Rainer Maria Rilke e Auguste Rodin
Uma e outra vez do vidro espelhado
voltas a buscar-te de novo até ti;
ordenas em ti, como numa jarra,
as imagens tuas. Chamas-lhe Tu,
a esse despontar dos teus reflexos
que por momentos ao de leve estudas
antes de, vencida pela felicidade deles,
voltares a ofertá-los ao teu corpo.
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