se sobre o que será, quando levado à prática, o projeto de colonização judaica na Palestina ideado por Theodor Herzl.
O livro somente foi publicado quando Kostler ia completar 40 anos.
Nas duas décadas anteriores a sua vida fora a concretização de uma aventura permanente e fantástica.
Sempre imprevisível e versátil, aos 31 anos tinha participado de uma expedição polar, aderira ao Partido Comunista Alemão, defendia com paixão a União Soviética, e continuava a ser sionista.
Em 1937, quando cobria para o News Chronicle a Batalha de Málaga, foi preso pelo exército de Franco, encarcerado numa prisão de Sevilha, e condenado à morte.
A sentença não foi executada e dessa experiencia resultou O Testamento Espanhol (na edição portuguesa), uma meditação simultaneamente ideológica e existencial que prenuncia a sua rutura com o Partido.
Nas vésperas da II Guerra, é preso em França e internado num campo de concentração dos Pirenéus. É ai que escreve parte de O Zero e o Infinito (Darkness at Noon, na edição inglesa), o romance que o tornaria mundialmente conhecido.
Essa segunda prisão, a que em breve se seguiria uma terceira, é fonte de inspiração de La Lie de la Terre (Scum of the Earth no original inglês), ensaio pungente sobre o sofrimento no campo de horrores.
Nos anos de Paris, antes da guerra e imediatamente depois, conviveu intimamente com escritores como Albert Camus, Jean Paul Sartre e Simone de Beauvoir que romperam com ele após a publicação de O Zero e o Infinito.
Foi então amante de mulheres famosas. Segundo Georges Orwell, a ele se ajusta a expressão tarado sexual. Espancava a segunda mulher e alguns dos seus biógrafos afirmam que cometeu crimes de violação. Neurótico, experimentou múltiplas drogas alucinogénias.
Mas a sua sexualidade atormentada não ajuda a compreender o processo que fez do revolucionário marxista um anticomunista fanático, colaborador da CIA, tal como Orwell.
À Palestina voltou muitas vezes, e em todos os livros e artigos que escreveu sobre Israel transparece a sua opção sionista.
A publicação em 1974 – tinha então 69 anos – de The Thirteen Tribe (Os Khazares, a 13ªTribo e as origens do judaísmo moderno, na edição brasileira – foi portanto recebida como bomba politica e literária. Em Israel, os historiadores desancaram o autor. De escritor amigo, admirado pelos governantes e pelo mundo académico, Koestler passou a vilão, a falsificador da história.
A tese do livro não é original. Em muitas universidades da Europa e dos EUA tinham sido publicados desde o século XIX trabalhos sobre o judaísmo dos Khazares, um povo turco de olhos claros que, depois de se fixar no baixo Volga e nas estepes do Mar Cáspio, desempenhara um importante papel nas lutas entre Bizâncio e o Califado. As fontes a que Kostler recorre para chamar a atenção para a diáspora Khazar, apos a invasão da Europa pelos Mongóis de Batu Khan, eram conhecidas.
Mas o prestígio do escritor fez de uma questão académica, debatida nos departamentos de História de algumas universidades, tema de manchetes na comunicação social.
Kostler ofendeu milhões de judeus ao contestar as origens étnicas do povo que se proclama descendente de Abraão e Moisés. No seu livro explosivo afirma que a maioria dos Asquenazes que criaram o Estado de Israel vindos da Europa Ocidental, dos EUA, da Polónia, da Rússia e outros países descende na realidade dos Khazares turcos.
A 13ª Tribo é um livro muito importante, mas sem qualidade, que não está à altura dos méritos literários do autor. Mal estruturado, repetitivo, erudito e redigido num estilo pesado, o seu êxito nasceu da indignação que o assunto suscitou no mundo judaico.
As veementes críticas de que foi alvo não impediram Kostler de continuar a defender o direito à existência de Israel. A negação da origem étnica dos pioneiros do sionismo não afetou minimamente a sua solidariedade com o povo do Estado implantado na Palestina com o patrocínio da Inglaterra e dos EUA.
Independentemente dos mitos invocados para justificar o regresso à Terra Santa, Israel tonara-se uma realidade no século XX. Repetir o romano Adriano e expulsar dali os judeus aparecia-lhe como um ato de barbárie.
Para Koestler a legitimidade de Israel não provem da origem racial dos seus cidadãos, mas da decisão da ONU, em 1947, de partilhar a Palestina em dois Estados, um árabe, outro judaico.
«Em resumo-escreve na 13ª Tribo – os judeus da nossa época não tem em comum uma tradição cultural, mas apenas certos costumes e padrões de comportamento baseados numa herança social da experiência traumática do gueto e de uma religião que a maioria não pratica, mas que lhes confere um estatuto pseudonacional».
O livro de Kostler foi, aliás, rapidamente esquecido. Os lobbies judaicos contribuíram para isso, comprando milhares de exemplares das suas edições em várias línguas e destruíram-nos. É hoje uma obra difícil de encontrar, até nos alfarrabistas.
Mas, inesperadamente, transcorridas mais de três décadas, um historiador judeu retomou a tese de Kostler e desenvolveu-a em dois livros.
Shlomo Sand, professor de História na Universidade de Tel Aviv, reuniu uma documentação exaustiva e de qualidade e recorreu a conclusões da moderna arqueologia (inclusive israelense) para demonstrar no primeiro desses livros Comment le Peuple Juif fut Inventé (na edição francesa), que a grande maioria dos judeus Asquenazes descende realmente dos Khazares e que os antepassados dos sefarditas foram berberes judaizados do exército de Tarik ibn Ziyad que invadiu a Espanha no século VIII. Na sua ofensiva contra os mitos do povo judaico contesta a própria existência de Salomão e a autenticidade das ruinas do Templo de Jerusalém.
No segundo livro sustenta que A Terra de Israel é outra invenção. Nem o Antigo Testamento nem o Talmude mencionam a expressão. Quando de referem à Terra de Canaã não incluem nela Jerusalém, Hebron e Belém. A Israel bíblica era somente a Samaria. Nunca esta e a Judeia estiveram unidas num reino único.
Daniel Sassoon, professor de História Comparada da Universidade de Londres, judeu anti sionista, identifica-se totalmente com a posição de Shlomo Sand e pulveriza como ele a mitologia nacionalista judaica.
O relato bíblico deixa aliás transparente que os judeus vindos do Egipto foram um povo colonizador.
«Destrói-os completamente – ordenou-lhes o Senhor, “prevendo” que os Amoritas voltassem. “Passem pela espada todos os homens (…) Quanto às mulheres, crianças, gado e tudo o mais… podem tomá-lo para vós como pilhagem» (Deuteronómio 20).
Arthur Koestler não viveu o suficiente para tomar conhecimento de que a sua tese sobre os judeus Khazares como antepassados dos Asquenazes é assumida hoje por um prestigiado professor de Historia da Universidade de Tel-Aviv.
O avanço da doença de Parkinson e o agravamento de uma leucemia contra a qual lutara sem êxito fê-lo optar pelo suicídio em 1983. A sua terceira mulher acompanhou-o, tomando idêntica decisão.
Serpa e Vila Nova de Gaia, Março de 2016

Dia Mundial de Solidariedade com a Venezuela


Povo brasileiro continua a resistir ao golpe
Foto de António Abreu.A votação no Congresso de ontem era esperada, se bem que estivesse há dias quase à tangente, depois de vários pequenos partidos terem transacionado para o “não” o seu voto. Para Onofre Gonçalves, presidente da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB-São Paulo) o resultado e a forma como ocorreu a votação deste domingo no plenário da Câmara dos Deputados apenas confirmou que a atual legislatura pode ser considerada uma das piores da história e sem compromisso com a democracia brasileira. Para o dirigente da CTB nada está perdido mesmo depois de tudo o que aconteceu ontem. Para ele, o importante é que essa reaproximação da presidenta Dilma da sua base social precisa ser ampliada. Para o dirigente do MST – Movimento dos Trabalhadores RuraisSem Terra do Estado deste estado, João Paulo, é preciso ampliar a participação nas manifestações de rua daqueles que votaram na presidenta, “é preciso aumentar a capacidade de mobilização e construir uma posição de maioria na sociedade”. De acordo com o editor do site Opera Mundi, Breno Altman, a mobilização social é a única forma de se contrapor, em curto prazo, ao monopólio dos media. “É preciso intensificar a disputa das ruas, a disputa no boca a boca da militância, manter mobilizadas as forças democráticas do pais”. Segundo Altman, “estamos pagando” hoje pelo “gravíssimo erro” de não ter enfrentado nos 13 anos de governos de Lula e Dilma a concentração dos monopólios de comunicação. “O campo comunicacional que não está no monopólio das famílias é muito pequeno. Tem certo impacto na internet, é lido pelos formadores de opinião mas não tem caráter de massa ao contrário dos meios que a oligarquia controla”. Para Breno, a médio e longo prazo, em caso de se esmagar o golpe, é preciso enfrentar o que designou como “cancro” da democracia brasileira, que é o monopólio da comunicação. Entretanto a Frente Brasil Popular e a Frente Brasil Sem Medo dirigiram-se ao povo brasileiro: “Não aceitamos o golpe contra a democracia e nossos direitos! Vamos derrotar o golpe nas ruas! Este 17 de abril, data que lembramos o massacre de Eldorado dos Carajás, entrará mais uma vez para a história da nação brasileira como o dia da vergonha. Isso porque uma maioria circunstancial de uma Câmara de Deputados manchada pela corrupção ousou autorizar o impeachment fraudulento de uma presidenta da República contra a qual não pesa qualquer crime de responsabilidade.  As forças econômicas, políticas conservadoras e reacionárias que alimentaram essa farsa têm o objetivo de liquidar direitos trabalhistas e sociais do povo brasileiro.  São as entidades empresariais, políticos como Eduardo Cunha, réu no STF por crime de corrupção, partidos derrotados nas urnas como o PSDB, forças exteriores ao Brasil interessadas em pilhar nossas riquezas e privatizar empresas estatais como a Petrobras e entregar o pré-sal às multinacionais. E fazem isso com a ajuda de uma mídia golpista, que tem como o centro de propaganda ideológica golpista a Rede Globo, e com a cobertura de uma operação jurídico-policial voltada para atacar determinados partidos e lideranças e não outros. Por isso, a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo conclamam os trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade, e as forças democráticas e progressistas, juristas, advogados, artistas, religiosos a não saírem das ruas e continuar o combate contra o golpe através de todas as formas de mobilização dentro e fora do país. Faremos pressão agora sobre o Senado, instância que julgará o impeachment da presidenta Dilma sob a condução do ministro Lewandowski do STF. A luta continua contra o golpe em defesa da democracia e nossos direitos arrancados na luta, em nome de um falso combate à corrupção e de um impeachment sem crime de responsabilidade. A Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo desde já afirmam que não reconhecerão legitimidade de um pretenso governo Temer, fruto de um golpe institucional, como pretende a maioria da Câmara ao aprovar a admissibilidade do impeachment golpista. Não reconhecerão e lutarão contra tal governo ilegítimo, combaterão cada uma das medidas que ele vier a adotar contra nossos empregos e salários, programas sociais, direitos trabalhistas duramente conquistados e em defesa da democracia, da soberania nacional. Não nos deixaremos intimidar pelo voto majoritário de uma Câmara recheada de corruptos comprovados, cujo chefe, Eduardo Cunha, é réu no STF e ainda assim comandou a farsa do impeachment de Dilma. Continuaremos na luta para reverter o golpe, agora em curso no Senado Federal, e avançar à plena democracia em nosso país, o que passa por uma profunda reforma do sistema político atual, verdadeira forma de combater efetivamente a corrupção. Na história na República, em vários confrontos as forças do povo e da democracia sofreram revezes, mas logo em seguida, alcançaram a vitória. O mesmo se dará agora: venceremos o golpismo nas ruas!  Portanto, a nossa luta continuará com paralisações, atos, ocupações já nas próximas semanas e a realização de uma grande Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora, no próximo 1º de Maio.  A luta continua! Não ao retrocesso! Viva a democracia! “ Nota – A Frente é constituída pelo PT – Partido dos Trabalhadores, pelo PC do B – Partido Comunista do Brasil, movimento sindical, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra e dezenas de associações cívicas muito diversificadas

segunda-feira, 18 de abril de 2016

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The Lessons of History
By Global Research News
Global Research, March 27, 2016
 
Url of this article:
http://www.globalresearch.ca/selected-articles-the-lessons-of-history/5516880
By Prof Michel Chossudovsky, March 27 2016
It is now well established that the war on Yugoslavia was waged on a fabricated humanitarian pretext and that extensive war crimes were committed by NATO and the US.
By Sungur Savran, January 28, 2016
April 24, 1915, hundreds of Armenian intellectuals, politicians and community leaders were rounded in Istanbul (or Constantinople as it was then called in the West) by the Ottoman state, to be subsequently sent to exile from which most never returned. This was the signal that set off a chain of events that ended in a tragedy the like of which has rarely been witnessed in the annals of modern history.
By Mahdi Darius Nazemroaya, March 04, 2016
In 2011, as the entire world watched the Arab Spring in amazement, the US and its allies, predominantly  working under the banner of the North Atlantic Treaty Organization (NATO) and the Gulf Cooperation Council (GCC), militarily overran the Libyan Arab Jamahiriya.
By Michael Jabara Carley, March 24, 2016
The title of this article is intended to be ironic because of course the Red Army did play the predominant role in destroying Nazi Germany during World War II. You would not know it, however, reading the western Mainstream Media (MSM), or watching television, or going to the cinema in the west where the Soviet role in the war has almost entirely disappeared.
By Michael Jabara Carley, March 27 2016
While MSM lays the blame on Stalin’s «alliance» with Hitler for starting World War II, it takes the opposite tack in the fighting of the war by ignoring the Soviet role in destroying Nazi Germany.

E uma vez mais, sobre a França (3)

Apesar das observações críticas colocadas no post anterior e que poderão ser motivo da vossa reflexão, lendo o site do La Nuit debout, o acto de cidadania e de revolta é a questão mais importante.
Esta presença permanente na rua arrasta a sensação que a política pertence a todos, numa espécie de reconquista da soberania no espaço público“, como refere o ex-deputado do PS, Pouria Amirshahi, em entrevista ao L´Humanité.
Apesar das medidas positivas para os jovens e o recuo em alguns pontos do projecto de Lei do Trabalho, “os sindicatos denunciam o governo por teimosamente manter a sua proposta de lei. Ele deve receber e ouvir as reivindicações dos assalariados: emprego, salários e pensões, tempo de trabalho, protecção social, garantias colectivas, condições de trabalho, a igualdade profissional profissionais de mulheres e homens, saúde e medicina no trabalho, formação que permita a criação de empregos estáveis e de qualidade, direitos e liberdades sindicais … propostas portadoras
do progresso social e correspondentes à realidade do trabalho hoje e no futuro..
Porque no contexto de uma crise agravada por políticas de austeridade, a luta contra a flexibilidade contra a precarização é uma necessidade.
As organizações sindicais (CGT, FO, FSU, Solidaires, UNEF, UNL, LDIFs) apelam a todos os assalariados, privados de emprego, aos estudantes com ensino secundárion e aposentados para se mobilizarem novamente pela greve e participar massivamente nas manifestações no próximo 28 de abril
É certo que a ocupação da rua à noite, na Praça da República e noutras cidades francesas animada pelo Nuit debout, colide com a possibilidade de participação de quem trabalha e tem muito a ver com a saída à noite para um espaço animado culturalmente, num ambiente seguro, diferente do dos bares, mais acessível. A manutenção nos debates de temas de trabalho pode romper com a lógica de uma participação exclusiva de intelectuais da pequena e média burguesia, nos chamados « temas fracturantes » que são frequentemente a forma de alienar os movimentos da centralidade das condições de remuneração do trabalho, de forma não precária, as ameaças ao estado social, a natureza de classe do governo francês e a sua cumplicidade com o imperialismo.
 
A leitura da imprensa francesa permite identificar motivações, modos de estar.
Lendo o Le Monde, damos uma volta pelas várias iniciativas nocturnas mas também diurnas realizadas, ou o Le Figaro, que reflecte sobre o presente e futuro de Hollande, ou o Libération que se refere à expulsão da Praça da República, de que os nuitdéboutistes se apoderaram literalmente, do filósofo Alain Finkielkraut, que talvez pretendesse ser “adoptado” como enfant térrible que há décadas deixou de ser.
Ao longo dos dias, depois da carga policial de 9 de Março, a partir da Praça da República, grupos de provocadores marginais têm destruído montras, caixotes de lixo a que a polícia tem respondido, logo nesse dia de forma particularmente violenta que causou um grande repúdio na cidade e respostas por parte de alguns manifestantes. A polícia aproveitou o facto para, a pretexto desses comportamentos usar medidas previstas no estado de excepção que extravasaram largamente o âmbito desses actos e respectivos protagonistas. Esta praga de provocadores existe hoje universalmente e é em geral de iniciativa de infiltrados da própria polícia. Vários governos procuram,  com tais comportamentos marginais, retirar simpatia pelos manifestantes e seus objectivos, limitando-lhes o alcance e possibilidades de êxito.
 
É um tema a acompanhar.
Via: antreus http://ift.tt/1W9MN54

terça-feira, 12 de abril de 2016

AO LADO DE LULA, CHICO DIZ: NÃO VAI TER GOLPE

Ricardo Stuckert/Instituto Lula:
Milhares de pessoas participam na noite desta segunda-feira (11) do ato da Cultura pela Democracia, na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro; o evento é liderado pelo cantor e compositor Chico Buarque e conta com a presença do ex-presidente Lula, do teólogo Leonardo Boff, do ator e humorista Gregório Duvivier, do ex-ministro Juca Ferreira, de Eric Nepomuceno, da cantora Beth Carvalho, entre outros; “Estaremos juntos em defesa da democracia. Não vai ter golpe”, afirmou Chico Buarque; a cantora Beth Carvalho defendeu a construção de uma rede democrática de comunicação em defesa da legalidade.
Ler mais »

Templo dórico, Viagem à Sicília, Agosto 2009

Templo grego clássico da Concórdia

Templo grego clássico da Concórdia
Viagem à Sicília

Teatro greco-romano

Teatro greco-romano
Viagem à Sicília

Pupis

Pupis
Viagem à Sicília Agosto 2009

Viagem à Polónia

Viagem à Polónia
Auschwitz: nele pereceram 4 milhôes de judeus. Depois dos nazis os genocídios continuaram por outras formas.

Viagem à Polónia

Viagem à Polónia
Auschwitz, Campo de extermínio. Memória do Mal Absoluto.

Forum Romano

Forum Romano
Viagem a Roma, 2009

Roma - Castelo de S. Ângelo

Roma - Castelo de S. Ângelo
Viagem a Roma,2009

Roma-Vaticano

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Roma-Fonte Trévis

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Viagem a Roma,2009

Coliseu de Roma

Coliseu de Roma
Viagem a Roma, Maio 2009

Vaticano-Igreja de S.Pedro

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Grécia

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Acrópole

Grécia

Grécia
Acrópole

Viagem à Grécia

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NOSTALGIA

NOSTALGIA

CLAUSTROFOBIA

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