domingo, 18 de outubro de 2009

VERDE PÁLIDO

Deitaste-te na minha cama



O mar era verde e a pálida lua


Convidava-nos ao amor


Não fosse o mar tão fundo


E a lua tão morta.






A lua tão morta


O mar tão fundo


Tão verde a minha cama


Tão pálida a minha sorte


Não fosse tão grande o mundo


Não fosse tão certa a nossa morte.






Era azul a minha sorte


Tão pequeno o mundo


Não fosses tu a pálida lua


Não fosses tu o mar tão fundo.






Tão verde


A nossa sorte


Tão pálida a nossa morte.







1 comentário:

Meg disse...

J.A.

Apesar de quase ilegível, aqui está mais um belo poema... belo!

Um abraço


ps: o Espuma não aparece actualizado por aqui... ainda está no post CANÇÃO...


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Templo grego clássico da Concórdia

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Teatro greco-romano

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Auschwitz: nele pereceram 4 milhôes de judeus. Depois dos nazis os genocídios continuaram por outras formas.

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Roma - Castelo de S. Ângelo

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