Faleceu a sátira de anemia. Pobre anda a imaginação. O pagode já nem se liberta, nem se evade: a alienação prolonga-se. As indumentárias compram-se nas lojas chinesas. O canaval português, ritual e herético, é agora brasileiro, perdão!, carioca. Cópia de arte popular pelintra. Valia-nos antes o bom tintol, hoje é só cerveja. Que fantasia extraordinária poderia ser o carnaval! Que oportunidade perdida!
Podíamos e devíamos ressuscitar as cegadas que são nossas e eram de tal modo causticas que foram proibidas pelo Manholas.
ResponderEliminardoi, não é?
ResponderEliminarabraços
Zé,
ResponderEliminarDetesto, odeio, irritam-me os carnavais... TODOS (não estou a falar de cegadas, Cid!)
Abraço