O livro doutrinário que reabriu (justificou com uma narrativa falsa) a agenda imperialista contra o Islão.
«Samuel Phillips Huntington (Nova Iorque, 18 de abril de 1927 – Martha’s Vineyard, 24 de dezembro de 2008) foi um cientista político norte-americano, muito influente nos círculos politicamente mais conservadores.[1]
Tornou-se conhecido por sua análise do relacionamento entre os militares e o poder civil, por suas investigações acerca dos golpes de estado e, principalmente, por sua polémica teoria do choque de civilizações, inspirada pelo historiador e filósofo polaco Feliks Koneczny, segundo a qual os principais atores políticos do século XXI seriam civilizações e não os estados nacionais, e as principais fontes de conflitos após a guerra fria, não seriam as tensões ideológicas mas as culturais.
O conceito do choque de civilizações apareceu pela primeira vez em um artigo publicado em 1993 na revista Foreign Affairs. Posteriormente, Huntington ampliou sua tese no livro O choque de civilizações, publicado em 1996 e traduzido em mais de 39 idiomas.
Samuel Huntington foi autor, coautor e editor de 17 livros e mais de 90 artigos académicos sobre seus principais temas de trabalho.[2] Mais recentemente, analisou os efeitos que a imigração representa para os Estados Unidos, que considera como fenómeno que desencadeia ameaças ligadas ao seu conceito de choque de civilizações. (wikipédia)
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