«Quando a política liberal parecia capaz de se opor à agenda conservadora e, ao mesmo tempo, proteger o status quo, Swift podia se alinhar confortavelmente a causas progressistas sem arriscar sua considerável fortuna. Contudo, à medida que se torna cada vez mais evidente que o liberalismo não consegue se opor efetivamente à extrema-direita, e conforme a política progressista se desloca, consequentemente, para a ação direta e se afasta da política eleitoral (rumo à revolução e não à reforma), o apoio a causas progressistas entra em conflito com a sobrevivência do status quo e com o próprio status de bilionária de Swift.»
in Jacobina
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