Deputados e políticos líbios assinaram na
quinta-feira em Marrocos um acordo patrocinado pela Organização das
Nações Unidas, que prevê um governo de união nacional para retirar o
país do caos, apesar da objeção dos dois parlamentos rivais, que
rejeitaram a iniciativa.
Os ocidentais estão particularmente inquietos com o surgimento do grupo radical autodenominado de Estado Islâmico no país.
Depois de ter assumido em junho o controlo de Sirte, situada a 450
quilómetros da capital, Tripoli, o grupo jihadista quer agora
estender-se para o leste, uma região rica em hidrocarbonetos e onde
estão os principais terminais petrolíferos.
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