A saudação do Presidente da República Popular da China a Vladimir Putin, Presidente da Federação Russa, pela Passagem de Ano, esteve carregada de um significado significado que as potências decadentes imperialistas ocidentais souberam interpretar, a menos que os seus dirigentes europeus sejam definitivamente estúpidos . Não o são seguramente, muito embora sejam medíocres estadistas sem a envergadura de seus ancestrais. Seguramente não encontram saída para o beco em que se meteram. Norte-americanos neo conservadores, ou manipulados pelas forças de elite, como Biden o foi, derreteram centenas de milhares de milhões de dólares e euros numa guerra que perderam sem apelo nem remédio. O grandioso plano norte-americano de dominarem o planeta foi por água abaixo, ou vemo-lo indo. Outro planeta, outros polos, outras alianças se ergueram contra as regras unilaterais de dominação e intimidação. As forças financeiras, as elites políticas, norte-americanas quiseram impedir essa mudança e, contra isso, planearam e executaram planos para derrotar, destruir e dividir a Federação Russa, varrer do mapa o Irão e, finalmente, esgotar a potência económica da China que temiam que ascendesse ao primeiro plano. No essencial, tudo foi por água abaixo. O ano de 2026 será, muito provavelmente, o tempo da derrota militar da Ucrânia, isto é, da sua rendição. O presidente dos EUA entendeu e não mentiu durante a sua campanha eleitoral. Entenderam que o que fizeram apenas serviu para fortalecer a Rússia, o Irão e a China. O tiro saiu pela culatra, literalmente falando. As leis da causalidade funcionam na História política (e económica) de modo dialético, essa grande herança do filósofo Hegel e de Karl Marx. É por isso que as grandes transformações são imprevisíveis (o método usado pelos químicos não são suficientes), ou, talvez, pelo contrário, sejam previsíveis.
Este novo ano - 2026 - pela recusa dos nazis ucranianos que manipulam Zelensky e de líderes medíocres da UE que querem aplicar a velha fórmula do capitalismo resolver as suas crises endémicas pela destruição de capitais, vai ser o ano da arrancada final da Rússia até ao Rio Dnieper ou para além dele retirando a Ucrânia do acesso ao Mar Negro, ou o ano em que os mísseis de vanguarda vão avisar governos europeus de que desta vez é melhor não experimentarem essa fórmula.
N. P.
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